São pessoas muito mais dignas do que ele jamais será.
Cada pai de família que levanta cedo para trabalhar, seja no que for, merece o respeito.
Lula, seu tempo acabou. O Brasil não aguenta mais isso.
Mais um capítulo de blindagem escancarada no topo do Judiciário.
O Presidente do STF, Luiz Edson Fachin, anulou e arquivou investigação da PF envolvendo o ministro Toffoli e o Grupo Master.
Um “acordo” entre ministros retirou Toffoli da relatoria, mas garantiu a blindagem institucional, com direito até do voto do ministro no caso.
Que mensagem isso passa para o Brasil? O Senado precisa reagir contra esses abusos.
#impeachmentjá
Veja - https://t.co/enYWPD8RyQ
Só 7 aninhos de um inquérito de ofício que serve para qualquer coisa e agora os democratas brasileiros agora estão começando achar que Moraes está passando dos limites.
Já pensou o dia em que a velha imprensa descobrir que há réus do 8 de janeiro que morreram na cadeia, que Filipe Martins foi preso por uma viagem que não fez e por acessar uma rede que nunca acessou?
DE LUCAS DI GRASSI PARA RAÍ: “SE ALGUÉM É DE ESQUERDA COMO VOCÊ, OU ESTÁ NO MEIO DA ROUBALHEIRA OU É LIMITADO COGNITIVAMENTE”
https://t.co/YNhKu4RnoY
A verdade nua e crua...
https://t.co/YNhKu4RnoY
Gonet afirma não ser idôneo um documento juntado pela defesa e fornecido pela própria Microsoft, dona do LinkedIn, comprovando que Filipe não acessou a rede social
Diz Gonet: “a nova documentação juntada (…) não oferece idoneidade suficiente para afastar o fato exposto no documento comprobatório de uso da rede social em 28.12.2025”
Para prender, um print é documento comprobatório; para soltar, o documento da própria rede social não é idôneo.
A única coisa que não é idônea, nesse caso, Gonet, é sua atuação.
O juíz Moraes, um violador de direitos humanos sancionado, expôs o Supremo Tribunal Federal do Brasil à vergonha e ao descrédito internacional ao desrespeitar normas tradicionais de autocontenção judicial e politizar de forma escancarada o processo judicial. Os Estados Unidos estão profundamente preocupados diante de seu mais recente ataque ao Estado de Direito e à estabilidade política no Brasil: a provocativa e desnecessária prisão do ex-presidente Bolsonaro, que já estava em prisão domiciliar sob forte vigilância e com rígidas restrições de comunicação. Não há nada mais perigoso para a democracia do que um juiz que não reconhece limites para seu poder.
🚨Parece piada, mas nunca é. STF faz vídeo com Porta dos Fundos com intenção de se aproximar do cidadão
STF não tem que se aproximar da população, STF tem que se aproximar da Constituição.
Na mesma semana em que, num bairro nobre de São Paulo, Vitor Medrado, um instrutor de ciclismo, foi morto com um tiro no pescoço por dois animais que queriam roubar seu celular, o sempre equivocado senhor Barroso lançou, com pompa e circunstância, um projeto denominado “Pena Justa”, cujo objetivo é dar mais conforto aos criminosos nas penitenciárias brasileiras.
Observem que estamos falando de latrocidas (como os que mataram Vitor Medrado), de traficantes que integram facções criminosas de altíssima periculosidade, de estupradores, sequestradores e por aí vai. Quem atua na justiça criminal sabe que batedor de carteira, furtador de galinha, estelionatário e outros condenados por crimes mais leves sequer cumprem pena de prisão no Brasil.
O mesmo senhor Barroso, tão preocupado com o conforto de criminosos violentos e perigosos, considera “pena justa” 17 anos de prisão para a cabeleireira Débora Rodrigues, mãe de duas crianças, que escreveu com batom numa estátua em frente ao STF:
“Perdeu, Mané”.
Já Elize Matsunaga, que matou e esquartejou o marido, pegou 16 anos.
O projeto “Pena Justa” do senhor Barroso e seus pares é só para alguns.
Para as vítimas (e também para os desafetos políticos do tribunal), teremos o projeto “PERDEU, MANÉ”.
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