Votar em Flávio significa:
Soltar Vorcaro.
Libertar Jair.
Taxar o PIX.
Congelar o mínimo.
Validar a escala 7x0.
Perder terras raras.
Entregar o petróleo.
Normalizar golpes.
Privatizar praia.
Retornar a fome.
Milicianizar a vida.
Ajoelhar para Trump.
Virar colônia.
Rachar o país.
Então o delegado-geral que PRENDEU Daniel Vorcaro agora é afastado do seu cargo por uma decisão do ministro Mendonça, o indicado por Bolsonaro?
Que cheirinho de golpe de estado no ar.
Boneco inflável do Trump, diversas bandeiras de EUA e Israel.
Vão tentar te convencer que essa galera é patriota e defende o Brasil. Você decide acreditar ou não nessa mentira.
Esse estrelas da casa é um mico. O pagode canta parado sem nenhum desafio, o pop tem que decorar coreografia, acertar tom do grupo e tomar esporro aí fica fácil pro Belo falar que sentado eles conseguem cantar melhor vsf
A Daniela Lima desmascarou a narrativa do Flávio Bolsonaro ao mostrar que o dinheiro do Banco Master não era privado, mas sim de fundos públicos de aposentados e que esse dinheiro segundo as investigações está bancando a vida confortável de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
Ontem a conversa sobre educação na entrevista à TV Globo foi mais curta do que eu gostaria. Eu falei que se você pesquisar desde a Proclamação da República até o dia de hoje não vai encontrar um governo que fez a quantidade de políticas de inclusão social que nós fizemos. Disse isso porque tenho consciência do que nós conquistamos neste país.
Só na educação:
✅ Criamos 1,8 milhão de vagas de ensino integral de 2023 para cá. Queremos universalizar essa modalidade no próximo mandato. Por quê? É a chance de as crianças terem esporte, arte, cultura e aprenderem desde cedo a respeitar as mulheres e o meio ambiente. É mais convívio social. Menos telas. É segurança para mães e pais que estão no trabalho.
✅ Anunciamos 111 novos Institutos Federais neste terceiro mandato. Com isso, dos 802 que o Brasil terá, 626 serão resultado dos mandatos de Lula e Dilma. Qualificar e descentralizar o estudo técnico gera oportunidades em todo o país.
✅ O Pé-de-Meia chegou a 7,3 milhões de adolescentes. Entre 2022 e 2025, a taxa de abandono escolar no ensino médio caiu 61%. A evasão escolar é a menor já registrada. Concluir os estudos amplia a chance de conquistar empregos mais bem remunerados na vida profissional.
✅ Saltamos de 5 milhões de pessoas com diploma universitário em 2003 para 25 milhões atualmente. Queremos chegar a 50 milhões. A qualificação no ensino superior abre portas, carreiras e nos torna mais soberanos, capazes de propor soluções nossas em áreas como terras raras e inteligência artificial, por exemplo.
✅ O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) alcançou o melhor resultado da história.
✅ Atingimos, na população total, o menor índice de analfabetismo da história: 4,9%.
✅ Juros por educação: Estamos renegociando as dívidas dos estados. Em contrapartida, eles terão que investir parte do valor que vão economizar em educação.
✅ Demos reajuste para professores e técnicos da rede pública federal.
✅ Estamos criando a primeira universidade do esporte, e a primeira universidade indígena do país.
✅ Restrição do uso de celular nas escolas, que está melhorando o aprendizado e o convívio de nossas crianças e adolescentes.
✅ Saltamos de 44% para 74,5% no percentual de escolas conectadas dentro do padrão adequado para fins didáticos. Temos o compromisso de universalizar.
✅ A merenda escolar voltou a ser prioridade. Atende 40 milhões de estudantes em 146 mil escolas. Após seis anos de congelamento nas gestões anteriores, tivemos aumento médio de 55% do valor por aluno.
✅ O MEC Livros e o MEC Idiomas permitem o acesso a milhares de publicações e o aprendizado de inglês e espanhol de forma gratuita.
O caminho é longo, mas sempre reforço: educação não é gasto, é investimento.
A pergunta que precisa ser feita sempre é: quanto custou ao país não investirem antes?
É inacreditável: a Globo entrevistou o Presidente da República em plena maior crise de soberania nacional e simplesmente ignorou o assunto.
Nenhuma pergunta sobre Trump. Nenhuma sobre o tarifaço contra o Brasil. Nenhuma sobre interferência externa, ameaças à democracia ou sobre como o país pretende reagir à pressão de uma potência estrangeira.
A Globo conduziu a sabatina como se estivéssemos diante de uma eleição absolutamente normal, isolada do cenário internacional e das pressões que o Brasil enfrenta.
Talvez aí esteja justamente o problema: para uma parte da nossa imprensa, o golpismo, a pressão estrangeira e as ameaças às instituições parecem ter sido incorporados à paisagem. Isso também diz muito sobre esta eleição.