🪦⚰️🥹😢 Ronaldo Edison Richard, conhecido como Richard Galo, réu em processo relacionado aos atos de 8 de janeiro, morreu aos 63 anos em sua casa, em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. A certidão de óbito foi encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes. Richard era aposentado, cadeirante e recebia o Benefício de Prestação Continuada (BPC) no valor de um salário-mínimo. Na eleição de 2024, declarou patrimônio de R$ 885,72 em conta e um Fusca avaliado em R$ 5 mil. Ele foi investigado por suposto financiamento de transporte para os atos em Brasília. A Polícia Federal, porém, registrou que sua condição financeira era incompatível com o pagamento sozinho dos R$ 22 mil de um ônibus fretado. O relatório da PF considerou mais provável que Richard tivesse administrado uma arrecadação coletiva entre os passageiros. A investigação bancária também apontou para a existência dessa “vaquinha”. A defesa afirmava ainda que Richard não esteve em Brasília no dia 8 de janeiro. O nome dele não aparece na lista dos 35 passageiros do ônibus, dos quais 30 foram presos durante ou após os atos. Apesar disso, a PGR o denunciou por participação no financiamento da caravana, e a denúncia foi aceita pelo STF. A ação penal ainda estava em fase de instrução quando a defesa comunicou a morte.
🚨🇺🇸 CAR@LHO, QUE LAPADA! 🔥🔥🔥
CNN: “Este é um imigrante sem documentos...”
Miller: “Eles estavam aqui ILEGALMENTE?”
CNN: “Quero que esta seja uma discussão de boa-fé...”
Miller: “Quando você usa uma linguagem feita para ocultar a verdade, isso NÃO é boa-fé. Um ESTRANGEIRO ILEGAL é um ESTRANGEIRO ILEGAL. Eles não são ‘imigrantes sem documentos’.”
CNN: “Stephen, estamos tentando humanizar o debate...”
Miller: “Humanizar? Então vamos humanizar o Código Penal também. O assaltante de banco passa a ser ‘especialista em retirada sem agendamento prévio’. O estelionatário vira ‘empreendedor de narrativas financeiras alternativas’. O cara que entra na sua casa sem convite é só um ‘visitante com documentação pendente’. Que tal?”
CNN: “Isso é uma analogia grosseira.”
Miller: “Grosseira é fingir que a lei federal some porque a redação da CNN inventou um eufemismo mais fofo. ‘Sem documentos’ soa como alguém que esqueceu a carteira no Uber. Não. É alguém que cruzou a fronteira sem autorização, ficou, e agora a imprensa trata o estatuto jurídico como se fosse uma questão de estilo de escrita.”
CNN: “Mas muitos contribuem para a economia...”
Miller: “Ah, o argumento clássico: o crime deixa de ser crime se a pessoa lava prato ou constrói telhado. Pelo mesmo critério, o contrabandista de cigarro também ‘contribui’, gera emprego no transporte. Quer que a gente chame ele de ‘empreendedor logístico informal’? A CNN topa?”
CNN: “Você está polarizando.”
Miller: “Não. Eu estou recusando o dicionário de marketing. Vocês mudam a palavra, depois acusam quem usa o termo legal de ser ‘desumano’. É o truque mais velho do livro: primeiro suaviza o vocabulário, depois declara vitória moral. Os Estados Unidos já cansaram desse teatro. Chamem o que é. Ou admitam que o objetivo nunca foi clareza — foi controle da narrativa.”
Uma mulher armada com duas facas atacou aleatoriamente duas pessoas em plena Times Square, em Nova York.
A vítima Erin Piacenti, de 32 anos, vice-presidente do Bank of America, morreu após ser esfaqueada no abdômen. Um homem de 68 anos também foi ferido, mas está hospitalizado em condição estável.
