O patrimônio de uma família não será substancialmente impactado se em alguns meses os investimentos baterem o CDI e em outros não. O que de fato pode trazer impacto relevante são as decisões. Mas quais decisões? Aquelas que são estruturais. A seguir, cito algumas:
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@luizfilipecm Aí entra a falha do Ancelotti.
Corta o moleque quando ele vinha em ascensão, após os amistosos.
Amarga o banco na estreia. Depois só entra quando os jogos estão resolvidos e tem poucas chances.
Contra o Japão e Noruega entrou na pra "resolver".
Embora o gol perdido seja absurdo.
Voltando a falar sério, acho que existem dois aspectos para se avaliar o fiasco de Neymar, e eles precisam ser separados.
O primeiro é culpa apenas de Ancelotti, responsável por convocá-lo e, ainda pior, desmontar o time num bom momento para colocar um atleta sem condições em campo. Neymar não tem responsabilidade por isso: recebeu uma chance que não deveria ter recebido e se esforçou para aproveitá-la dentro das parcas condições de quem não joga futebol em alto nível há cinco anos.
O segundo aspecto é o pacote que engloba o tempo perdido provocando goleiro, a risadinha na hora errada, a ombrada em Odegaard, o cartão estúpido, o silêncio do tão propagado "líder técnico"... enfim, aquele pacote de atitudes tão arrogantes quanto imaturas que representa à perfeição quem é o filho de Neymar Pai: Neymar Jr..
Um Peter Pan de 34 anos. Compreensivelmente bajulado por muitos que viam nele um forte elo com a tradição artística do futebol brasileiro. E defendido também, menos compreensivelmente, por quem usa seu poder de influência para se tornar gil cebola.
Neymar seduz por diversas razões, boas e ruins, certas e erradas. A partir de hoje, pelo menos, essa sedução passará longe da seleção brasileira.
🚨 Mark Wahlberg começa todos os dias de joelhos em oração - e diz que é o segredo para lidar com o caos da vida depois dos 50 anos.
Neste clipe, o ator se abre sobre a perda, completando 54 anos, e por que a oração diária não é negociável para ele:
"Se eu ficar de joelhos logo quando acordar, o resto do dia será mais fácil."
"Expresso minha gratidão e certifico-me de que estou usando essa armadura..."
Trazer as pessoas de volta à oração... é tão importante para a nossa sanidade e para o nosso bem-estar.
Depois de uma década de eventos mundiais que desviaram muitos, Wahlberg acredita que um relacionamento real com Deus é uma armadura essencial contra o que vier a seguir.
Cru, honesto e oportuno.
Qual é o seu ritual matinal - oração, gratidão, silêncio, outra coisa?
Como isso o ajudou em temporadas difíceis? Compartilhe abaixo, pode ajudar alguém.
IPCA+ ou Prefixado: qual título devo escolher?
Não existe número mágico, existe inflação implícita, prazo e risco fiscal
A escolha entre um título IPCA+ e um pré-fixado está menos relacionada à busca pela melhor taxa do dia e mais ligada à compreensão de qual risco está sendo bem remunerado no momento. Olhar apenas para a taxa nominal costuma levar a decisões equivocadas, não por falta de informação, mas por ignorar o contexto econômico em que o título está inserido.
Os títulos pré-fixados tendem a funcionar melhor quando a inflação futura deve ficar abaixo do que o mercado já embutiu nos preços e quando o ambiente fiscal não apresenta deterioração relevante. Nesses cenários, travar uma taxa nominal elevada faz sentido, pois o investidor se beneficia do carrego e, eventualmente, de ganhos adicionais caso a curva de juros se feche ao longo do tempo. O risco desse caminho está na inflação, pois surpresas inflacionárias corroem o retorno real e penalizam principalmente os prazos mais longos.
Os títulos IPCA+ cumprem um papel diferente. Eles oferecem proteção do poder de compra e ganham relevância quando a inflação se torna incerta, quando o horizonte de investimento é mais longo ou quando a trajetória fiscal inspira cautela. Essa proteção tem um custo, refletido em maior volatilidade no curto prazo, especialmente nos vencimentos mais distantes. Ainda assim, o benefício aparece na previsibilidade do retorno real ao longo do tempo.
O ponto de ligação entre essas duas escolhas é a inflação implícita. Trata-se da taxa de inflação média que iguala o retorno de um título pré-fixado ao de um IPCA+ no mesmo prazo. Não é uma previsão econômica, mas um preço formado pelo mercado. A partir desse número, a decisão deixa de ser intuitiva e passa a ser comparativa.
Quando a inflação implícita se encontra abaixo do regime histórico, os títulos IPCA+ costumam apresentar melhor relação risco-retorno, pois o investidor é bem remunerado para se proteger. À medida que essa inflação implícita sobe, o equilíbrio começa a mudar. Em patamares elevados, o pré-fixado passa a oferecer uma compensação maior pelo risco assumido, tornando-se mais atraente.
Na prática de mercado, gestores não trabalham com certezas absolutas, mas com faixas. Uma inflação implícita muito baixa costuma favorecer o IPCA+. Níveis intermediários exigem uma leitura cuidadosa do cenário macroeconômico, da política fiscal e do momento do ciclo. Valores elevados de inflação implícita indicam que o pré-fixado começa a pagar adequadamente pelo risco de errar a inflação.
O prazo é o fator que mais frequentemente distorce decisões pois, quanto maior o vencimento, menor a margem de erro do investidor no pré-fixado. Pequenos desvios na inflação acumulam impacto ao longo do tempo e podem comprometer seriamente o retorno real. Títulos pré-fixados longos funcionam bem quando o cenário se confirma, mas se tornam altamente penalizadores quando o ambiente muda. Por essa razão, pré-fixados de curto prazo tendem a ser instrumentos mais táticos, sensíveis ao ciclo econômico imediato e com absorção mais rápida de choques. Títulos longos, especialmente os indexados à inflação, funcionam melhor como peças estruturais de portfólio, voltadas à preservação de capital no tempo.
(segue...)
“Que nenhum prazer te tente, nenhum lucro te seduza, nenhuma persuasão te mova a fazer qualquer coisa que saibas ser má: assim viverás sempre alegre, pois uma boa consciência é um Natal ininterrupto.”
—Benjamin Franklin
“Que todos sejam salvos!”
Foi o que pediu o #PapaLeãoXIV em sua #homilia na missa deste III Domingo do Advento, celebrada na Basílica de São Pedro, por ocasião do Jubileu dos #Detentos
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“Não deixe que seu coração ou seu semblante se perturbem. Não tema nenhuma doença ou dificuldade. Não estou eu aqui, que sou sua mãe? Não está você sob a minha proteção e cuidado? Não sou eu a fonte da sua alegria?”
Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós!
Deus não está ausente, muitas vezes Ele se encontra no silêncio!
Durante sua visita ao #Líbano, o #PapaLeãoXIV participou de um emocionante encontro com milhares de #jovens reunidos em Beirute, num ambiente vibrante que recordava uma verdadeira “mini JMJ”
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