@ismaelcrvlh Vixe!!! Nao vejo problema algum em sentir inveja. O problema é o que voce faz a partir disso, em que direção e de que forma a inveja tem mobiliza e se a sua inveja te impede de vibrar pela conquista e avanço das outras pessoas.
@vitorachts@luis_trigoso@anabiasbrito@iexandre Apropriação cultural é tão papo de 2020 quanto a questão parda é da década de 80 do século passado. Ou seja, até seria bom, mas ainda não são questões superadas (pelo menos pra alguns grupos, por diferentes motivos em cada um dos temas).
@luis_trigoso@anabiasbrito@iexandre E principalmente, se uma pessoa negra expressar incômodo, se toque, porquê muito provavelmente você fez algo sem noção.
@luis_trigoso@anabiasbrito@iexandre Dear withe people, vamos lá: não faça cosplay de gente negra (não adote estética negra como adorno); Não queira ser o centro das atenções, melhor evitar um "bora negona"; Não fetichize pessoas negras (principalmente sexualmente) a menos que haja consentimento.
Não caia no migué. O melhor look pro @oafropunkbrasil é a sua vontade de ir, de aquilombar, de curtir música negra da melhor qualidade com suas pretinhosidades. #SeJoga
@Ricardo_Cd_Oliv Então, quem deixou evidenciado o estupro de mulheres negras e indígenas pelos homens europeus nao fui eu, foram as próprias pesquisadoras. 🫠
@Ricardo_Cd_Oliv A única explicação são quatro séculos de violência em diversos sentidos”, resume Hünemeier, uma das coordenadoras do trabalho, que, além da genética, mergulhou em uma investigação dos paralelos históricos durante a redação do artigo.
@Ricardo_Cd_Oliv Enquanto isso a linhagem materna, registrada no DNA das mitocôndrias – parte das células transmitida apenas da mãe para os filhos –, carrega 42% de ancestralidade africana e 35% indígena.