Psicólogo com mestrado em Filosofia e doutorando em Psicologia na UFJF.
Amante da busca pela verdade|
Trabalhista: brasileiro por nascença e por escolha.
Entrei na onda e fiz um Substack.
Quando der na telha, vou postar reflexões sobre filosofia, psicologia e ciências sociais.
Zé ninguém eu sou nessa terra da internet, mas se alguém se interessar...
https://t.co/6iTNfQDJko
Em 1968 o Banco Mundial disse que a Coreia não devia fazer aço.
Em 1987 a Coreia fazia o aço mais eficiente do mundo.
O Brasil ouviu o Banco Mundial e vendeu a Usiminas.
Um virou potência. O outro, dividendo.
Identitário é o tipo de pessoa que inverte completamente os princípios de moralidade universal: ele não quer punir quem trafica, mata ou estupra, quem FAZ coisas, ele quer punir quem FALA coisas. E sequer coisas más ou falsas, ele não acredita nisso. Coisas que ele não gosta.
Não é o marketing que segura um país de pé.
É emprego, cadeia produtiva e renda que vem de produzir coisa sofisticada.
Narrativa não paga a conta. Estrutura paga.
Mesa cheia é resultado de indústria, não de propaganda.
A Zona Franca de Manaus deveria ser polo tecnológico.
Virou maquila: monta peça que vem pronta de fora, sem meta de exportar, sem subir tecnologia.
A gente chama de indústria o que é só embalagem.
A indústria, por si mesma, só vai começar a discutir seriamente sobre preservação de jogos qdo isso afetar diretamente os lucros compostos dos acionistas. A indústria de games é só mais uma à mercê do capital especulativo financista. É a natureza atual do mercado.
🎮 BOAS NOTÍCIAS
Após minha denúncia, o PROCON-SP se manifestou e afirmou que os consumidores de jogos físicos e digitais dos consoles PlayStation devem ter seus direitos respeitados.
Esses direitos incluem disponibilizar jogos digitais pra outras pessoas, vender e emprestar jogos digitais e físicos e a liberdade de uso do produto.
Também é proibido impor novas regras e restrições de uso após a venda e/ou contrato de licença de mídia digital.
E sim, sabemos que a Sony já está impondo, nos atuais termos de uso, o direito de retirar o acervo de algum jogador sem mais nem menos.
Mas essas letras miúdas, por seu caráter abusivo, já são juridicamente invalidas, conforme avaliação da minha equipe.
É importante dizer que o PROCON-SP não se opôs à migração anunciada pela Sony, mas reforçou a necessidade da Sony de respeitar TODOS os direitos dos consumidores pra fazer essa migração, tanto os direitos do Código de Defesa do Consumidor quanto os direitos adquiridos.
Fico feliz com essa resposta do PROCON-SP à uma movimentação pública e orgânica dos jogadores que tive a felicidade de apoiar. Seguirei acompanhando os desdobramentos e aguardando as respostas da Senacon.
@rodrigocoelhoc A indústria, por si mesma, só vai começar a discutir seriamente sobre isso quando isso afetar diretamente os lucros compostos dos acionistas. A indústria de games é só mais uma à mercê do capital especulativo financista.
@danielreen Ñ acho que o maior peso de mudança política assim seja do consumidor, até msm pq ñ vai rolar massivamente (quase nunca rola). Sem uma intervenção comunitária, via órgãos estatais competentes de cada país pra tal, não há mais esperança de termos novos jogos em mídia física deles.
Assistindo a TV hoje, vi um argentino falando que o Messi é o maior jogador de todos os tempos kkkkkkkkkk
O futebol fez o Messi famoso. O Pelé fez o futebol famoso.
@deccache O ponto crucial é que o pacote completo nunca será mostrado como completo, porque é impopular. É a típica estratégia de comer pelas beiradas.
Fora que isso também é contraditório com o que se espera do progressismo...
As crianças no Brasil jogavam futebol na rua 6 horas por dia, sem parar, por puro prazer. Não por dinheiro. Talvez pelo prestígio que dava ser bom de bola no bairro. Claro, em algum momento descobriam que isso dava muita grana.
E isso acontecia em cada rua do Brasil. Não paravam nem quando arrancavam o tampão do dedão do pé ao chutar o asfalto quente. Os pés eram calejados. Só paravam quando a mãe colocava para dentro de casa na base da chinelada ou quando a bola caía na casa do vizinho chato, que a devolvia furada.
Quem era bom de bola arrumava um clube para treinar. Mas tinha que pegar ônibus e trem cheio, com 13 ou 14 anos, para chegar ao treino. O prazer era o futebol. O dinheiro vinha como consequência.
