@folha Imaginem quando o povo entender que o “serviço gratuito” (pessimamente) fornecido pelo estado é a contrapartida da espolição diária que sofrem em suas rendas, ao mesmo tempo em que autoridades públicas gozam de fartura e luxo!
@Haddad_Fernando Que desânimo ver que o governo está destruindo o país e ainda tenta pegar carona nas distrações alienantes do passado! Depois de aumentarem impostos desenfreadamente e desestimularem o empreendedorismo, ousam se apresentar como solução mesmo tendo governado por quase 20 anos!
@ducavendish@rafaelgloves Isso serve para os teóricos da RT e dos escritórios financeiros também, porque essa reforma tributária de burocratas que nunca empreenderam fará pior!
@kakaroteando@RafaelPaschoare Ora, se é o teu caso ter o trabalho tributado, venha para o lado de quem critica a falta de atualização das bases econômicas da tributação. Ou você considera ganho a reposição inflacionária?
@ManfroiRenato É uma bagunça esse mundo! Muita gente querendo explorar o próximo, muita gente explorada também querendo uma “boca” na exploração, e pouca gente produzindo a cachaça pro deleite!
Lembra que:
a) em 2024 governo limitou criação de VGBLs familiares acima de R$ 5MM?
b) em 2025 governo impôs IOF* de 5% para aportes em VGBL acima de R$ 600K ?
Com estas 2 medidas, o governo feriu gravemente o mercado de previdência.
Justamente o mercado de previdência que mais demanda as NTN-Bs longas, aquelas que o Tesouro tem tido tantas dificuldades em vender a taxas módicas.
*teve uma bela ajudinha do STF
@ASachsida Sugestão: 1) criar alíquotas distintas do IBS, para serviços; para comércio; e para indústria, limitando a dos serviços em 5% (máximo do ISSQN); 2) revogar a tributação de dividendos do setor produtivo, preservando a renda das pessoas que geram lucro a partir do seu trabalho!
O novo ministro da Fazenda foi à Câmara falar de economia e fez um show de stand up. Não é economista, é advogado. Consegue defender qualquer tese. Até a tese furada de que a economia brasileira está bem. A culpa não é dele. É do Lula que colocou ele lá.
Galera parcelando comida no cartão, picanha virou miragem, café virou artigo de luxo e chocolate só dá pra sentir o cheiro. O ministro chama isso de cuidar do povo. Com tanto cuidado assim, a maioria dos brasileiros já está pedindo um pouquinho de abandono.
Comprar presente pra esposa usando o cartão dela. É mais ou menos isso que esse governo faz com as políticas sociais. A conta não é deles. É das próximas gerações. Qualquer economista sabe disso. Mas o ministro é advogado. Discurso não paga juros.