🚨 URGENTE: bolsonaristas apresentam emenda para modificar PEC contra a escala 6x1! A nova proposta:
- Escala 6x1 até 2036
- Jornada de 52h, mediante "acordo" entre empresa/trabalhador
- Redução do FGTS, de 8% para 4%
176 deputados apoiam!
O Bolsonarismo ODEIA o povo!
Eu virei fã do Carlos Prates, o lutador mais controverso do UFC. Ele é o extremo oposto de um atleta, assisti a entrevista dele no PodPah e logo de cara ele fala não sou Atleta sou Lutador. Bebeu uns 5 copos de cerveja, acendeu uns 4 cigarros durante a entrevista, confessou que ficou 2 meses e meio sem treinar e foi treinar pra lutar. Ele não gosta de lutar, não almeja quebrar records de ninguém. Ele luta em pé e vai pra nocautear pensando no bônus da noite de U$100k. Quando questionado se queria quebrar o Record do Spider de 14 defesas de cinturão ele falou: “Deus me livre”. Mas quer fazer umas 2, 3 super lutas pra colocar um dinheiro no bolso. Perguntado se queria trabalhar, falou que sente até arrepio de ter que trabalhar e quando trabalhava com 13 anos em uma floricultura, era pra ganhar R$200, R$300 pra comprar o baseado dele. Zero hipocrisia, zero bullshitagem de propósito, de motivacional. Ele não vê a hora de parar de lutar e não ter que mais levantar pra treinar, o mlk só quer uma vida de boa. Fazer o suficiente pra ficar bem.
INSIGHTS:
🇮🇷🇨🇳 Iran just connected the dots nobody wanted to connect.
"China will replace the United States as the global leader."
China armed Iran with weapons.
China bought discounted Iranian oil.
China defied U.S. sanctions to keep Iran alive.
Now Iran endorses China as the next superpower.
This is not a coincidence.
This is an alliance declaring itself.
The axis is forming.
In plain sight.
INSIGHTS:
🇨🇳🇮🇷 China just delivered the most direct geopolitical statement of the week.
"Is the war about Iran's nuclear program?"
"No. It's about oil."
"Israel has nuclear weapons."
"Iran the oldest civilization cannot have them."
"That's America's biggest double standard."
Make of that what you will.
But when the world's second largest economy says this publicly.
The world is listening.
Eu acho ótimo que o governo tenha enviado uma proposta de redução de jornada de 44 para 40 horas. Isso é uma primeira vitória da classe trabalhadora. Da mesma forma, acho ruim a forma como algumas lideranças da luta estão tratando esse envio.
Na luta política, você começa tensionando ao máximo, apresentando o que é o ideal para a classe trabalhadora — que, neste caso, seria a redução da escala para algo como 36 ou 32 horas. A partir disso, aí sim, começam as negociações. Aliás, ao incluir na luta milhões de trabalhadores que hoje estão na escala de 40 horas e não ganham diretamente com esse projeto enviado, há, obviamente, um acúmulo de forças muito maior.
Não dá para iniciar a guerra com a pauta já rebaixada — porque a tendência histórica é de desidratação ao longo do processo no Legislativo. Vejam a luta dos patrões: não aceitam 1 minuto a menos. Não abrem mão de nada. Tensionam ao máximo.
O governo vai fazer o papel de tentar conciliar os interesses de trabalhadores e patrões. E está tudo bem. Não se espera outra coisa.
Já as lideranças jamais podem se confundir com o governo — são tarefas, lutas e objetivos distintos. O papel de quem está na luta é tensionar. Usar as vitórias em algumas batalhas para motivar o povo a se engajar na guerra — e não para produzir a sensação de vitória definitiva e, muito menos, transformá-la em bônus eleitoral antes de qualquer conquista concreta ser obtida.
Se é óbvio que a classe trabalhadora avançou muito e está mais perto do que nunca da redução, temos que lembrar que, concretamente, essa mesma classe trabalhadora que ganha, no geral, até 2 salários mínimos e continua na escala 6x1 tem sofrido derrotas trabalhistas concretas no STF, no Legislativo e no Judiciário nos últimos anos.
Quem está na escala 6x1 e ganha entre 1,5 e 2 salários mínimos, por exemplo, perdeu o abono salarial recentemente, com o silêncio cúmplice de muitas lideranças da luta contra a escala 6x1 — ou seja, para uma boa parcela desses trabalhadores, o resultado foi o de redução de direitos, não de ampliação. As lideranças tinham plena capacidade de engajar a militância para evitar essa derrota e não fizeram.
E, cá entre nós, por que houve esse silêncio? Porque era uma proposta do Executivo, e se contrapor frontalmente não era do interesse político e eleitoral dessas lideranças. É sobre isso. Então, é sempre bom ter atenção.