🔴 The Bank of Japan is getting increasingly hawkish:
BOJ board member Kazuyuki Masu said on Thursday that the central bank needs to raise rates further to keep underlying inflation from moving materially above its 2% target.
Markets are now pricing a ~97% probability of a 25-basis-point hike to 1.25% next week, which would take the policy rate to its highest level in more than 30 years.
Meanwhile, the BOJ's estimated neutral rate is 1.1%-2.5%, leaving room for further tightening even after the expected September hike.
The case for higher rates is strengthening, with Q2 GDP growth revised to 1.4% annualized and July wages rising at their fastest pace in almost 3 decades, while economists expect inflation to approach 3% this year.
Furthermore, Masu warned that higher fuel, chemical, shipping and fertilizer costs could become more persistent and feed into broader price increases rather than remaining temporary shocks.
The BOJ's next hike may be only the beginning.
@opapoeconomico demais, eu montei carteira ano passado usando os betas setoriais em regimes especifico de juros e expect. de ipca, encontrei os os maiores betas, defini peso por black litterman, depois selecionei ações a partir de tracking error proximo dos indices.. foi ok até regime mudar
Um paper do NBER acabou de documentar a maior anomalia da história das finanças — e ela desmonta a frase mais repetida do mercado: "já tá no preço."
Os autores (Yale/AQR) separaram cada notícia em duas partes: o que era previsível (empresa ruim recebe notícia ruim — óbvio) e a surpresa genuína, o "pure news". Aí testaram quanto tempo o mercado leva pra digerir a surpresa.
Resposta: até 18 MESES. O sinal filtrado prevê retornos por um ano e meio — poder preditivo maior que o de todas as 153 anomalias conhecidas da literatura.
E o padrão do erro é humano demais: o investidor SUB-reage a notícia densa, com número e tom negativo (dá preguiça de ler balanço). E SOBRE-reage a manchete ambígua de alta atenção (todo mundo opina, ninguém apura).
Tradução: o mercado não é uma máquina que precifica tudo em milissegundos. É uma multidão que lê a manchete, pula a tabela e demora um ano e meio pra terminar a lição de casa.
Paper: "The Inefficient Pricing of News" (NBER w35093, Didisheim, Kelly, Pourmohammadi e Tian)
BREAKING: Trade talks between the US and Canada have collapsed and the US has imposed new 50% tariffs on billions of dollars of Canadian goods.
Details include:
1. Canada's Prime Minister Carney vows to retaliate with "dollar for dollar" tariffs on the US
2. The tariffs will cover hundreds of items the US buys from Canada, such as plywood, liquor, electrical equipment and hockey gear, totaling ~$20 billion
3. US Trade Representative Greer said Canadian negotiators had "upset the balance" worked out over days of negotiations
4. The two sides had been discussing a deal that included lowering tariffs on Canadian steel and aluminum to 25% and autos to 15%
The US-Canada trade war appears to be back.
robert engle won the nobel prize in economics for proving something hedge funds already knew
they never bothered to mention it to retail
price direction is mostly noise. but volatility? predictable. mathematically, provably, across every liquid market ever studied
it clusters - that's not a pattern someone found, it's a structural law. high vol today predicts high vol tomorrow with 70%+ historical accuracy
the model is called GARCH. published in every econometrics textbook on earth, chapter 4, about 60 lines of python to run
quant desks at citadel and D.E. Shaw don't ask "will it go up?" - they ask "will the next move be large or small?"
because sizing correctly inside a vol regime is worth more than being right on direction
a trader right 48% of the time who sizes with vol awareness beats someone right 62% of the time sizing blindly - every time, over any long enough sample
run it on 10 years of SPY data:
> low vol state -> 74% chance next session stays low vol
> vol spike -> 81% chance next session is also elevated
now you're not predicting markets. you're reading a state machine the market keeps filling in for you every single session with real data
the predictable part of markets was never price direction
it was the distribution of price. the size of the moves. which regime you're currently inside
math is free, data is free, implementation is free
you were just told to stare at candlesticks instead
Bookmark this before the feed buries it
O Brasil conseguiu um feito raro na OEA, ficar sozinho ao lado da Nicarágua de Daniel Ortega!
Enquanto 29 países apoiaram a convocação de uma reunião para discutir o fim das eleições no país, o governo brasileiro foi o único voto contrário.
Esse isolamento é resultado de uma política externa contaminada pela ideologia, que abandona a tradição de pragmatismo responsável construída pelo Itamaraty ao longo de décadas. Isolamento diplomático não é independência; é perda de credibilidade e respeitabilidade.
