Fux cita literatura jurídica.
Cármen cita poesia.
Fux usa embasamento técnico-jurídico.
Cármen usa narrativa política.
Fux fala em precedentes, doutrina, jurisprudência.
Cármen fala em metáforas, sentimentos, retórica.
Fux constrói voto com base no direito.
Cármen constrói discurso com base na opinião.
Fux aponta limites constitucionais.
Cármen projeta intenções ideológicas.
Fux sustenta com a lei.
Cármen sustenta com narrativas.
“Ter a firmeza para condenar quando houver certeza e o mais importante, ter humildade para absolver quando houver dúvida”.
- Brasil 2025: estamos aplaudindo um juiz aplicar as óbvias leis do país. O correto se tornou exceção diante de um tribunal de exceção.
Lul4 é um moleque, péssimo gestor é quem o colocou na cadeira de presidente é irresponsável
O ex condenado joga com a vida das pessoas e quem sai perdendo é o povo
O governo Lula planeja gastar até R$ 3,5 bi em publicidade em 2025 para promover políticas e estatais, conforme licitações em andamento (fontes: Folha, UOL). Ao mesmo tempo, o MEC suspendeu compras de livros de ciências, história e geografia para 2026 por falta de verba, priorizando só português e matemática (G1, O Globo). Isso reflete prioridades questionáveis: imagem política sobre educação básica, agravando desigualdades em escolas públicas.
Demorou, mas chegou.
Enfim, um órgão de imprensa está dizendo com todas as letras a palavra “ CENSURA “.
E afirmando que vivemos em um Estado de Censura Permanente.
Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, entrou no radar da Casa Branca e poderá ser alvo de sanções econômicas e restrições legais.
Viviane, sócia do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, é suspeita de ter se beneficiado diretamente de decisões tomadas por seu próprio marido no Supremo Tribunal Federal, em um possível caso de conflito de interesses com repercussões internacionais. As autoridades americanas investigam o fluxo de contratos e lucros milionários firmados após decisões judiciais polêmicas proferidas por Moraes.
Segundo fontes ligadas ao governo Trump, o escritório da advogada teria crescido de forma suspeita em áreas diretamente relacionadas a decisões do STF, o que levanta a possibilidade de tráfico de influência e favorecimento empresarial com base em decisões togadas.
A medida se soma às sanções já aplicadas a Alexandre de Moraes e outros ministros do STF, acusados pelo senador Marco Rubio de liderar uma “caça às bruxas judicial” contra Jair Bolsonaro e de praticar censura transnacional com impacto inclusive sobre cidadãos americanos.
A inclusão de familiares nas sanções sinaliza um endurecimento da política externa americana: a impunidade togada brasileira começa a ter consequências no cenário internacional. Viviane Barci pode ser apenas o primeiro nome de uma lista que incluiria também as esposas de Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Dias Toffoli.
E o que torna o caso ainda mais perturbador é o próprio passado de Viviane Barci: ela tem em seu histórico a acusação de ter aplicado um golpe contra sua própria família, envolvendo disputas patrimoniais e decisões judiciais controversas - que agora voltam à tona com ainda mais peso, diante da proximidade com o ministro mais poderoso do Brasil.
A mulher que teria se beneficiado das decisões do marido no topo do Judiciário já foi acusada de manipular processos em benefício próprio. Se fez isso com os seus familiares, o que não faria com o país?
Quem lucra com a injustiça e a tirania não passará despercebido, nem mesmo se estiver de mãos dadas com o rei absolutista do STF.