Se existisse um inquérito das Fake News de verdade, investigaria a discrepância entre as fotos que a imprensa usa para retratar a mulher do Lulinha e as fotos dela na "vida real", inclusive várias ao lado do sogro - que diz que nunca a viu na vida 😂!!!
Não me arrastarei na correnteza que se debruça sobre o inchaço patrimonial de Nikolas Ferreira, aquele salto, quase milagroso, de trinta e seis mil reais em 2022 para quase quatro milhões em 2026. A analogia esportiva, a meu ver, não se aplica. Compará-lo a Ronaldinho Gaúcho seria torpeza, pois tal paralelo já serviu ao Lulinha; nada mais distante quando se trata do Bezerro de Ouro.
Recordemos: Nikolas é o Midas das redes. Tudo o que o rapaz toca, ou, melhor, tudo o que grava, transforma-se em ouro puro. A monetização de vídeos que ultrapassam vinte milhões de visualizações no YouTube alcança cifras estratosféricas, e ele não se limitou a uma única proeza nessa plataforma. Foram incontáveis as “bombas” que viralizaram. Isso enche as burras de qualquer mortal e, diga-se sem hipocrisia, de forma honesta.
O pecado de Nikolas não foi enriquecer. Foi ostentar-se rico. Partiu de origens humildes e hoje se perfila como um Don King do boxe político: promove a própria bancada com o mesmo fervor com que o magnata do box promovia seus pugilistas, investindo a popularidade em projeto pessoal enquanto o país e aquele que, literalmente, dá a vida para salvá-lo, agonizam. Enquanto Jair se imola, o garoto ingrato cruza o Brasil em jatinho particular, cordão de ouro ao pescoço, deslumbrado com as vaidades do mundo: a riqueza, o luxo, o poder. Não é a fortuna que ofende. É o indisfarçável deslumbramento.
Não por acaso o chamam Bezerro de Ouro.
@allanconta5 Quer dizer que o doutor iluminado que surgiu no porão de uma academia que cobrar ética e prudência e sofisticação moral é apenas um fantoche para criar conflitos e divisão na direita é apenas um infiltrado para levar o voto nulo na direita?
Faz sentido, é o Argente provocador...
@ProfessorBellei Muito me estranhou ele não querer ir ver o Trump quando o Eduardo o convidou. Muito me estranhou ele ir algumas vezes aos Estados Unidos, inclusive durante a copa. Convites para discursar na ONU e no Parlamento Europeu, lugares que são extremamente avessos aos conservadores.
São muitas as coisas que me causam estranhamento na política brasileira. Coisas que realmente me incomodam, no sentido mais visceral do termo. Tomemos, por exemplo, esse garoto que se fez deputado e agora percorre o país a fabricar bancada de novos eleitos. Isso me perturba. Senão, vejamos: no meu tempo, sair pelo Brasil afora a costurar bancada era privilégio de mandatários. Nada mais natural que um presidente percorresse o território nacional a recomendar votos em seus correligionários, de partido ou de ideologia. Ao baixo-clero cabia a mesma operação, porém em escala proporcional, ou seja, modesta, restrita a estados e municípios. O deputado Nikolas, contudo, subverteu essa ordem natural das coisas. Agora ele viaja o país indicando garotos imberbes como ele próprio e isso é perturbador: em primeiro lugar, porque Nikolas não está alinhado com o seu partido, que deveria reservar a atividade correligionária ao concorrente oficial ao cargo executivo máximo, isto é, Flávio. Em segundo lugar, porque rodar o Brasil custa caro, sobretudo para um jovem cujo salário é incompatível com tamanha mobilidade. Pergunta-se, então, quase por instinto: quem banca a aventura do mancebo? Em terceiro lugar, porque os indicados por ele não são os indicados pelo líder máximo da direita, Jair Bolsonaro, a quem o rapaz jura pertencer. Estranho, não? Mais estranho ainda é o fato de que o menino Nikolas só se engajou na campanha de Flávio nos últimos minutos do segundo tempo e, coincidentemente, seus protegidos não citam Flávio nas redes sociais.
O que verdadeiramente me inquieta é perceber que Nikolas, impulsionado por um poder econômico considerável, percorre o país estruturando, já agora, a sua própria campanha presidencial, prevista para daqui a quatro anos. Digo poder econômico porque, segundo a imprensa, ele tem viajado de jatinho particular. Isso custa caro, tão caro que nem mesmo Jair Bolsonaro se permitia tal luxo. Bolsonaro voava de carreira, vivia nos aeroportos, onde o povo o cercava para o abraço e o apoio. Não é o caso de Nikolas.
Politicamente, ele já integra uma elite bem privilegiada. É curioso, também, que o rapaz tenha saído de uma região pobre e hoje circule entre amigos e parentes abastados. Casou-se com mulher rica, dirão os biógrafos e os adoradores. Sim, é verdade. Logo, ele agora é rico. Mas o problema não está em ser rico; está em dever favores a grupos poderosos, porque isso termina, invariavelmente, em formação de oligarquia. Nikolas não amadureceu o tempo suficiente para resistir às três tentações do deserto. Entrou ontem na política e já faz parte de uma oligarquia. Não há nada de orgânico nessa ascensão meteórica e esse é o problema, pois o que não é orgânico costuma ser marionete. Abre o olho, Brasil.
Acho que o @elonmusk é alguém entendido de tecnologia, certo?
Ele disse: “eu sou alguém que normalmente apóia a tecnologia e mesmo assim estou dizendo que NÃO deveria haver nenhuma máquina para votar.”
O candidato dos Six Seven que farmam aura.
O Chico Linguiça se perdeu a ponto de voltar a ser linha auxiliar do PT, algo que teve seu pico em 2021 naquele ato fracassado do 12/9.
O MBL podia capitalizar votos, montar base e mirar 2028, preferiram queimar largada e mamar o PT.