Otimo resumo da mesa de trading do BTG Pactual. Pra gente que vive isso todos os dias algumas conclusões claras:
Das 5 acoes mais vendidas pelos gringos esse mes, TODAS sem excecao estavam na base de 1 gringo apenas, que vendeu Brasil (ou por resgate ou por realocacao dentro de EM, dado que estava under em tech). Colocaria ainda Copel, B3 nesse grupo tb. Portanto da pra dizer q mto provavelmente ele foi 80% de td o que foi vendido por estrangeiros este mes na B3.
O mercado segue mto “raso” de liquidez tecnicamente falando, estamos em niveis de valuation mto melhores que 4 meses atras e ninguem tem Bolsa, com uma eleição que esta mto mais apertada e aberta do que quase todos imaginam. Essa desaceleração da atividade e situação financeira mto delicada da população e do varejo domestico podem ser game changer pra decisao de Outubro.
BTG PACTUAL TRADING*
Fluxo de estrangeiros segue bastante pesado em agosto.
No *cash*, o MTD já acumula *-R$18.1bn* de venda líquida.
Entre os principais destaques estão:
• PETR4: *-R$3.3bn*
• VALE3: *-R$2.0bn*
• ITUB4: *-R$1.4bn*
• AXIA3: *-R$1.3bn*
• BPAC11: *-R$1.3bn*
Olhando cash + índice, desde o pico de inflow estrangeiro em *14/abril*, já tivemos uma reversão de aproximadamente *R$45.9bn* no fluxo. O saldo YTD caiu para *+R$14.7bn*, praticamente devolvendo todo o inflow acumulado desde *21/janeiro*.
💸 E o PIOR aconteceu !!! 😣💥
Capital Externo na Bolsa:
Dia 11 de agosto de 2026:
Saída de R$4,717 bilhões
Acumulado do mês de agosto de 2026 (até o dia 11):
– R$11,929 bilhões
No ano de 2026, o saldo está positivo em R$24,477 bilhões.
https://t.co/x1jRf31wn2 via @clubedopairico
IPCA de julho veio acima do consenso, 0,07% contra 0,03%, mas manteve a tendência geral de queda. No qualitativo, não foi tão bom quanto no mês anterior, com serviços com leve aceleração, mas teve boa contribuição de queda de bens industriais e difusão mais baixa.
A ata do Copom não trouxe novidade e deixa em aberto os próximos passos. Considerando o atual cenário de atividade perdendo força, nossa expectativa é que o IPCA continue mais baixo nos próximos meses e o Copom siga no cilco de calibração cortando a Selic no ritmo de 0,25pp para 13,25% em Dezembro.
Mesmo nesse patamar, a política monetária seguirá restritiva com juro real proximo de 9% com projeção de inflação perto de 4% em 2027.
Depois do IPCA-15 mais brando, Focus hoje tem importante ajuste em semana de Copom.
Na revisão de Selic para dezembro, agora são 2 cortes, um essa semana e mais um para 13,75%.
Nós temos uma expectativa de atividade desacelerando mais e inflação mais baixa, com isso, esperamos cortes sem pausa até dezembro.
Não tem pregão na B3, mas tem agenda de divulgação dos resultados da semana que vem.. LOTADA!
BBSeguros, Itaú, Gerdau, Bradesco, Axia, Petrobrás, Localiza, entre outras..
Estreia do balanço da SAUD4 (fusão com a Bradesco saúde).
Brazil’s fiscal numbers do not look good - the headline deficit is approaching 10% GDP and gross debt 82% GDP. Running ~2% GDP primary surpluses to reverse the debt trajectory is mission impossible before the elections (and probably after that).
🚨 Hier soir, on avait donc tout bon jusqu'à 21h. Heure à laquelle le discours de Warsh sur le marché obligataire est arrivé, et que je n'attendais pas. Pourtant, il en dit énormément sur la vision de sa nouvelle Fed.
🤔 Warsh a expliqué à plusieurs reprises que la remontée des taux obligataires participait déjà au resserrement des conditions financières. Pourquoi relever davantage les taux directeurs si le marché obligataire fait déjà une partie du travail ? Sur le papier, le raisonnement se tient puisque les ménages et les entreprises ne se financent pas au taux directeur de la Fed mais aux taux hypothécaires, aux taux des crédits bancaires ou encore aux rendements des obligations. Si les taux à 10 ou 30 ans montent fortement, les conditions de financement se durcissent naturellement, même sans nouvelle hausse des taux de la Fed.
