Alexandre de Moraes está desde o dia 9 de dezembro sem explicar o contrato de R$ 129 milhões entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci, e o banqueiro corrupto Daniel Vorcaro. São 193 dias
@HugoMottaPB@LulaOficial Isso é um ESCULACHO do Lula em nós. Mais um! O PLP cuja urgência aprovamos já era para ampliar para R$ 130 mil - o que está longe de ser suficiente. Ridículo, governo de MENTIRA e CONTRA o trabalhador! R$ 140 mil no mínimo - e já!
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Globo brabinha com a Cazé TV por causa da audiência na Copa. Governo tomou as dores e começou a perseguir o gordão. Eu queria muito defender a CazéPT, mas ai lembro que o chiclete de baleia fez o L, então meu mais sincero fodase. Briguem desgraçados: essa é minha posição oficial.
Por que isso aqui teve quase nenhuma repercussão?
"Uma paralisação mobilizou cerca de 1.200 trabalhadores da fábrica da Midea em Pouso Alegre (MG) nesta terça-feira (23), após denúncia de agressão física contra um funcionário do setor de qualidade. Segundo o sindicato da categoria, o trabalhador teria sido atingido com socos nas costelas e por uma borracha de vedação, chamada de “gaxeta”, por um gerente estrangeiro.
A manifestação aconteceu na porta da unidade e foi marcada por indignação dos empregados. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Pouso Alegre, o episódio foi o estopim para a paralisação, que também denuncia casos de assédio moral e condições consideradas precárias.
"O que ocorreu aqui para a gente, ele supera a questão do assédio moral. Para nós do sindicato, o que aconteceu é uma lesão corporal, porque um trabalhador que saiu de casa de manhã para vir aqui para a empresa trabalhar, ganhar o seu pão de cada dia, foi covardemente chicoteado nas costas. Infelizmente, num período que é muito vergonhoso para a história do nosso Brasil, a gente sabe que os trabalhadores escravizados eram chicoteados para que eles produzissem, para que eles trabalhassem."
O Brasil é um regime socialista de autoritarismo crescente
Gramsci deve estar sorrindo no inferno.
O teórico comunista estava certo. A forma mais eficiente de impor o socialismo não é na ponta do fuzil, como fizeram os bolcheviques, mas pela conquista da cultura, em que as pessoas vão abandonando valores tradicionais e adotando o pensamento esquerdista sem nem perceber.
Esse é o ponto que poucos entenderam. O socialismo do século XXI abandonou a estatização das fábricas e adotou a captura das instituições. Não precisa mais confiscar a propriedade quando consegue esvaziá-la por dentro. Na verdade, o confisco continua existindo, só que de forma implícita. Se um empresário não pode mais administrar a própria empresa como julga melhor, ele já não a possui de verdade. O título de propriedade permanece no papel. O conteúdo do direito é que foi expropriado. É o mesmo projeto de sempre, com outra roupagem. E é exatamente essa mutação que Gramsci anteviu.
A estratégia foi amplamente adotada pela esquerda brasileira, pela ocupação de espaços no meio artístico, nas universidades, na imprensa, nas religiões organizadas e em outras instituições, dentro e fora do Estado, inclusive os próprios órgãos de Justiça.
O resultado começa a aparecer como uma avalanche. Vai muito além da censura e da perseguição à direita dos últimos anos. Chega ao ponto de condenações que transformam a vida privada em campo de batalha ideológico.
Algumas decisões judiciais recentes expõem o nível de arbitrariedade alcançado:
1. A Ortobom, fabricante de colchões, foi condenada a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos porque todas as suas 24 chefias eram ocupadas por homens. Em nenhum momento o processo provou um único caso concreto de discriminação contra uma mulher. O TST entendeu que a ausência de mulheres, por si só, inverte o ônus da prova: cabia à empresa demonstrar que seus critérios de promoção eram neutros. Na prática, a estatística virou acusação. Vale lembrar que NÃO existe lei alguma que obrigue uma empresa a contratar mulheres, e que, pela Constituição, ninguém pode ser punido sem que a lei defina o crime. Mas, como a ideologia socialista EXIGE igualdade de resultados, e não igualdade de oportunidades, a empresa foi condenada.
2. Um casal do interior de São Paulo foi condenado por educar as filhas em casa, o chamado homeschooling, mesmo demonstrando que as meninas têm nível cultural muito superior à média brasileira. Detalhe que diz tudo: o próprio Ministério Público pediu a absolvição, e o juiz condenou assim mesmo, contrariando entendimentos do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo, do STJ e do Supremo. O magistrado se incomodou até com o fato de uma das filhas não gostar de funk e sertanejo, o que ele leu como "discriminação e preconceito". Numa lógica que trata o Estado como dono das crianças, é primordial que elas sejam educadas pelo time de professores militantes, que transforma os inocentes em soldados da revolução.
3. Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, foi condenada por omissão diante das agressões que mataram o próprio filho. Depois de o júri desclassificar o homicídio para a forma culposa, a juíza concedeu o perdão judicial. O motivo: a sociedade teria agido de forma "misógina" e "patriarcal" ao cobrar dela, como mãe, a proteção da criança. Na prática, o gênero da ré valeu mais do que a vida de um menino de quatro anos.
