Dum spiro, spero! E enquanto eu estiver respirando, vou lutar pelo futuro, aquele futuro resplandescente e iluminado em que o ser humano, forte e maravilhoso, vai se apoderar da correnteza espontânea da história e dirigi-la para um horizonte ilimitado de beleza (…)
@g1 A perseguição da PF contra o companheiro Rui Costa Pimenta e ao PCO é uma campanha política. É uma campanha para prejudicar o Partido eleitoralmente. #EstouComOPCO
O Estado Burguês quer nos obliterar. O @DCM_online está se vangloriando de ter iniciado o processo. Se cairmos em uma ditadura militar já sabemos quem vai entregar para o DOI-CODI.
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"Quem não é solidário com o PCO pode tirar a suástica do armário"
Começando o Reunião de Pauta na @COTV24H , com @PedroBurlemarx e @VictorAssis_Rec
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@Globo, para convidar os candidatos do PCO para o debate eleitoral, vocês fingem que o partido não existe. Agora, para fazer parte dessa perseguição rasteira contra o partido, em favor dos sionistas, fazem esse papelão. Vocês são uns vermes.
Maeeeee! Eu estou no Jornal Nacional! Fui candidato a prefeito de São Paulo e nunca apareci lá. Ai os caras acusam a gente de qualquer loucura e apareço lá. Fico impressionado com a perfídia da Globo. Vamos ver se mostra a gente na campanha.
Nota oficial em repúdio à escalada do assédio judicial contra Rui Costa Pimenta, presidente do PCO
A Associação Nova Roma manifesta profunda preocupação diante do acirramento da perseguição infundada a Rui Costa Pimenta e do aumento do uso de táticas de lawfare contra as vozes que se levantam em defesa da causa palestina no Brasil.
A Associação Nova Roma vem a público manifestar sua profunda preocupação com a operação "Causa Própria" deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal contra Rui Costa Pimenta, presidente do PCO e candidato à Presidência, sob acusações ainda não comprovadas de apropriação indébita eleitoral e lavagem de dinheiro. Mais do que uma investigação sobre supostos R$ 1,8 milhão em gastos gráficos, um valor irrisório se comparado aos milhões gastos por uma única campanha municipal, como a de Bruno Covas, o que se vê é mais um capítulo da lawfare que assola a política brasileira. A ação, ocorrida três dias após o lançamento da candidatura de Rui, com agentes arrombando sua casa modesta no Jabaquara às 6 da manhã e apreendendo celular e passaporte, tem todos os contornos de intimidação eleitoral, não de justiça.
O cenário ganha contornos ainda mais graves quando se considera a atuação paralela de setores organizados para silenciar o PCO. O apresentador do Podcast 3 Irmãos revelou que Rui Costa Pimenta foi proibido de entrar no estúdio do programa, financiado por sionistas, que vetaram sua participação. Essa interferência direta de lobistas estrangeiros na liberdade de expressão no Brasil escancara o verdadeiro motivo da perseguição: as posições firmes do PCO contra o genocídio em Gaza, contra o supremacismo sionista e em defesa da resistência palestina, que incomodam poderosos interesses internacionais.
Diante disso, é mais do que razoável suspeitar que a operação da PF seja apenas um artifício para inviabilizar a candidatura de Rui Pimenta e criminalizar um partido que ousa criticar o establishment. Os valores investigados são ínfimos perto do que outros partidos gastam rotineiramente, e a própria PF admite que se trata de indícios, não de provas. Não há bem algum apreendido, não há enriquecimento ilícito – há, sim, uma tentativa desesperada de calar uma voz incômoda.
Solidarizamo-nos com Rui e com o PCO, e conclamamos a sociedade a rejeitar essa nova demonstração de lawfare, que transforma suspeitas frágeis em espetáculo midiático para fins políticos. A defesa da democracia exige que denunciemos esse abuso e exijamos que as instituições atuem com isonomia, não como braços de interesses estrangeiros ou de adversários eleitorais. A Associação Nova Roma reafirma seu compromisso com a liberdade de expressão, a soberania popular e a causa palestina, e continuará vigilante contra toda tentativa de silenciamento por meio do aparato judicial.
@arimenezesc@rtnoticias_br Nós somos a principal propaganda contra o sionismo no Brasil e a favor da resistência palestina, por isso tanta perseguição.
@pabloquintela_@rtnoticias_br Neonazista por defender a liberdade de expressão? Pelo que eu me lembro, quem queimava livros e proibia a liberdade de pensamento eram os nazistas... Você não sabe do que está falando. rs
Os agentes chegaram a ficar constrangidos! Acostumados a operações que revelam mansões, e automóveis caros, encontraram a residência simples de um dirigente que, depois de décadas de atividade política, não acumulou patrimônio.
