Um jovem canadense de 27 anos, Nicholas Jordan Wagter, pesquisador com formação em Biofísica e mestrado em Toronto, foi detido à força em Vancouver.
Um psiquiatra o observou num café e emitiu um Form 4 sob a Lei de Saúde Mental da Colúmbia Britânica.
Sem consulta, sem avaliação extensa, nada. E mesmo assim, a polícia o parou no trânsito. Sem mandado, sem papelada no local, sem vergonha alguma.
Ele filmou tudo, questionando a falta de processo.
Wagter publicou artigos científicos e entregava documentos alertando sobre influência chinesa, tomada de terras e mudanças no policiamento.
Já no hospital, apesar de ter sido liberado por outros dois médicos, continua preso contra a vontade.
Isso mostra como leis de “saúde mental” viram ferramenta para calar vozes incômodas, enquanto os verdadeiros doentes tomam as universidades e fazem leis esdrúxulas como essa.
Sem crime, só observação rápida basta para perder a liberdade.
No Canadá, o Estado decide quem é “perigoso” baseado em uma observação de 15 minutos em um espaço público.
Hoje é ele, amanhã pode ser qualquer um que pense diferente.
Os direitos civis estão sendo apagados com a desculpa da proteção contra o "extremismo".
E vocês já sabem, tudo que surge no norte, logo chega ao Brasil...
Um casal queijeiro tiveram todos seus queijos jogados no lixo, fizeram uma falsa acusação que os queijos estavam estragados, fiscal chegou e não quis nem conversa, já foi mandando seus capachos jogar tudo no lixo.
NÃO ODIAMOS O ESTADO O SUFICIENTE!
🚨🇺🇸 | EL MUNDO DEL REVÉS: Mientras el asesino negro de Iryna Zarutska camina libre, una familia blanca recibe una sentencia de 20 años solo por ondear una bandera confederada y hablar.
A Grécia parou aeroportos, trens e portos, fábricas da Coca-Cola e McDonald’s, parou tudo e foi surreal. O silêncio sobre isso no Brasil foi bizarro. Foi um dos maiores acontecimentos desse século.
Se não for assim, o STF não cai!
🚨Trump acaba de encerrar a reunião do Gabinete com um aviso MUITO ruim para os inúteis "aliados" americanos:
"Fiz um grande favor ao mundo. O mundo não retribuiu, porque quando eu disse à OTAN, para onde doamos bilhões e bilhões de dólares, trilhões ao longo dos anos, eu perguntei se eles se importariam de nos dar uma pequena ajuda com o Estreito, enviar algum dinheiro, eles não quiseram se envolver!"
"E acredito que isso vai lhes custar caro. Muito obrigado a todos."
🇯🇵 Japão 🇯🇵
Um imigrante paquistanês de nome Afzal Mohammad foi preso por violar uma estudante japonesa do ensino médio perto duma universidade em Tóquio.
E como repararam, no Japão, os meios de comunicação social publicaram a cara e o nome do criminoso, não dizeram "homem", nem "jovem" nem dizeram "indivíduo"
Vladimir Putin disse que não teme o Reino Unido porque "eles não conseguem nem impedir que botes invadam seu país ou que estrangeiros estup**m suas mulheres e crianças". Ele também disse que o povo britânico odeia seu líder.
“Não vou permitir que violem a dignidade do trabalhador”.
Há cinco anos, o soldado Wesley Soares Góes, de 38 anos, era morto por seus próprios colegas de farda após se recusar a avançar contra trabalhadores.
Março de 2021 marcava o auge das restrições impostas pelo Estado. O controle era total.
Nas ruas, a polícia atuava como instrumento direto de coerção estatal: comércios fechados à força, gente impedida de trabalhar para garantir o próprio sustento.
Wesley decidiu não fazer parte disso.
Natural de Minas Gerais, surgiu armado, deu tiros para o alto com o rosto pintado de verde e amarelo, e falou em voz alta:
"Comunidade, venha testemunhar a honra ou a desonra de um policial militar do Estado da Bahia. Não vou deixar, não vou permitir que violem a dignidade e honra do trabalhador".
Diante de suas ações, autoridades o classificaram como uma ameaça.
Um homem “desconectado da realidade”.
Equipes do BOPE foram acionadas, e após contatarem que Wesley havia se tornado um perigo, atiraram para matar.
A “realidade” à qual se referiam incluía prisões arbitrárias de senhoras sem máscara, apreensões contra ambulantes, donos de restaurantes impedidos de abrir, trabalhadores caçados por homens fardados, portas de lojas lacradas e até pessoas proibidas de entrar no mar.
Há cinco anos o Brasil assistiu a um dos eventos mais brutais do período da pandemia.