A suspeita, Pamela Cisneros, de 49 anos, recusou-se a largar as facas e avançou contra os policiais. Após tentativas frustradas de contê-la com armas de choque, ela foi baleada e morreu no hospital. O caso está sendo investigado pelo NYPD. Fonte: ABC News
🚨ANDRÉ MENDONÇA:
- criticou o próprio STF
- disse que juiz não é estrela
- já passou por pane no avião
- relator do escândalo do INSS
- relator do escândalo do MASTER
- manteve o CASO LULINHA no STF
- tirou sigilo das conversas entre VORCARO e MORAES
PROTEJAM ANDRÉ MENDONÇA!
A INDÚSTRIA DO CÂNCER SABE MUITO MAIS SOBRE O MEBENDAZOL DO QUE MUITA GENTE IMAGINA.
E a patente da Johns Hopkins torna essa história ainda mais incômoda.
Não estamos falando apenas de um antiparasitário barato que alguém resolveu citar nas redes sociais.
Estamos falando de uma patente intitulada:
“POLIMORFO DE MEBENDAZOL PARA TRATAMENTO E PREVENÇÃO DE TUMORES.”
E o titular?
JOHNS HOPKINS UNIVERSITY.
A própria patente descreve o reposicionamento do mebendazol para terapia de glioblastoma, menciona sua capacidade de atingir cérebro e tumores cerebrais em concentrações eficazes e ainda aponta seu possível uso contra outros tipos de câncer e como agente quimiopreventivo.
Então surge a pergunta que deveria incomodar qualquer pessoa minimamente curiosa:
Se existe interesse científico e tecnológico suficiente para patentear uma formulação de mebendazol especificamente para tratamento e prevenção de tumores, por que quase ninguém fora desses círculos sequer conhece essa história?
É aqui que o assunto deixa de ser apenas farmacológico e começa a tocar numa questão muito maior.
DINHEIRO.
O tratamento do câncer movimenta uma fortuna.
Novas moléculas podem chegar ao mercado cercadas por patentes, exclusividade e preços extraordinariamente elevados.
Enquanto isso, medicamentos antigos, baratos e já conhecidos podem representar uma equação econômica completamente diferente caso novas aplicações terapêuticas sejam confirmadas.
E é exatamente por isso que o reposicionamento de medicamentos merece tanta atenção.
Não porque uma patente prove que encontramos “a cura do câncer”. Não prova.
Mas porque demonstra algo que também não deveria ser ignorado:
HÁ INTERESSE FORMAL NO POTENCIAL ANTICÂNCER DO MEBENDAZOL.
E a história não terminaria na Johns Hopkins.
Segundo o levantamento apresentado, existem duas patentes relacionadas ao mebendazol e câncer, registradas em 2016 e 2019.
O mesmo levantamento aponta cerca de 50 patentes registradas ao redor do mundo, ao longo de aproximadamente meio século, relacionando carbamatos de benzimidazóis a aplicações anticâncer.
A primeira remontaria a 1976, registrada pela Janssen, posteriormente integrada à Johnson & Johnson.
Cinquenta anos.
Dezenas de patentes.
Diferentes compostos.
Aplicações relacionadas ao câncer.
Isso não é prova de conspiração.
Mas também não é um detalhe que deveria ser tratado como irrelevante.
E talvez essa seja a pergunta mais importante:
Quantas substâncias antigas, conhecidas e baratas possuem potenciais terapêuticos que jamais chegam ao conhecimento do grande público porque não oferecem o mesmo incentivo econômico das novas moléculas patenteadas?
Não transforme essa discussão em fé.
Muito menos em automedicação.
Transforme-a em investigação.
Procure as patentes.
Leia os documentos.
Compare datas.
Analise quem registrou.
Descubra o que realmente está sendo reivindicado.
E, principalmente, aprenda a separar duas coisas que frequentemente são confundidas:
PATENTE NÃO É PROVA DE CURA.
Mas uma patente também não surge do nada.
https://t.co/z5QV9mXVc8
CONDROITINA
A condroitina é uma substância natural do corpo que forma a cartilagem.
Como suplemento, ela serve para aliviar dores nas articulações, reduzir a rigidez e proteger a cartilagem contra o desgaste.
Ela auxilia na retenção de água na cartilagem, mantendo a elasticidade e a absorção de impacto