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@bralternativo_ A perseguição da PF contra o companheiro Rui Costa Pimenta e ao PCO é uma campanha política. É uma campanha para prejudicar o Partido eleitoralmente. #EstouComOPCO
@MafinhaBarba@Ruicpimenta29 A perseguição da PF contra o companheiro Rui Costa Pimenta e ao PCO é uma campanha política. É uma campanha para prejudicar o Partido eleitoralmente. #EstouComOPCO
@br_resistencia A perseguição da PF contra o companheiro Rui Costa Pimenta e ao PCO é uma campanha política. É uma campanha para prejudicar o Partido eleitoralmente. #EstouComOPCO
@sputnik_brasil A perseguição da PF contra o companheiro Rui Costa Pimenta e ao PCO é uma campanha política. É uma campanha para prejudicar o Partido eleitoralmente.
#EstouComOPCO
A perseguição da PF contra o companheiro Rui Costa Pimenta e ao PCO é uma campanha política. É uma campanha para prejudicar o Partido eleitoralmente.
#EstouComOPCO
"se eles pretendem colocar o PCO na ilegalidade, se eles pretendem, por exemplo, aplicar uma multa que nós vamos ter que pagar, milhões aí para o TSE, isso não vai mudar uma única vírgula na política que o PCO tem seguido até hoje."
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A PF não encontrou malas de dinheiro, joias, relógios de luxo, carros de alto valor ou patrimônio incompatível com os rendimentos do cro Rui Costa Pimenta, pelo contrário, encontraram uma vida modesta e muitos muitos livros.
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Nota oficial
Perseguição política: Polícia Federal invade casa de Rui Costa Pimenta
Na manhã desta terça-feira (11), a Polícia Federal (PF) realizou uma operação de “busca e apreensão” contra o companheiro Rui Costa Pimenta, presidente nacional do PCO.
A medida é ilegal, antidemocrática, uma óbvia perseguição política e eleitoral e uma tática de intimidação. Homens armados da PF apresentaram um descabido mandado judicial, às 6 horas da manhã, e adentraram a casa de Rui, bem como invadiram um escritório, em outro endereço, que estava vazio, arrombando portas e o portão de sua casa.
Qual seria o motivo? O que buscavam? O Partido e Rui até agora não fazem ideia. Rui descobriu a operação quando os policiais arrombaram seu portão; outros dirigentes foram informados pela imprensa.
O inquérito trataria, pelo que diz a imprensa, de uma investigação sobre prestações de serviços contratadas pelo Partido de três empresas gráficas ao longo de (pasmem) cinco anos. Os valores somam, de acordo com o site Metrópoles, R$1,8 milhão. Considerando-se os ditos cinco anos e três empresas, seriam, na média aproximada, R$120 mil por ano por empresa.
O referido “portal de notícias” desempenha com frequência o papel de “vazar fatos” e dar voz a acusações caluniosas que não podem ser ditas em documentos oficiais. Neste caso, a jornalista Mirelle Pinheiro disse que a PF suspeita de irregularidades em “contratos milionários” do PCO. Não há menção a um único contrato que chegue a um milhão. A sanha persecutória é tão grande que até atropela o bom uso da língua portuguesa e da capacidade de contar. Se o analfabetismo linguístico e matemático tem origem nas “fontes” ou na jornalista, nunca saberemos.
Nas campanhas eleitorais de 2018, 2020 e 2022, o Partido lançou um total de 442 candidatos de acordo com a plataforma Divulgacand, do TSE. R$1,8 milhão resulta em meros R$4.072 por candidato.
Para efeito de cálculo, o então prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que era candidato à reeleição em 2020, gastou R$1.848.718,19 em materiais impressos na referida eleição. Covas gastou R$2.200.000,00 em advogados nesta eleição, mais de R$10 milhões em produção de vídeos. Gastou incríveis R$1,8 milhão em pesquisas eleitorais.
Um único município, um único candidato, uma única eleição. Nesse caso, o PSDB gastou mais em materiais impressos do que o PCO em todos os pleitos citados.
A única coisa descoberta pela PF é que o serviço foi prestado e que o Partido realiza campanhas extremamente espartanas. Ao invadir a casa de Rui, também descobriram que o companheiro vive uma vida simples, sem luxos, sem dinheiro guardado, mais humilde do que os agentes que invadiram sua casa, no bairro do Jabaquara.
Para os que não conhecem a cidade, trata-se de um bairro de classe média-baixa e operária em São Paulo, com o companheiro morando a 10 minutos de caminhada da Favela da Alba, em uma casa alugada.
