Over the past half-century, Brazil’s economy has stagnated relative both to its peers and average global growth. The country’s elections in October offer little hope of a turnaround https://t.co/0hWyAMz3OE
Illustration: Federico Yankelevich/Getty Images
"Brasil está virando as costas para o futuro”, diz a revista britânica "The Economist", referindo-se a Lula e Flávio Bolsonaro.
“A escolha que se apresenta aos eleitores na eleição de outubro é sombria.”
“Ao longo do último meio século, a economia brasileira estagnou em relação aos seus pares e ao crescimento médio global. As suas eleições gerais em outubro oferecem pouca esperança de uma reviravolta."
Em editorial, The Economist diz que nem Lula, nem Flávio têm credibilidade para lidar com os dois maiores problemas do Brasil: corrupção e expansão de gastos públicos.
Revista também diz que Renan Santos tem a candidatura que “mais se aproxima do que o momento exige”, mas salienta que “nem ele, nem qualquer outro outsider conseguiram avançar contra as máquinas políticas de Lula e Bolsonaro.”
O resultado, segundo o editorial, serão mais 4 anos de “estagnação”.
A lapada de Mendonça em Gilmar é inteiramente baseada nos fatos e na lei.
O relator do caso Master no STF reage à postagem política do decano no X, citando vedação de opinião sobre processo pendente de julgamento e de juízo depreciativo sobre despachos e votos (art.36, III, LC 35/1979).
Aponta a contradição de Gilmar, que defendeu, semanas atrás, em embate com o próprio Mendonça, a publicidade de todas as decisões judiciais, mas “hoje se diz indignado com a publicidade dos autos”.
Mostrando ter determinado apuração de vazamentos, Mendonça critica a indignação “seletiva” do decano com a “exposição alheia” (como a de Moraes, em decisão judicial), enquanto se cala sobre “a divulgação, na imprensa, de conversas de toda ordem que constrangem, coincidentemente, apenas ministros de entendimento diverso”, como Nunes Marques e Fux. Isto, logo após Gilmar, Zanin e Moraes terem requisitado e obtido da PF todo o conteúdo do celular de Vorcaro.
Para Mendonça, “se há uso indevido na publicidade desta Corte”, ele está em “insinuações de que determinados conteúdos poderão ou não vir a público conforme o rumo de certos julgamentos”.
Ao dizer o que jamais fez, Mendonça ainda remete sutilmente às mensagens de WhatsApp enviadas por Gilmar para Nunes Marques e Fux, já noticiadas pela imprensa.
“O relator jamais ameaçou quem quer que seja de execração pública, nem se valeu de linguajar impróprio para que alguém se retirasse de julgamento.
Tampouco transformou o plenário num palanque ou picadeiro, vociferando aos berros, para tentar mascarar com truculência ilações vazias e que carecem de qualquer fundamento jurídico minimamente aceitável. A divergência é legítima e própria de um tribunal colegiado. Ilegítima é a tentativa de constranger o julgador.”
Por fim, Mendonça defende a “aprovação de um código de ética” do STF “que discipline de modo próprio a postura esperada do magistrado ao se pronunciar em qualquer ambiente, dentro e fora da Corte, inclusive no trato com os pares”.
Critica a “verborragia” de Gilmar em momento que “reclama serenidade, respeito às instituições e apego às normas da República, à liturgia e ao decoro”.
“O respeito não é somente aos pares, é sobretudo à instituição, afinal, como bem disse o Ministro Presidente [Fachin], o Supremo Tribunal Federal não pertence a nenhum de seus membros.”
Não é, repito, como entende Gilmar, que atua como se fosse dono do STF e do país.
Tudo o que eu vejo dessa sessão do STF me faz querer proferir palavras que o jurídico me proíbe de dizer. Um bando de velhos decadentes discutindo infinitamente para esconder a desmoralização dessa corte. Espetáculo deprimente.
É culpa do MBL Aras ter virado PGR. É culpa do MBL o COAF ser tirado de Moro. É culpa do MBL Kassio Nunes virar ministro e ajudar Lula. É obviamente culpa do MBL a sabotagem à Lava-Toga. Culpa total do MBL o juíz de garantias e a PEC da impunidade. Culpa do MBL, e só.
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“Nós estamos numa miscelânea procedimental”, diz Moraes, relator das maiores miscelâneas da história do Judiciário brasileiro.
Sua ala pressiona pela nulidade das provas contra ele.
O diretor da PF e o PGR são aliados.
E, se alguém faz algo para jogar luz, então vira suspeito.
“Eu tenho testemunhas!”, diz Moraes.
“Mentira”, diz Mendonça.
“Está a serviço de um grupo político que tentou dar um golpe neste país!”, grita Moraes.
Restou a ele politizar sua situação indefensável, para mobilizar a esquerda lulista em sua defesa.
Tática comum na política.
MALUCO ARRANCOU A PORTA PELA VITÓRIA EM CIMA DA ARGENTINA KKKKKKKKKKKKKKKKKK 🤣🤣🤣 Sauditas 🤝 brasileiros 🤝 ser piroquinh@ das ideias! #TNTSportsNoQatar
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