@juninhopg22@RenanSantosMBL O que tem de gente na internet que nem era nascido em 70 e dizem que nunca vai existir nenhuma seleção ou jogador maior que aquela.
@pimentatf@nosrednav17@fjqy76gv4h@krigagem@gpetva Felipe a quanto tempo vc instalou energia solar? Estou querendo colocar lá em casa, mas tem muita gente reclamando que as taxas subiram demais e quase não está compensando. Meu consumo mensal é entorno de 500 kw
Uma pausa na Copa, nestes momentos que antecedem Brasil x Japão para um momento da história da imprensa esportiva brasileira e de como os costumes mudam. Programa pioneiro entre as “mesas redondas”, nos primórdios da TV no país (os podcasts de hoje), a “Grande Resenha Facit, reunia monstros sagrados da imprensa brasileira, como Nelson Rodrigues, Luiz Mendes, Armando Nogueira, Votirno Vieira, João Saldanha e outros.
Criado na TV Rio por Walter Clark, em 1963, era como se fosse um papo de torcedores num boteco, e o pau cantava feio. Vejam esta fala do Nelson Rodrigues, de branco, ao lado dele está o João Saldanha. Imagine alguém tentando sustentar uma loucura dessas atualmente!
https://t.co/357ox6XmOY
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de votar em 43% das deliberações nominais do Senado em 2026, segundo levantamento da Folha nos registros da Casa.
Trabalhar nunca foi o forte dos Bolsonaro.
Jair Bolsonaro, na presidência, tinha apenas de 3 a 5 horas de compromissos oficiais.
Eduardo Bolsonaro, em 10 anos como deputado federal, só assinou 3 projetos que viraram leis, nenhum deles ligado a pautas de direita: 1 do PT sobre fosfoetanolamina sintética, 1 que instituiu o “Dia Nacional da Pessoa com Atrofia Muscular Espinhal (AME)” e 1 que criou o "Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein". Depois pediu licença e foi para os EUA articular tarifaço e outras medidas para “queimar a floresta inteira”, em nome da luta pelas “liberdades”.
Carlos Bolsonaro foi alvo de críticas numerosos vezes em 25 anos de mandatos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro em razão de altas taxas de ausência, licenças frequentes, pedidos de afastamento e priorização de marketing digital em campanhas nacionais, tendo ficado conhecido como “vereador a distância”.
É muita rede social, para pouca atividade parlamentar, que dirá de interesse público.
Quando “trabalhou” nos últimos anos, Flávio Bolsonaro votou a favor do aumento do fundão eleitoral e contra o projeto de lei de combate à lavagem de dinheiro que estabelecia limites para o uso em transações comerciais de dinheiro em espécie, como aquele das “rachadinhas”.
Sem contar as campanhas contra a CPI da Lava Toga e a Operação Lava Jato, bem como a favor da PEC da Blindagem.
A força residual do sobrenome Bolsonaro, agora em disputa por alas rivais dentro do clã, deve-se, em grande parte, ao fato de que massas de manobra, manipuladas por profissionais da propaganda política, confundem a disputa de cargos com o PT, que o bolsonarismo faz, e um trabalho efetivo e diferenciado em prol do desenvolvimento do Brasil, que o bolsonarismo não só deixou de fazer quando teve a oportunidade, como também, em diversos momentos, sabotou.
A ideia de que é precisar acobertar toda essa sujeira e celebrar carreiras marcadas pela vagabundagem, pelo fisiologismo e pelo patrimonialismo, típicos do Centrão, para “resgatar o país” das mãos da esquerda é a mais contraproducente e moralmente retrógrada que já passou pela cabeça da suposta direita brasileira no período posterior à redemocratização, até pelo simples fato de que essa ideia não faz outra coisa há 7 anos senão fortalecer Lula, o PT e a pior geração da história do STF.
Todos que preferem parasitar o bolsonarismo a construir uma alternativa sólida e ética ao lulismo adiam o Brasil que dizem defender, manifestando, na prática, uma similaridade inconteste com a família Bolsonaro: a enorme preguiça de trabalhar.
Eu sei que a resposta vai bugar a mente de muita gente, mas: integração racial.
Aqui não existe "sotaque de preto", "esporte de preto", "roupa de preto". etc.
De olho fechado, ouvindo alguém falar, você pode identificar se ela é carioca, ou baiana ou gaúcha, mas não pode indentificar se a pessoa é preta ou branca.
Casamento "interracial" não é um tabu ou assunto aqui - tanto que nem se usa a palavra, e basicamente todo mundo é meio pardo.
As maiores diferenças e preconceitos aqui são de situação econômica. Você poderia até alegar que as diferenças socioeconômicas têm um viés racial histórico e talz, mas isso é muito diferente do que acontece por exemplo nos EUA.
Aqui tanto um negro quanto um branco comem arroz com feijão, vão à igreja, jogam futebol, vestem as mesmas bermudas e calças jeans, etc. Até as estereotipadas "religiões de matriz africana" são mais praticadas por brancos que por pretos.
Infelizmente os movimentos raciais brasileiros estão lutando com todas as forças pra acabar com isso e importar o modelo americano, separando a sociedade em "coisas de branco" e "coisas de preto."
@Carlos7gnc@RenanSantosMBL Ele é sim simpatizante da esquerda, mas não lembro dele apoiando o Lula abertamente. Não acho que ele iria querer comprometer uma fatia grande do seu público.
@OPastorJack Eu duvido que esse pastor acredita nas besteiras que ele disse, e olha que o Porchat não usou textos muito mais complexos como o de Moisés que ordena a destruição de toda a cidade e que deveriam poupar só as novinhas virgens. "Enquanto existir cavalo , são Jorge não onda a pé ".
@ItaloMarsinho As vésperas das eleições americanas as pesquisas estavam dando vitória para aquela mulher dos democratas, enquanto isso o mercado e casas de apostas estavam apostando na vitória do Trump. Lembro que pensei: esses caras não iam apostar seu dinheiro se não soubesse quem vai ganhar.
@p_i_e_r_0@marcoditulio@futebol_info@tvglobo@geglobo Cara, tem muito humorista zuando o Neymar e eu dou altas risadas, a questão é que esse cara não é engraçado, salvo algumas excessões quando está trabalhando no porta dos fundos onde o roteiro é muito bem produzido.