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@JpPedrosa1 Trata-se de assumir responsabilidades.
É preciso separar interesse privado, valorização imobiliária e custos urbanos permanentes.
Socializar custos em nome da viabilidade ou da rentabilidade privada é transferir à coletividade custos que pertencem ao negócio.
Bom domingo.
Poucas vezes vi um nível de ganância tão alto e tão explícito.
O preço final de um terreno corretamente urbanizado é muito maior do que um terreno puro.
Isso se chama investimento.
Que deve ser criteriosamente regulado e fiscalizado pelo Estado.
Simples assim.
🏗️ Você sabia que quem constrói um loteamento tem um sócio oculto que não coloca R$ 1,00 na operação?
Para criar 60 mil m² de lotes vendáveis, muitas vezes é preciso urbanizar cerca de 100 mil m² de terra. 📐
Além de doar aproximadamente 40% da área para ruas, praças, áreas verdes e equipamentos públicos 🌳🏞️, o empreendedor ainda entrega tudo pronto para o Município:
💧 ��gua
🚽 Esgoto
🌧️ Drenagem
⚡ Energia
💡 Iluminação pública
🛣️ Pavimentação
Por isso o estudo de Viabilidade é tão importante.
@JpPedrosa1 Por que o Estado, com tantas obrigações, deveria ressarcir a infraestrutura criada para viabilizar a venda dos lotes?
Comprador ou empreendedor ressarciriam o Estado pelos custos contínuos de saúde, educação, mobilidade, segurança e manutenção urbana gerados pelo loteamento?
@JpPedrosa1 Meu caro, infraestrutura incorporada ao lote e tarifa posterior pelo uso dos serviços têm naturezas distintas.
Urbanizar valoriza a gleba e entra no preço final. Não é perda: é a transformação da terra bruta em produto urbano vendável.
@JpPedrosa1 Meu caro, não temos a maior carga tributária do mundo.
E o seu investimento está voltando para o seu bolso.
Quem comprou os terrenos que você vendeu estará pagando pelo USO dos serviços de eletricidade, água, esgoto, podendo estar remunerando inclusive empresas privadas.
Quatro casos comprovam a força do lobby financeiro em nossos tribunais superiores. Quatro temas repetitivos encomendados pelos bancos com um único objetivo: tornar o roubo de aposentado juridicamente mais barato no Brasil.
O STJ vai julgar isso em breve. Deixa eu te contar o que está em jogo.
Tema 1435.
Uma senhora de 70 anos recebe BPC. Salário mínimo. O banco assina por ela sem ela saber e debita todo mês. Ela descobre, contrata advogado, enfrenta anos de processo, paga perícia grafotécnica.
E no final pode ouvir do tribunal: "você não provou o dano moral."
Provar como? Com laudo médico de depressão? Com nota fiscal de remédio que ela não pôde comprar? Com depoimento de vizinho que viu ela passar fome?
O STJ vai decidir se existe dano presumido nesse caso. A resposta óbvia cabe em uma linha. O fato de virar tema repetitivo já é uma vergonha.
Tema 1378.
O banco cobra 20% ao mês de aposentado.
A justificativa: "alto risco de inadimplência."
A realidade: esse mesmo banco exigiu portabilidade do benefício do INSS e débito automático na conta. Se paga antes do aposentado encostar o dedo no cartão.
Risco zero. Juro de agiota. O STJ vai dizer se isso é legal.
Se disser que sim, legaliza oficialmente a usura contra quem tem menos.
Tema 1414.
O aposentado pensa que pegou empréstimo. Na verdade recebeu um cartão consignado. O desconto mensal cobre só o mínimo da fatura. O saldo gira no rotativo. A dívida nunca cai.
Tem gente que tomou R$ 1.000 e já pagou R$ 30.000. O saldo continua lá, intacto. O TCU já determinou a suspensão imediata dessa fraude legalizada que endivida a população. O lobby reverteu.
O STJ vai definir as regras dessa operação. A pergunta é se vai enxergar a armadilha ou legitimar o mecanismo.
Tema 1396.
O banco te lesou. Cobrou juros abusivos ou falsificou a sua assinatura para gerar descontos indevidos. Você quer entrar na Justiça.
Mas antes, o STJ pode exigir que você prove que tentou resolver com o próprio banco que te lesou. É a mesma coisa que exigirem pedir que a vítima de uma violência peça antes para resolver com o agressor.
Mais um obstáculo. Mais uma porta fechada na cara de quem já é vítima.
Desestimula quem não tem advogado, não tem tempo, não tem dinheiro para esperar.
Que é exatamente a maioria das vítimas.
O padrão não é coincidência.
Abuso mais barato. Defesa mais difícil. Impunidade como modelo de negócio.
Enquanto isso, o lobby bancário opera dentro do tribunal e a imprensa mainstream não cobre.
Só existe um antídoto: barulho.
Compartilha. Marca a turma. Faz o país inteiro saber o que está prestes a ser chancelado em nome dos mais pobres do Brasil.
O silêncio é cumplicidade. É ano de eleição e quem não toca nesse assunto não está preocupado com um dos maiores problemas da nossa população/economia: o superendividamento das famílias e de quem mais consome - ou deveria consumir.