⚠️ Le problème est que cette lecture me paraît beaucoup trop optimiste car un marché obligataire qui fait monter les rendements n'envoie pas un signal positif. Les taux peuvent augmenter parce que la croissance est plus forte, parce que la productivité s'améliore ou parce que le taux d'intérêt neutre est plus élevé qu'auparavant. Par contre, ils peuvent aussi grimper pour des raisons beaucoup moins rassurantes comme une inflation qui reste durablement élevée, des déficits publics qui inquiètent les investisseurs, une offre massive de dette américaine ou tout simplement une perte de confiance dans la Fed.
📈 Du coup, après sa conférence de presse, les taux longs américains ont explosé à la hausse alors même que les taux courts se détendaient légèrement. Croyez moi, ce n'est pas le comportement d'un marché qui applaudit une banque centrale mais plutôt celui d'investisseurs qui demandent une rémunération supplémentaire pour prêter de l'argent à long terme. Si cette interprétation est la bonne, alors Warsh est en train d'utiliser comme justification de son statu quo... un mouvement de marché qui reflète justement les doutes sur ce statu quo. Assez effrayant.
🗣️ La communication a aussi été assez contradictoire. D'un côté, il répète qu'il n'existe qu'une seule cible d'inflation, fixée à 2%, et qu'il n'est absolument pas question de relever cet objectif. De l'autre, la Fed maintient ses taux inchangés malgré une inflation qui reste éloignée de cette cible et alors même que plusieurs membres du FOMC plaident déjà pour un nouveau resserrement. Plus un banquier central adopte un ton offensif, plus les marchés attendent des décisions cohérentes avec ce discours, et à défaut, la crédibilité de l'institution s'érode rapidement.
🤷♂️ Autre chose. J'ai eu le sentiment que Warsh estime que si le marché obligataire souhaite faire monter les rendements, la Fed ne cherchera pas nécessairement à l'en empêcher. Personnellement, j'en suis content car ça marque quelque peu le retour des marchés libres mais il faut bien comprendre qu'un marché obligataire n'agit pas avec la finesse d'une banque centrale. Une envolée des taux longs touche tout le monde en même temps car l'État paie plus cher pour se financer, les crédits immobiliers deviennent plus coûteux, les entreprises voient leur coût du capital augmenter, les valorisations boursières sont sous pression et l'immobilier comme le private equity peuvent rapidement souffrir. En laissant le marché "faire le travail", la Fed accepte un resserrement beaucoup plus brutal et beaucoup moins ciblé que celui qu'elle pourrait piloter elle-même.
La conférence de presse était indigeste et indigne d'un banquier central, soyons clairs la dessus. Warsh a donné presque l'impression que la Fed subit les marchés. Les marchés vont donc le tester, et ça a déjà commencé.
A matemática não mente: não somos tratados como pobres, o Brasil é MANTIDO EMPOBRECIDO.
O presidente foi para a Alemanha reclamar de como o mundo nos enxerga. Mas a dura realidade é que o nosso poder de compra está no chão e o maior responsável é o próprio governo.
Enquanto a renda média lá fora passa dos R$ 15 mil convertidos, o brasileiro tem que se virar com pouco mais de R$ 3 mil.
O resultado prático disso? Nossa mão de obra é muito mais desvalorizada do que em muitos países. Aqui, o trabalhador precisa ralar por seis meses inteiros para pagar a mesma coisa que o alemão médio compra em semanas.
O que amarra o Brasil na pobreza não é o "tratamento" de fora, mas sim o nosso próprio sistema: impostos que não param de subir nas costas do povo, burocracia que atrapalha quem quer trabalhar e um Estado que gasta mal o seu dinheiro.
O próximo presidente vai herdar um país muito mais difícil do que a maioria imagina.
Dívida pública em trajetória explosiva. Juros reais que inviabilizam o investimento. Empresas fechando em número recorde. Famílias afundadas em dívidas. Um Estado que arrecada como país rico e entrega serviços de país pobre.
Além disso, um Judiciário caro, ineficiente e que invade competências dos outros Poderes. Um Legislativo que, salvo exceções, troca reformas por conveniências políticas. E uma sociedade que passou a tratar esperteza como inteligência e responsabilidade como ingenuidade.
O primeiro passo para mudar essa trajetória é tirar o PT do poder. Foi ele que nos trouxe até aqui. Mas isso, por si só, está longe de ser suficiente.
O Brasil precisará de alguém disposto a enfrentar corporações, cortar privilégios, reorganizar as contas públicas, recuperar a confiança e governar pensando na próxima geração, não na próxima eleição.
Alguém sem rabo preso, com coragem para desagradar quem for preciso e competência para executar mudanças profundas.
Flávio não tem a menor chance de cumprir esse papel.
A pergunta que fica é: existe hoje alguém capaz de liderar essa reconstrução ou vamos apenas escolher o próximo administrador da decadência brasileira?