O sonho? Jogar no clube de coração e vestir a camisa da seleção.
Agora? Ir para a Europa, ficar milionário, se relacionar com as mulheres mais bonitas do mundo, exibir carrão, joias e relógios. O futebol, de fim, virou meio.
A geração Neymar é o auge da manifestação desse (não tão) novo padrão.
Com 13 anos, ele já era milionário. Tinha empresários, sucesso. O futebol era o meio para o seu sucesso, medido pelos seus contratos milionários, joias, namoradas e milhões de fãs.
As coisas mudaram muito. Não poderia ser diferente com a seleção brasileira.
Tem como recuperar a nossa essência? O prazer de jogar bola? O sonho de vestir a camisa do clube de infância por toda uma vida? Ter de volta, como maior objetivo de vida, ser campeão da Copa do Mundo, em vez de ser, simplesmente, um milionário?
Talvez.
Para isso acontecer, muita coisa tem que mudar. E não falo sobre futebol.
Desde 2002 o Brasil não perdeu só o futebol. Perdeu dezenas de trilhões de reais com juros mais altos do mundo, transformou sua educação em máquina de analfabetos, enterrou seu desenvolvimento e criou a casta política mais desqualificada moral e cognitivamente de sua história.
A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 era, infelizmente, mais do que previsível. Tudo caminhava para esse desfecho. Não apenas pelo desempenho medíocre da equipe, muito distante da seleção que povoa a memória afetiva rodriguiana de tantos brasileiros, mas também por todas as evidências que estavam escancaradas desde o início desse ciclo.
Falta talento a esta geração, e a culpa nem é dela. O futebol brasileiro alijou e sabotou jovens sistematicamente, tentando espelhar um modus operandi europeu porque, claro, somos vira-latas. O Vini Jr., coitado, é a andorinha que não faz verão.
O treinador, apesar do currículo vitorioso, parecia muito mais preocupado em fazer publicidade e agradar patrocinadores do que em formar uma equipe de verdade. E, acima de tudo, havia a insistência em convocar um ex-atleta em atividade, hoje muito mais reconhecido por sua carreira no Instagram.
Neymar é uma das piores coisas que aconteceu para o futebol brasileiro nos últimos vinte anos. E olha que passamos por crises bem severas nesse período. Não consigo imaginar um norte pior para tantos jovens. Neymar é o símbolo de uma era que transformou dinheiro e ostentação em virtude. O talento que o popularizou ficou em último plano. “Exxxquece!”
Quem desfila há tempos é o homem de 34 anos que age como um menino (menino!) de 14, que provoca, humilha ou menospreza adversários, que agride companheiros de equipe, que xinga árbitros e que se acha maior do que as instituições que representa. Até porque, para alguns bajuladores, que medem grandeza por seguidores no TikTok, ele é.
Sonhávamos com um hexa e faturamos um diferente: seis Copas do Mundo consecutivas sem conquistar o título. Quando esta Copa acabar, estaremos atrás não só da Noruega (um país com oito meses de inverno e do tamanho do Maranhão), mas também de argentinos, mexicanos, colombianos e, em certa média, até de cabo-verdianos.
Sim, meus amigos. No futebol, o Brasil regrediu. O Brasil se apequenou. Encolheu-se diante de indivíduos, de marketing, do dinheiro e, por fim, diante de um influencer.
Mais um.
Aliás, já jogaram no Tigrinho hoje? O pai tá on!
(Som de risada idiota de pai de família que sofre de síndrome de Peter Pan…)
O gol mais vergonhoso da história do Brasil na Copa do Mundo é de Neymar.
Sendo eliminado para a Noruega.
Metendo marra pedindo pro goleiro escolher o canto.
Indo provocar o goleiro depois do gol.
Vergonhoso.
Isso JAMAIS representará o que e o país Brasil.
JAMAIS representará o que é a Seleção Brasileira.
Adeus, Neymar. Fique com seus bilhões, mas deixe a Seleção em paz.
A cartilha dizia: abre a conta de capital, libera o câmbio, privatiza os bancos. A Índia e a China ignoraram. Hoje uma domina o software global e a outra, a manufatura. A cartilha continua sendo vendida — pros que sobraram.
Eu, eu, eu, eu…
Neymar nunca jogou pela seleção, nunca jogou pelos brasileiros. Sempre foi por ele mesmo, pelo seu ego. O jogador e ídolo mais patético da história do Brasil.
Foi a derrota menos triste de todas as últimas, o que é triste por si só. Perdeu normal, jogando marromeno, perdendo gol, arrumando caôzinho no final sem muita vontade também, só pra constar