Rui ainda teve de apontar o fato de que sua maior riqueza era a sua biblioteca, algo que quem já esteve na residência do companheiro poderá confirmar.
Os agentes, decepcionados, tiveram de se contentar em levar o celular e o passaporte. Sem joias, sem bens preciosos ou qualquer coisa similar.
A tática de invadir a casa dos perseguidos às seis da manhã, arrombando as portas, também merece um comentário. A polícia faz isso para ser o mais próximo legalmente possível do que fazia o Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-CODI) da ditadura militar. Após o fim do regime militar, a Constituição proibiu a invasão da casa dos cidadãos durante a noite, então os policiais hoje contentam-se em fazer o mais próximo possível disso. Rui e o Partido denunciaram esta prática contra Lula e outras pessoas, particularmente na ditatorial e ilegal Operação Lava Jato. Também o fizeram no famigerado Inquérito das “Fake News”, além de, é claro, durante a própria ditadura militar.
Não se trata apenas de um abuso de poder e perseguição flagrantes, trata-se de um ato ridículo e digno de palhaços de circo. É evidente que montaram um show para a imprensa usando o dinheiro público e o aparato policial.
Tudo isso acontece enquanto juízes e ministros, como Alexandre de Moraes, ostentam relógios de luxo, cujo valor de apenas um pode chegar a mais de R$500 mil. A revista Veja relata que ele teria vários relógios desse porte, tendo em relógios mais do que o companheiro Rui tem na vida. As esposas de pessoas como ele celebram contratos de dezenas de milhões com bancos e realizam viagens luxuosas com banqueiros e empresários. Estes andam com proteção da Polícia Federal; os que nada têm são assediados por ela.
O grande capital e o imperialismo fizeram da República um verdadeiro bordel, comprando parlamentares, juízes, promotores e burocratas para fazer o que bem entendem e sem nem esconder. Essa corja, desprovida de qualquer autoridade moral e política, quer acusar aqueles que sempre lutaram pelos direitos do povo de corrupção. É o cúmulo da hipocrisia.
A operação acontece meros três dias após o lançamento público da candidatura presidencial do Partido, tendo Rui como candidato, mostrando que o problema não é a impressão dos (poucos) panfletos do PCO, mas calar quem se opõe à pilhagem do Estado, da Nação e da classe trabalhadora.
O PCO tem sido sistematicamente perseguido pela burguesia, pelos tribunais, pelos policiais e pelo imperialismo. Rui e outros companheiros são investigados por terrorismo e racismo ao defenderem a resistência palestina, investigados por denunciarem o estupro da Constituição por parte do Supremo Tribunal Federal e a perseguição judicial feita contra todos, tanto contra Lula quanto contra Bolsonaro.
Apenas o lobby sionista, representado pela Conib e similares, apresentou dezenas de denúncias contra o PCO e seu presidente por conta das suas posições em defesa do povo palestino, de denúncia do genocídio, do assassinato de crianças e pela sua defesa do direito dos povos de resistir à ocupação por todos os meios, algo que até o limitado “direito internacional” reconhece.
Nosso Partido é um partido de princípios, nem o mais rampeiro analista nega isso. O partido defendeu a liberdade de Cesare Battisti, de Lula, de Bolsonaro, de deputados presos como José Dirceu e Daniel Silveira.
Defendemos o direito de falar de comediantes e jornalistas, de amigos e inimigos. Defendemos o direito de associação e de greve para todos, de carteiros a metalúrgicos e até mesmo policiais e militares, corporações que consideramos inimigas naturais da classe trabalhadora.
Um peso, uma medida. Princípios e doutrina política. Coerência e constância. Fazendo muito com quase nada. É disso que é feito o Partido da Causa Operária, organização fundada durante a ditadura militar e que milita todos os dias, não apenas na eleição.
Essa perseguição implacável é o maior elogio que poderíamos receber. Os ataques dos inimigos de classe, dos inimigos do Brasil, dos inimigos das liberdades individuais não mentem.
A Polícia Federal não invade a casa de quem não incomoda, de quem é a oposição consentida ao que aí está. Nenhum partido pretensamente revolucionário é tratado como nós somos.
A todos os cidadãos livre-pensantes, a todos os partidos, organizações e pessoas que defendem os direitos democráticos e individuais, fazemos um chamado: repudiem em alto e bom som o que está sendo feito.
Chamamos todos a se juntarem nessa luta, ao lado do verdadeiro partido antissistema, e a repudiar essa covarde agressão.
Executiva Nacional do Partido da Causa Operária
11 de agosto de 2026