- Travou a criação da Superliga Europeia
- Criou a Conference League e a Nations League
- Reformulou com sucesso o formato das competições europeias
- Ameaçou boicotar o Mundial em caso da FIFA avançar com a venda das ações a investidores privados
Aleksander Čeferin é ele. 🐐
The close relationship between the FIFA President and the US President has reached a financial dimension that is deeply damaging football. No one has the right to sell our game. #GianniInfantino#DonaldTrump#FIFA#UEFA#USA#Sellout
ao ver as "tascas" onde a malta anda a jantar nos Santos recordei-me disto. poucas coisas me alegram tanto como aquele tipo de estabelecimento que comprou um serviço de barro com o próprio nome gravado, meteu pimentos padrón e huevos rotos a fazer de infância nacional e convenceu a pobre criatura que lê a NIT, guarda restaurantes no Instagram e diz "temos de ir" a tudo o que tenha azulejo, luz quente e uma cadeira desconfortável com pretensões de autenticidade de que, por trazer o vinho num jarro em vez de numa garrafa com rótulo, aquilo é claramente um tasco, do mais típico que existe.
frequentado pelo grupo de amigas da Marta, três Ineses e uma Joana dos RH , todas em simulacro de tradição entre dois stories, uma vela torta e o conceito giríssimo de comer às porções, "porque isto é comida de avô", quando a merda mais típica que a velha lhe punha à frente era esparguete com frang e um vianetta do Dia.
a avó, coitada, não lhe deixou uma cozinha: deixou-lhe uma deixou-lhe uma varinha Moulinex “que ainda está aí prás curvas”, duas travessas da Vista Alegre que só tinham uso no Natal, uma gaveta cheia de sacos, uma receita de arroz de frango escrita sem medidas e a memória perfeitamente honesta de almoços despachados à pressa por mulheres cansadas, com loiça no lava-loiça, a televisão ligada noutra divisão e qualquer coisa a descongelar tarde demais.
é gentinha que chama "sem pretensões" a um sítio onde o copo foi escolhido por alguém saído dum workshop de branding e que ao terceiro jarro já fala da infância portuguesa como se tivesse passado os verões numa aldeia do interior, quando a experiência rural mais intensa que teve foi uma despedida de solteira em Évora, com alojamento local, brunch no dia seguinte e uma fotografia muito séria encostada a uma parede caiada, esse grande baptismo telúrico das almas que nunca apanharam um autocarro para a terra dos avós.
e é essa a parte bonita: nem falsificaram uma tradição, mas sim falsificaram a nostalgia privada da clientela, que é onde está o dinheiro a sério. já nem a tasca nos chega sem direcção artística. uma coisa é servir uma sandes de rojão chamada Pork Affair ou o crl. outra, bem mais grave, é convencer uma pirralha criada entre forno eléctrico, iogurtes líquidos, douradinhos com arroz de ervilhas e um pai a adormecer no sofá de comando na mão a ver o Highlander ou a Marés Vivas de que dorme nela uma memória ancestral de balcão, tremoço e toalha de papel, memória essa que passou trinta anos adormecida debaixo de um edredão da Zara Home até ser acordada por um empregado de bigode estudado e três petiscos castelhanos.
o que ali se serve não é só comida. é a possibilidade de ter tido outra origem, mas sem a maçada de a ter vivido. a Marta quer a tasca, mas não quer a porta da casa de banho que não fecha, o calendário da selecção desbotado eo garrafão aberto desde terça nem o senhor agostinho que meio torto começa a discorrer da ex-mulher como se estivesse numa comissão parlamentar de inquérito. quer o empregado castiço, mas não quer que ele se esqueça do pedido porque está a ver se o Leixões marcou, nem o quer a perguntar "é só isso?" com o merecido desprezo de quem percebeu, em três segundos, a indigência espiritual da mesa. quer esse mesmo empregado a tratá-la com uma familiaridade suficientemente rude para parecer verdadeira mas não tão rude que obrigue a uma reclamação no Google.