São três exemplos entre uma série crescente de decisões, todas movidas pelo mesmo princípio. A lei deixou de ser igual para todos e passou a depender do grupo a que pertence o réu. Empresa privada, pune-se. Pais cristãos que educam, pune-se. Mãe omissa diante da morte do filho, perdoa-se. É a revogação da Constituição e das leis em nome da ideologia.
E nada disso acontece num vácuo. Esses casos se somam a um quadro de censura e perseguição política em que a própria oposição ao regime foi criminalizada. O principal líder da direita está preso e inelegível, condenado num verdadeiro show trial. Milhares de pessoas foram censuradas, e centenas, presas. Há brasileiros no exílio por razões políticas. Não está satisfeito com a corrupção endêmica, com o crime organizado tomando conta do país? Fique quieto, ou seja preso. Essa é a realidade desde 2019. Onde o adversário do regime perde a liberdade, não há oposição livre. E onde não há oposição livre, a eleição vira fachada, assim como a própria "democracia".
A outra ferramenta de tomada do patrimônio é a tributação. Aqui o confisco é literal, e ganhou tração inédita no último governo. Em pouco mais de três anos, foram dezenas de aumentos de impostos, num ritmo que chegou a quase um novo tributo a cada 27 dias. A carga tributária bateu o recorde histórico, superando 32% do PIB, e a arrecadação federal alcançou R$ 2,9 trilhões em 2025, a maior da série. A partir de 2026, voltam a ser tributados os dividendos, rompendo uma isenção que vigorava desde 1995. E vêm aí os efeitos da reforma tributária, que elevarão sensivelmente a carga sobre o setor de serviços, justamente o grande motor da economia.
E mesmo arrecadando como nunca, o governo gasta ainda mais. A conta não fecha pela receita, fecha pela dívida. O endividamento público explodiu: a dívida bruta saltou para perto de 79% do PIB, uma alta de quase sete pontos em três anos, e caminha para mais de 83% já em 2026. Só de juros, o Estado torrou cerca de R$ 1 trilhão num único ano, quase 8% de tudo o que o país produz. É esse rio de gasto público e crédito subsidiado que mantém a economia aparentemente aquecida. Na prática, o regime financia a própria popularidade no cartão de crédito, empurrando a fatura para frente. E essa fatura tem nome: inflação, que corrói silenciosamente o poder de compra do trabalhador, e juros nas alturas, que sufocam quem quer produzir. Sufoca-se a livre iniciativa por dentro, sangrando quem produz, enquanto o Estado se endivida para sustentar a ilusão de prosperidade.
A marca central do socialismo é a negação dos direitos individuais fundamentais. A liberdade de expressão, de culto, o direito à propriedade, à livre iniciativa. É a guerra contra a livre iniciativa em todas as suas matizes, supostamente em favor do coletivo, mas, na prática, concentrando poder nas mãos daqueles que se apresentam como líderes das massas "oprimidas". E o socialismo não confisca apenas a liberdade econômica. Confisca também a liberdade política.
Em qualquer sociedade minimamente saudável, cada um desses casos bastaria para provocar uma revolta de grandes proporções. Mas numa sociedade em que boa parte da população já foi inoculada com o vírus mental socialista, a oposição não é suficiente para mudar a trajetória rumo à consolidação de um autoritarismo sem precedentes.
Não existem danos morais coletivos. Todo grupo humano é diverso em pensamento, o que é ofensivo para um indivíduo é inócuo para outro e elogio para um terceiro.
Dada a diversidade cognitiva dos indivíduos, absolutamente tudo o que alguém fizer será ofensivo subjetivamente para outrem. Uma sociedade que alegue que consegue preservar as liberdades individuais enquanto também tenta proteger alguém de se sentir ofendido está mentindo para si mesma. E uma sociedade que use essa base já frágil — alguém, em algum lugar, se sentiu ofendido — para construir a ficção ainda mais insustentável de “dano moral coletivo” está caminhando a toda velocidade na direção do totalitarismo.
A ideia do indivíduo abstrato como célula da sociedade democrática é um dos legados do iluminismo. E o coletivismo por trás de conceitos como dano moral coletivo é mais associado ao legado da União Soviética e do Terceiro Reich.
A Ortobom, ao ter que pagar uma multa por "danos morais coletivos" por suposta insuficiência de mulheres na chefia, é vítima de uma ficção coletivista autoritária.
O Judiciário brasileiro que faz esse tipo de ativismo judicial é inimigo da liberdade, bem como todos os operadores do direito que apoiam a ideia dos "danos morais coletivos".
A velha imprensa correu para vender uma “vitória de Moraes” nos EUA, mas não foi bem assim: juíza não aceitou que AGU defenda Moraes e nem suspendeu o processo, isso é mentira
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Feministas são uma espécie de ariete do totalitarismo globalista.
Inventam nos países ocidentais uma infinidade de “violências contra a mulher” que não configuram violência alguma, banalizando o conceito, com a finalidade de solapar a constituição de famílias.
