Aos 93 anos, Tiana Cardeal, travesti mais velha do Brasil, é tema de episódio especial da série “LGBT+60: Corpos que Resistem”. O curta celebra sua trajetória de resistência e também lança campanha para melhorar suas condições de moradia. https://t.co/NAP0v6mvA6
Travesti é APROVADA em 1º lugar em Economia na UFF após superar violência doméstica, dependência química, uma prisão injusta e perder a casa em uma explosão.
Aaron Rose Philip arriving at the Met Gala ✨
First Black transgender woman with quadriplegic cerebral palsy signed to a major agency… breaking barriers with every step
This is what real representation looks like 💫 #Metgala
💔 First year Nigerian university student, Williams Fubara beaten to death by fellow schoolmates over suspicion of being gay and "acting feminine".
According to reports online, Williams endured all kinds of bullying from the same school mates before they finally killed him.
Last year in the same Nigeria, a final year student was thrown off a three storey building for being gay and the killers still walk around freely with no justice insight.
@Carnalithic@Uranustpxe In this clip, you can clearly see the dancers being asked to step on broken glass to avoid messing up the choreography, while Beyoncé does it with the greatest of ease.
@Teeniiola Harassment is wrong But let’s be realistic girls in Ozoro know the tradition… stay home or risk the masquerade punishment..
Educate women on the risks instead of pretending the culture appeared yesterday to rape people.
🚨🇧🇷 O BEM VENCEU! Ministério Público aceita denúncia de Erika Hilton para que Ratinho seja condenado a pagar 10 milhões em indenização às mulheres vítimas de violência e que o programa do pequeno rato seja retirado de qualquer canal onde esteja vinculado.
Sim, estou processando o apresentador Ratinho.
Sei que, pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe resta apelar à violência.
Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim.
Ratinho interrompeu seu programa pra dizer que mulheres trans não são mulheres, que mulheres que não menstruam não são mulheres, que mulheres que não têm útero não são mulheres e que mulheres que não têm filhos não são mulheres.
Este ataque de Ratinho foi contra todas as mulheres trans e contra todas as mulheres cis que não menstruam mais ou nunca menstruaram.
Foi contra todas as mulheres cis que nunca tiveram útero ou, por condições de saúde, como o câncer, precisaram removê-lo.
Foi contra todas as mulheres que não podem ou não querem ter filhos.
Foi contra as mulheres que perderam seus filhos ainda na gestação.
O discurso de Ratinho foi, sim, para me atacar e atacar as pessoas trans. Mas demonstrou a misoginia, o ódio primal que essa figura nojenta tem de toda e qualquer mulher que não siga o roteiro que ele considera certo.
E, para ele, mulheres são máquinas de reprodução.
Eu quase me surpreendi ao assistir a um raciocínio tão retrógrado.
Mas aí lembrei das notícias reportando que, em 2016, 128 anos depois da abolição da escravatura, Ratinho submetia pessoas à escravidão em suas fazendas no Paraná.
E o apresentador pode até querer viver nesse passado, dentro de sua cabeça. Se a preocupação com as denúncias que farei contra um escândalo envolvendo o seu filho e o crime de estupro de vulnerável mais tarde não ocupar toda a sua capacidade cerebral, é claro.
Mas aqui fora, no mundo real, ele e o SBT pagarão pelos seus atos, na esfera cível e criminal. E eles não pagarão a mim, mas a todas as mulheres vítimas de violência, trans e cis.
Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato.
Hoje dei mais um passo na reparação da minha própria história e também na reparação da história de tantas mulheres que tiveram suas dignidades negadas.
Porque não é apenas a questão trans que determina como uma mulher será tratada ou destratada
A raça, a classe, o CEP e tantas outras condições ainda definem, quem tem direitos garantidos e quem precisa lutar todos os dias para existir com dignidade.
Por isso, hoje ocupei com honra, alegria e um sabor muito especial de vitória a presidência da Comissão da Mulher
(uma vitória construída enfrentando e derrotando o centrão e a extrema direita).
E não estou nem um pouco preocupada se o esgoto da sociedade não gostou.
A opinião de transfóbicos e imbeCIS é a última coisa que me importa.
Hoje fiz história por mim, que tive minha adolescência e minha dignidade roubada pelo preconceito e discriminação .
Hoje fiz história pela minha comunidade, que ainda enfrenta os piores índices em praticamente todos os aspectos da vida social.
E é isso que vai ficar: não o ódio, não o ranço, não a raiva dos que tentam nos apagar.
Podem espernear. Podem latir.
Eu sou a presidenta da Comissão da Mulher.
E foi a minha luta, a minha história e a minha garra que me trouxeram até aqui.
E agora faremos um debate sobre todas as mulheres pq somente unidas podemos frear a violência que nos assola.
@jessnoratto@Joaope133 Na entrevista ela não diz que foi difícil até parace que existe alguma música difícil que a gaga consiga cantar e a beyoncé não, ela disse que não estava na vibe de eletropop só depois de adicionarem hiphop na parte dela é que ela aceitou