Eu não julgo jogador por querer sair na sua folga durante a temporada inteira
Dito isso, não conseguir ficar em um quarto de hotel em uma resenha tranquila em um campeonato que dura UM MES e acontece A CADA QUATRO ANOS me pega muito
É só ficar namoral um mês cara kkkkk
Mis respetos a este señor.
Lo putie varias veces por temas futbolisticos, pero en actitud es de los pocos con los que me identifico.
Se planto con bielsa, se planto con los rivales, dejo todo siempre, URUGUAY.
Lo digo porque nobleza obliga con unos pocos.
enquanto o Galvão passou décadas narrando gol da Argentina como se tivesse entrado em depressão profunda
até o Arnaldo ficava no maior mood de fui esfaqueado com faquinha de serra
choque de geração mto forte, não dá
kkkkkkk recebi o alerta de missntripia (vsf) em chamada de video com minha prima BEBADA pós jogo literalmente do outro lado do mundo vsffff hacker da defesa civil aqui é brasil porraaaaa
É muito importante não esquecer disso aqui: O Santos disse que ele estava APENAS COM UM EDEMA, e que poderia, inclusive, jogar um jogo no fim de maio e que ele estava sendo "preservado".
Após a CBF avisar que não era um edema, e sim uma lesão, o Santos disse que ele estaria apto para treino pós jogo do Panamá.
Isso não pode ser ignorado ou esquecido. O que aconteceu aqui?
alerta fofoca: o stylist de shakira comprou uma saia de uma designer brasileira e mandou ela entregar na italia na casa de uma pessoa x. essa pessoa x trabalha pra off white, marca que assinou o look de shakira da abertura da copa. e qual foi o look? uma saia… muito parecida
O número e nome nas costas da camisa podem ser tratados como um detalhe para alguns. Para a Coreia do Sul, eles vêm, há pelo menos duas Copas, servindo de ferramenta para confundir o scout de seleções adversárias a partir da percepção de que o olhar ocidental para asiáticos pode ser atravessado por um racismo que apaga individualidades.
Às vésperas da Copa, lá em 2018, a Coreia do Sul trocou a numeração usual de seus jogadores durante amistosos de preparação. Em 2026, repetiu a ação. O PELEJA te explica melhor como o time asitático quer usar isso como vantagem futebolística.
Esse tipo de racismo não se resume a insultos diretos. Ele muitas vezes aparece como “simplificação” de nomes vistos como “difíceis demais”, traços físicos reduzidos a um conjunto de estereótipos, como se “todos fossem iguais”, e comentários que tratam pessoas de países e culturas diferentes como se fossem uma massa única.
Há um efeito prático nessa redução. Quando alguém enxerga um grupo como homogêneo, tende a registrar menos nuance e menos detalhe. O preconceito, além de ser uma violência, é um tipo de “erro de leitura”. Uma forma de olhar que economiza esforço, substitui atenção por atalho mental e troca curiosidade por generalização.
Antes da Copa de 2018, em meio a relatos de observação de treinos, preocupação com a vigilância e possível espionagem dos adversários, o então técnico da seleção da Coreia do Sul, Shin Tae-yong, autorizou que vários jogadores atuassem em amistosos com números trocados.
A justificativa do treinador foi bem explícita: ele disse acreditar que os ocidentais teriam dificuldade em distinguir jogadores asiáticos. A Coreia não afirmou que seus atletas eram iguais. O que ela fazia era partir do pressuposto de que alguns observadores poderiam enxergá-los como se fossem.
Anos depois, agora em 2026, nos amistosos contra Trinidad & Tobago e contra El Salvador, a Coreia do Sul voltou a mexer na numeração. O craque Son, que joga com a 7, foi de 13; o zagueiro do Bayern, Kim Min-jae, que geralmente usa o número 4, jogou com a 16.
Essa estratégia carrega uma contradição inevitável. Ela depende de o estereótipo existir do lado de fora, e isso é justamente o que torna a história desconfortável. Não se trata de validar o racismo, mas de expor o mecanismo: quando alguém insiste em não enxergar indivíduos, pode ser conduzido a conclusões erradas por confiar demais na própria generalização.
Em 2018, o próprio técnico reconheceu que a ideia não alcançou o objetivo como ele esperava em determinado momento. Em 2026, não houve nenhuma declaração direta de um membro da comissão técnica sobre o assunto, mas ao olhar para experiência do passado, é de se imaginar que reavaliaram a estratégia e tentaram repeti-la para quem sabe agora ir mais longe no torneio.
Curiosamente, nas últimas 3 Copas, a única que não teve o embaralhamento do número das camisas, foi quando a Coreia do Sul não tinha um técnico coreano, em 2022, quem estava no comando era o português Paulo Bento.
#CoreiaDoSul #Racismo #CopaDoMundo2026
Para entender como a Copa do Mundo foi parar nos EUA, é preciso voltar a 2010, quando foram escolhidas as sedes de 2018 e 2022. Rússia e EUA queriam, cada uma, um Mundial com sua marca.
A candidatura do Catar era meio folclórica: país com muitos recursos naturais, mas desértico, pequeno e sem qualquer ligação com futebol - menos até que os EUA.
Quando o presidente da FIFA, Sepp Blatter, abriu os envelopes e revelou que a Rússia conseguira sua Copa em 2018, mas os EUA não teriam a de 2022 porque ela ia pro Oriente Médio, ele acionou uma reação em cadeia que levaria à sua própria queda.
Tio Sam nunca engoliu aquela derrota. Os imensos protestos no Brasil contra a Copa de 2014 ganharam repercussão internacional, inclusive por lá, e motivaram o FBI a agir contra a casta do futebol mundial. Começava o FIFAgate.
Todo mundo sabia que havia esquemas de corrupção na FIFA e, como muitos deles passavam pelo sistema bancário estadunidense, a polícia dos EUA justificou sua ação. Era uma retaliação, claro, mas não sem motivo.
Cartolas históricos do mundo todo caíram - o maior deles o próprio Blatter, que comandava a FIFA desde 1998. Das sombras, saiu Gianni Infantino.
Ele provou ter grande habilidade política ao entender que precisava neutralizar as autoridades estadunidenses. Como? Dando a elas o que queriam, uma Copa.
Foi assim que a sede de 2026 foi escolhida, com Canadá e México como convidados de luxo pra uma festa estadunidense.
Infantino mostrou uma capacidade de costurar acordos para que a FIFA se mantenha como ela sempre foi (e isso não é algo bom), ao mesmo tempo em que transmite ares de modernidade. Tornou-se amigo pessoal de Donald Trump, rompendo com a neutralidade e apoiando-o abertamente nas eleições de 2024.
Em 2025, nos 10 anos do escândalo do FIFAgate, membros da comunidade do futebol publicaram uma carta aberta em que diziam que, hoje, o futebol é mais mal gerido e corrupto do que era em 2015.
Infantino não mudou nada, apenas trouxe os insatisfeitos estadunidenses pro seu lado. Cartolas foram absolvidos e o Departamento de Justiça de Trump encerrou processos, dizendo que investigar subornos "não era mais prioridade”.
O preço disso? Um prêmio pro Trump e uma Copa nos EUA.
Saiu o EXCELENTE guia de todos os jogadores da Copa do The Guardian. Um parágrafo bonito sobre a história de cada reservinha de Cabo Verde ou Curaçao. Vale salvar nos favoritos pra dimensão do que vem aí.
https://t.co/RgXwlYe3y4