Não existem adultos.
A infância não termina. Ela apenas aprende a usar terno, pagar boletos e esconder o que sente.
Passei muito tempo acreditando que crescer significava atingir um estado de lucidez, como se em algum momento deixássemos de ser criaturas movidas por impulsos e nos tornássemos plenamente racionais. A experiência me ensinou o contrário.
Fui repetindo erros, quebrando a cara e observando as pessoas. Aos poucos, percebi que a maior diferença entre uma criança e um adulto não está nos sentimentos, mas na capacidade de justificá-los. A inveja continua existindo. O ciúme continua existindo. O ressentimento, a vaidade, a necessidade de aprovação, o medo de rejeição. Nada disso desaparece com a idade.
O adulto apenas aprende a dar nomes mais elegantes aos próprios impulsos.
Alguns conseguem refletir sobre o que sentem antes de agir. Mas essa é uma conquista rara, não uma consequência da idade. A maioria continua vivendo como sempre viveu: reagindo ao ambiente, absorvendo o humor da multidão, repetindo opiniões, confundindo emoção com verdade.
O homem moderno acredita que escolhe. Na maior parte do tempo, apenas responde aos estímulos que o cercam.
É por isso que a vida adulta me parece, muitas vezes, uma grande encenação. Quanto mais velhos ficamos, menos espontâneos nos tornamos. As relações passam a ser mediadas pela conveniência. A sinceridade cede espaço ao cálculo. A moral, muitas vezes, vira apenas um teatro para preservar reputações.
Todos fingem maturidade. Todos fingem certeza. Todos fingem normalidade.
Mas basta uma crise, uma paixão, uma humilhação ou uma perda para que a criança escondida sob décadas de civilização volte a conduzir a vida.
Talvez crescer seja apenas reconhecer a criança que continua vivendo dentro de nós e, finalmente, assumir a responsabilidade por ela.
Porque idade é um fato biológico.
Maturidade é uma conquista espiritual.
gente uma cena de +5 min em SILÊNCIO, SEM CORTES, SEM JOGO DE CÂMERA COMPLEXO, só os atores no direto, no cru... sem ****TRILHA SONORA****
já tivemos algo pra chamar de teledramaturgia e não chega perto do que existe hoje
the real reason you’re tired all the time: it’s not your workload. it’s your open loops. the text you haven’t answered. the apology you owe. the decision you’re avoiding. the conversation you keep postponing. these run in the background of your mind all day, draining your battery. close your loops. watch your energy return. mental clutter is more exhausting than physical work ever will be.
you will never be this young again. so chase the dream. take the risk. love harder. laugh louder. allow your imagination to run wild. express your feelings. remember it’s about satisfying your soul, not society. so just keep doing what makes you genuinely happy. cause your life was never meant to be lived for other people’s opinions. one day this version of you will only exist as a memory, so stop waiting and just live. “dream as if you'll live forever, live as if you'll die today.”
Algumas músicas não passam pelo tempo: elas fazem do tempo a sua morada. Quarenta anos depois, “Voyage, Voyage” continua soando como um cartão-postal enviado de um lugar que nunca existiu, mas que todos nós, em algum momento, já desejamos habitar. https://t.co/Ho5oRjyuJk
realmente algumas pessoas presumem que você nunca passou por situações difíceis na vida só porque você não se comporta como uma perdedora fracassada & coitadinha.
amiga, estou rezando pela sua libertação dessas amarras invisíveis e essas metas inalcançáveis auto impostas que te impedem de aproveitar coisas boas da vida, bom domingo
aquilo de que a parte de q mais gosto em mim é falar sobre minhas vulnerabilidades sem medo do ridículo a parte de q mais odeio em mim é falar sobre minhas vulnerabilidades sem medo do ridículo