Com a tragédia da seleção, podemos voltar nossa atenção para outra questão de importância capital: a aniquilação total e completa dos cartórios nesse país.
Quem poderá nos libertar?
Sempre escuto os moradores de rua que puxam conversa comigo, por achar que eles têm algo de interessante para falar.
Hoje ouvi sobre a Segunda Guerra Mundial, só não esperava que fosse ser de uma perspectiva pró-hitlerista...
Sem um poder místico que unifique, as sociedades não perduram.
O milagre de Ourique foi para nós o sentido oculto de uma vocação imortal a cumprir—foi uma finalidade que nos comunicou segurança e altivez nas grandes jornadas da nossa história. Desde que o mito esmoreceu nos horizontes da vida portuguesa, nunca mais arrancámos jornada direita, nem soubemos que destino realizar.
A nossa história tomou-se então, na frase incisiva de alguém, uma história de ocasiões perdidas. O que é a miséria presente explica-se bem pela ausência duma fé — duma crença, que nos estimule as vontades e obtenha assim a vontade que a Nação não possui.
António Sardinha -Glossário dos Tempos
@sugamosto1 O pior de tudo é a reprodução disso nos cursos superiores. O sujeito ter de se submeter a uma aula invertida em plena graduação é pra acabar.
Roberto Carlos, the leader of the Jovem Guarda, sings “Eu voltei, agora pra ficar”, a crystal-clear allusion to the perennial return of the sovereign. Guénon, in Le Roi du Monde (King of the World), describes the hidden king who restores order to a fractured world. It is no coincidence that Roberto Carlos’ nickname is THE KING, most likely an incarnation of Dom Sebastião, destined to rule a mystical kingdom.
@urielirigaray “O Jaburu... a ave que para mim simboliza a nossa terra. Tem estatura avantajada, pernas grossas, asas fornidas e passa os dias com uma perna cruzada na outra, triste, triste, d'aquela ‘austera vil tristeza’.”
— Capistrano de Abreu