Mas onde há efetivamente violência real, brutal, organizada, sempre se calam, como no Irã.
Aqui a coisa foi pior.
Feminista que faz o papel de relatora de uma das intermináveis agências globalistas para “violência contra a mulher“ foi surpreendida e confrontada por vítima real, mulher sequestrada, agredida, abusada pelos terroristas do hamas.
Ao final exige desculpas da feminazi, que surpreendida com o contraditório, limita-se ao silêncio ensurdecedor.
O absurdo disso está em outro patamar. A Ortobom não discriminou nenhuma mulher. Nenhuma candidata foi rejeitada por ser mulher. Não existe vítima.
O TST simplesmente olhou para a lista de gerentes, viu que todos eram homens e concluiu: discriminação. A empresa passou a ser tratada como culpada até provar o contrário e foi condenada porque suas escolhas foram consideradas "estatisticamente" improváveis.
Esse nível de intromissão na vida de quem empreende, assume riscos e gera empregos já é escandaloso. O Judiciário gastar tempo e recursos com isso, sem amparo legal, mais ainda.
Tudo isso em um país com 40 mil homicídios por ano, 26% da população sob domínio do crime organizado e corrupção galopante já entra no terreno da distopia.
Coisa de republiqueta falida.
MIN.GILMAR,SERIA “ERRO CRASSO”OU CR1M3,UM JUÍZ ATUAR ASSIM?👇🏼
1)Não se declarar suspeito/impedido de julgar processos da @CBF_Futebol qdo se tem Instituto c/contrato de R$10 milhões da mesma entidade.
2)Anular operação símbolo internacional de enfrentamento à impunidade q prendeu políticos e empresários muito poderosos mas tbém muito corruptos(Lava Jato).
3)Participar politicamente de eventos de inauguração de estrada(MT),dar mais entrevistas q parlamentares e ainda comentar ações fora dos autos,atacando até colegas p/“cavar”nulidade de processo MASTER pra lá de incômodo…
4)Usar avião de empresa ligada ao criminoso VORCARO,do MASTER…
5)P/algumas das alternativas acima,já pedimos seu impeachment desde o ano passado! A Verdade e Justiça prevalescerão. #acordasenado #acordabrasil🇧🇷 Paz & Bem
Estas duas piranhas conseguiram comprovar para toda sociedade ginocêntrica que não existe machismo estrutural no Brasil.
O que existe é putaria institucional!!!
A alegação de Lula na Lava Jato é que o sítio Santa Bárbara, em Atibaia-SP - frequentado 111 vezes por ele entre 2012 e janeiro de 2016, e reformado por duas empreiteiras do petrolão (OAS e Odebrecht) -, era emprestado pelos amigos Jonas Suassuna e Fernando Bittar, proprietários formais do imóvel e sócios de Lulinha na empresa Gamecorp, depois rebatizada de BR4.
A alegação do senador petista Jaques Wagner no caso da Operação Compliance Zero é que o apartamento n° 1.702 do empreendimento Poème Horto, em Salvador-BA, foi destinado à sua filha e adquirido pelo empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro, após o líder do governo Lula no Senado ter dito a ele: “Você pode comprar? Depois eu vou recomprar.”
Lula chegou a ser condenado em duas instâncias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do sítio, antes das manobras do STF que levariam à extinção do processo em agosto de 2021 (de modo similar ao ocorrido no caso do triplex do Guarujá, pelo qual o petista chegou a ser condenado em três instâncias).
A juíza Gabriela Hardt apontou, por exemplo, “o recebimento de vantagens indevidas da Odebrecht em razão do seu cargo em benefício próprio” e afirmou que Lula “tinha plena ciência da origem ilícita dos recursos utilizados pela Odebrecht na reforma”. Para ela, restou "incontroverso" o fato de que a família do petista chegou usar a propriedade até mais do que a família Bittar. A sentença também condenou Marcelo e Emílio Odebrecht, além de Léo Pinheiro, da OAS, por pagamentos de propina em forma e reforma de imóvel, e foi mantida pelo TRF-4, que ainda aumentou a pena de Lula de 12 anos e 11 meses de prisão para 17 anos, 1 mês e 10 dias.
Já endereços de Jaques Wagner foram alvos de busca e apreensão, autorizadas pelo relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça, em razão das suspeitas da Polícia Federal de pagamentos de propina feitos por Augusto Lima “em troca de atuação parlamentar” de Wagner “em temas de interesse do Banco Master”.
Ninguém costuma ter amigos tão generosos quanto os do PT, que se dispõem a bancar aquisição e reformas de imóveis, ou a emprestá-los gratuitamente para uso maior que o próprio, ao longo de anos. Mas, entra escândalo, sai escândalo, e os petistas ainda querem que você acredite na generosidade desinteressada dos empresários que faturam em seus governos, ou até mesmo, como agora, que o imóvel presenteado seria recomprado depois.
Chegamos, possivelmente, à modalidade da propina consignada, recebida como crédito, mas descontada no fim de mês, do ano, da década, ou quem sabe um dia, se a PF bater à porta.