quer comida de avô, mas não quer o avô ali, vivo, a mastigar de boca aberta, a chamar "chefe" ao empregado, a tossir para o guardanapo, a perguntar quanto custou aquilo tudo, a explicar que ovos com batatas sempre houve e ninguém fazia disso uma civilização, e a contar pela décima terceira vez a história de quando foi a Chaves buscar umas peças para o carro e comeu uma vitela que, essa sim, era uma coisa séria. quer a aldeia, mas não quer a tia que pergunta pelo namorado. quer o tasco urbano, mas sem três maganos de colete reflector a ocuparem metade do balcão com a solenidade de quem reconstruiu o país e agora exige cerveja com Favaíto por serviços prestados à nação.
quer, no fundo, uma autenticidade disponível nos momentos exactos em que lhe convém, com a dose certa de gordura, ruído e desconforto, mas antes do ponto em que a experiência deixa de ser charmosa e passa a obrigá-la a lavar o casaco. a Marta, que nunca teve terra mas tem imensa vontade de a ter tido quer a pobreza de bistrô, miséria em doses para partilhar. é como aquelas pessoas que dizem que adoravam viver numa casa antiga até descobrirem que as casas antigas têm humidade, canalização vingativa e uma arrecadação que é um pequeno museu da inutilidade doméstica, onde toda a família guarda coisas que "um dia podem dar jeito", incluindo cabos de Nokia, recibos de 1987, chaves de portas que já não existem e uma tampa de tupperware que já não corresponde a nenhum recipiente vivo. a Marta quer raízes. mas raízes lavadas, com reserva às nove no TheFork, conta dividida por MB Way e sem uma tia de casaco polar a aparecer à mesa para perguntar, diante das três Ineses, se ela afinal ainda anda com aquele rapaz da barba do chapéu.
Everything about 'THE BOYS: MEXICO'
• Will take place after the events of #TheBoys Season 5
• Script is Currently in Early development and was really liked by Amazon
• Written by Gareth Dunnet-Alcocer
• Executive produced by Gael and Diego Luna
• Will maintain the R- rated gory touch
It's not even close dude, the anime was even better than the manga chapter, ep 86 is an all timer and it's one of the reasons i got hooked with one piece
And chopper's transformation always gives me chills it's animated so well
I love what you and your team are doing at Boom, but I don’t think your privately funded XB-1 program compares well to SLS, which was conceived two decades ago at a time when commercial industry capabilities were non-existent relative to today.
If your point is simply that the government tends not to be an efficient capital allocator and moves too slow, I certainly won’t disagree with you there. All that aside, how we got here is less important than where we are today and where we are going.
People are welcome to lob criticism, especially where it is deserved, but I choose to get excited about Artemis II, as it will be the most historic human spaceflight mission in more than half a century. It will be followed by America’s return to the lunar surface and dozens of additional missions leveraging the power of commercial industry as we build an enduring presence on the Moon.
When that pivot comes, NASA will be well on its way toward pioneering what no one else is capable of accomplishing, including getting America underway on nuclear power in space. I have said it many times...where Artemis begins is not where we will end.
@Truthful_ast CFRP is the most efficient material at the moment, it's stiffness & strength/weight ratio is unmatched. The underlying principle is laminas with different angular orientations, which need to be tailored to the application, most of the time are not. Structural design is no KSP ...
@onlinedopamine@saviczeljko12 Portuguese here. The fact you're taking advantage of this loophole is driving 75% of Portuguese kids out of the country, me included. We can’t even buy a house. Next time you look in the mirror, think about how you live with yourself... or just pay some taxes.
One of the all-time great Champions League moments 🤯
Benfica goalkeeper Anatoliy Trubin scores in the 98th minute to send Benfica through to the knockout phase play-offs 😱🦅
#UCL