é revoltante se deparar c crimes de lesbofobia e se lembrar de q estando dentro de uma bolha a gnt sente uma falsa sensação de segurança e nos esquecemos d q existem pessoas q querem nos machucar só por sermos quem somos
pela implementação da lei Luana Barbosa em nível nacional
Uma semana antes de gravar, uma amiga que é uma mulher trans, me explicou que na época tentavam me ofender falando que eu parecia "uma travesti" aí quando entendi que isso era "ofensa" parei e falei " pq seria ofensivo ser confundida com outra mulher" por isso eu levei uma dançarina trans na época para os palcos comigo. Quando entendi que tentavam ser "trasnfobicos" naquela época eu entendi meu papel no mundo LGBT.
esses canalhas devem ser expostos mesmo! ela foi grandona, sem medo nenhum
se crescem para cima de mulheres, usam seus poderes e força pra dominar... pois que todos saibam disso! eu tô enojada real
Ela só quer fazer o procedimento protocolar. O ignorante é tao cru que confunde aula de cultura com religiao e manda um "a senhora ta alterada" qd ela simplesmente segue o protocolo. Inacreditável o cidadão ter que lidar com tanto despreparo da parte de quem anda armado.
Um homem de 25 anos mandou mensagem para uma menina de 13 anos.
"Oi, gatinha." "Meu sonho é ficar com você." "Seria uma honra tirar a virgindade dela."
O que ele não sabia: era a mãe quem respondia.
A mãe perguntou diretamente: "Isso não é pedofilia?"
Ele deu risada. E marcou o encontro.
Chegou lá — e encontrou a mãe.
Sete dias sem dormir. Conhecia o homem há 20 anos. Viu a filha crescer.
Ela bateu nele. Depois acionou a polícia, fez o boletim e entregou o celular como prova.
Ele foi à delegacia, prestou depoimento.
E foi embora. Não ficou preso.
Uma mãe passou 7 dias em colapso, montou uma operação, colheu as provas, entregou tudo — e o Estado soltou o homem na mesma noite.
Ela fez o trabalho da polícia, do MP e do judiciário.
E mesmo assim, não foi suficiente para mantê-lo atrás das grades.
"É inacreditável que isso esteja recebendo tão pouca atenção. O Prêmio Europeu de Imprensa deste ano foi concedido a uma reportagem investigativa do jornal holandês De Volkskrant. Intitulada "O que as feridas revelam", a matéria documenta os casos de 114 crianças em Gaza, menores de 15 anos, atingidas por um único tiro na cabeça ou no peito. Quase todas morreram ou ficaram gravemente incapacitadas. Os jornalistas optaram por documentar apenas os casos de meninos e meninas menores de 15 anos (muitas vezes bem mais jovens: com 3, 4 ou 7 anos), pois são crianças que podem ser imediatamente identificadas como tal. "Um único tiro nessas partes do corpo é uma clara indicação de que essas crianças foram alvos deliberados", escrevem os jornalistas.
Artigo no link abaixo...
Ainda impactado com a força e a beleza da comunidade LGBTQIA+ na Avenida Paulista, na 30a parada que segue inspirando o mundo todo.
Obrigado por tanto carinho que recebi hoje! 🌈❤️
“Quando uma pessoa pode viver plenamente quem é, toda a sociedade se torna mais livre.”
"women are just as bad as men"
So then provide at least 3 examples of a man being gang r*ped by women.
Show me one instance of an adult woman trafficking adult men.
List all the anti-man laws women have drafted.
Find a sorority that regularly r*pes men during their parties.
When I'll start seeing men with melted faces from gender based acid attacks then I will buy into the "women are just as bad" rubbish
quando eu digo que sou a favor do aborto é plenamente. não me importo com a opinião caso a caso. a pessoa está grávida e não deseja estar? suficiente. pode ser pra aparecer magrinha num casamento. pra ir nos brinquedos do parque. foda-se. não me importa.