@jonesmanoel_pe@schmittpaula@camaradamachado@DaniCamp0@deccache@uczai@RicardoCappelli@zeca_dirceu@rodrigodasilva@ianfneves@AnarcoFino @anarcomiguxos @julianefurno@SofiaManzanoPCB@nathfinancas@H1SaiaDaMatrix@luide@YviCarneiro@moreira_uallace@jonesmanoel_PE@samiabomfim@Glauber_Braga@ICLNoticias@ICliberta@JornalismoWando@afranioboppre50@paulonbjr@mtst@assimdisseojoao@randolfeap@JacobinBrasil@chavosodausp@eliasjabbour@esuplicy@luboiteux@Omardeideais@elisamaximo@MidiaNINJA@paulogala@julianopsol@slpng_giants_pt@MarceloAdnet@Pr_AlexandreGon@GabrielaPrioli@Normose_@jeanwyllys_real@MarceloFreixo@jairmearrependi@cirogomes
Henrique Vieira diz para o bolsonarista Éder Mauro:
“A diferença entre nós é de caráter. Eu posso atacar suas ideias sem mentir sobre você, mas você não age assim”.
Fez cabelo e barba!
Deixei para ler o "Ainda estou aqui" de Marcelo Rubens Paiva agora. Queria que passasse um tempo do sucesso do filme. Mas, eu não sabia, o livro e o filme são obras de arte bem distintas. O livro me pegou muito mais. Como a maioria de vocês já sabe, minha mãe foi presa na ditadura, também no Rio de Janeiro. Quando saiu da prisão, disseram que se ela fosse presa de novo não escaparia com vida, e por isso ela veio para Manaus, conheceu meu pai e eu nasci. Acabou que meu nome é Luís Carlos em homenagem ao Prestes, mas isso vocês já sabem. Minha infância e adolescência foram durante a ditadura, filho de dois pais que sofreram aquele período, com muitos livros perigosos em casa, o medo sempre presente, e o livro do Marcelo traz muito isso. Minha mãe nunca contou detalhes de sua prisão, algumas coisas ouvi aos poucos, outras ela contou para terceiros e eu estava do lado, guardou muito do seu sofrimento, como guardou Eunice, a mãe de Marcelo. Não sei se para poupar os filhos ou para poupar a si mesma, como Marcelo não sabe sobre Eunice. Em "Ainda estou aqui", quando Marcelo, logo no 2º capítulo, começa a falar dos militares foi pesado para mim. Ele diz que não se pode generalizar, alguns militares foram presos, torturados e mortos na ditadura também. Conta que sua mãe, anos depois, em uma cerimônia com o presidente Fernando Henrique, acabou cumprimentando um general com um abraço. Marcelo pediu detalhes do encontro e Eunice disse que tinha um militar na reunião realmente, "era o general, acabei abraçando-o também", nada demais. Há algo de angústia nesse abraço, nesse deixar a vida rolar, deixar acontecer, nas pessoas que sobreviveram à ditadura. Mas o que me pegou mesmo é o fim do capítulo, e desculpem pelo spoiler: "grandes gestos são humildemente casuais, tenho um agradecimento a fazer aos militares brasileiros: obrigado por não terem matado a minha mãe".
Chorei, chorei muito quando li esse final. Tive que parar o livro no meio, voltei chorei mais um pouco, voltei mais tarde.
Eu também acho que devia agradecer, Marcelo! Obrigado pelo texto!
Hoje, em Catalão (GO), ouvi histórias de estudantes que renovam minha esperança no Brasil.
Cada sonho, conquista e desafio superado reforçam a certeza de que estamos no caminho certo. O futuro do Brasil passa pela educação. E ele já está sendo construído por essa juventude que acredita no poder do conhecimento.
São encontros assim que me motivam ainda mais a trabalhar por um país com mais oportunidades para todos e para todas.
🎥 @ricardostuckert
Dizer que o Pix gera concorrência desleal é como acusar o SUS de atrapalhar os planos de saúde, a educação pública de incomodar os grupos privados, o INSS de concorrer com os fundos de previdência e a moeda estatal de ameaçar os negócios das criptomoedas.
O Brasil é uma nação soberana, democrática, e que merece respeito. Seguiremos defendendo nosso povo, nossos interesses, nossos recursos estratégicos, o direito de decidir o nosso próprio destino.
Queremos diálogo, cooperação, e manter boas relações com todos os países. Mas sempre de cabeça erguida, com respeito à nossa soberania.
🎥 Audiovisual/PR
O resultado da investigação do governo norte-americano é injusto e carece de fundamentação. Os diálogos entre os presidentes @LulaOficial e Trump prosseguirão em busca de uma melhor relação comercial para ambos os países. Nenhuma sanção ou medida foi aplicada de fato até o momento, a despeito do empenho de falsos patriotas que tentam sabotar o próprio país.
Rapaz! Que lapada do Haddad no Flávio Bolsonaro: “Enriqueceu na política sem ter feito nada, sem nunca ter trabalhado. Vinte anos de mandato e não aprovou um projeto relevante para o país, nem quando o pai era presidente”.
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Karina, Karen e Kleiton, hoje eu tive um encontro que mexeu comigo. Conheci o pai de vocês, o Sr. Antônio, trabalhador da construção da BR-319, aqui no Amazonas. No meio da conversa, ele me contou que vocês deixaram de estudar. E eu não podia ir embora sem deixar um recado de coração pra vocês.
Por isso, gravei essa mensagem direto do Trecho Charlie da BR-319, com muito carinho e esperança no futuro de vocês. Ouçam com atenção o recado do presidente da República. ❤️
🎥 @ricardostuckert