Flavio reconheceu ontem que recebeu dinheiro do Vorcaro por serviços jurídicos. No dia 1 de julho ele disse que só tinha falado com Vorcaro sobre o filme.
Esse é o candidato que cita a Biblia dizendo que a verdade nos libertará.
Só a renúncia dele à candidatura nos libertará do Bolsopetismo! Ainda dá tempo
@andreshalders E aquele promotor que há anos "combate o pcc" deu entrevista, segundo ouvi na rádio nova Brasil, surpreso... indignado com a sanção. Me chamou atenção.
A DISNEYLÂNDIA DOS INTOCÁVEIS
Vem aí mais uma edição do famigerado Fórum de Lisboa, mais conhecido como “Gilmarpalooza”.
O evento é organizado por Gilmar Mendes, o ministro do STF que tenta calar @RomeuZema por uma sátira.
@rafbel@soleil_mystic Exatamente! Ela pode ter montado um Gem especialista com tudo de conhecimento relevante que ela usa nesse tipo de atendimento, ter validado o modelo e estar usando. Aí a pessoa acha que porque foi rápido tá errado? Parece aquilo do mecânico que resolve em 5 min: caro?
Bom dia Brasil.
Hoje é o segundo dia de abertura para assinaturas da CPMI do Banco Master.
E até agora, nenhum parlamentar do governo Lula assinou o pedido.
Nenhum.
Por isso, estou desafiando publicamente os parlamentares do governo federal a assinarem a CPMI do Banco Master.
Se defendem transparência…
se defendem investigação…
se defendem a verdade…
qual o motivo de não quererem assinar?
O Brasil merece respostas.
Quem não deve, não teme CPMI.
O senador Ciro Nogueira (PP-PI) era o "destinatário central" das vantagens indevidas de Daniel Vorcaro, diz a PF.
Ex-ministro de Bolsonaro "instrumentalizou o exercício do mandato parlamentar em favor dos interesses privados" do dono do Master, segundo o relatório.
A Lava Jato já havia acusado Ciro de receber propina das empreiteiras Odebrecht (R$ 7,3 milhões) e UTC Engenharia (R$ 2 milhões). Delatores da JBS também afirmaram que ele recebeu R$ 2,9 milhões em propina para garantir apoio do PP à reeleição de Dilma. Ciro ainda foi acusado de tentar comprar o silêncio de um assessor que teria testemunhado o "quadrilhão do PP"; e de formar uma organização criminosa que teria influência sobre diretoria da Petrobras.
Em todos os casos, o senador foi blindado pelo STF, com atuações decisivas de Gilmar Mendes, Dias Toffoli e seu apadrinhado Kassio Nunes Marques, entre outros.
O resultado da impunidade geral, como previsto, foi a manutenção da farra.
Alexandre de Moraes prometeu em sabatina de 2017 no Senado declarar-se impedido no STF em casos envolvendo o escritório de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, “mesmo que não houvesse previsão legal”.
O ministro ainda elogiou como “sábia” e feita “em boa hora” a então ampliação da vedação à atuação de magistrado em casos envolvendo o escritório e não só a “figura personalíssima” de cônjuge e/ou parentes próximos.
Seis anos depois, em 2023, no entanto, Moraes votou contra a ampliação que havia elogiado, ajudando o STF a derrubar a obrigatoriedade de impedimento em casos envolvendo escritório de parentes próximos e/ou cônjuge, como o Barci de Moraes, de sua esposa e dois de seus filhos, Giuliana e Alexandre. Ainda assim, como Moraes havia afirmado, em relação à declarar-se impedido, que “o faria mesmo que não houvesse previsão legal”, não está claro - para dizer o mínimo - se ele vai ou não cumprir sua promessa.
No ano seguinte, em 2024, o Barci de Moraes assinou contrato com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, prevendo um total de R$ 130 milhões em pagamentos mensais de mais de R$ 3,6 milhões, os quais, interrompidos em novembro de 2025, quando Vorcaro foi preso e a instituição liquidada pelo Banco Central, renderam R$ 80,2 milhões ao escritório da esposa e de dois filhos do ministro do STF.
O atual advogado de Vorcaro é o criminalista José Luís Oliveira Lima, que assumiu sua defesa em março de 2026, em lugar de Pierpaolo Bottini, após a decisão do Supremo de manter a prisão do banqueiro. A troca sinalizou a intenção do preso de fechar um acordo de colaboração premiada, cujas negociações se arrastaram pelo mês de abril e entraram em maio sem definição. Antes, sua defesa também foi integrada por Walfrido Warde, ex-sócio da então esposa do ministro do STF Dias Toffoli, Roberta Gurgel.
Toffoli foi o primeiro relator do caso Master, mas deixou a relatoria em fevereiro de 2026, após a revelação de que era sócio-oculto da Maridt, empresa que teve parte de suas cotas no resort Tayayá compradas pelo fundo Arleen, controlado por Fabiano Zettel, cunhado e operador de Vorcaro. Mensagens mostram o banqueiro ordenando a Zettel o pagamento de R$ 35 milhões ao resort então administrado pela família Toffoli. O caso Master passou a ser relatado no STF pelo ministro André Mendonça, que destravou investigações travadas pelo ex-relator.
* Assista ao vídeo completo no meu canal de YouTube: https://t.co/GCUIQJiJKN.