O VORCARO MANDAVA MALAS DE DINHEIRO PROS BOLSONARO BICHO.
"Esse dinheiro muitas vezes era entregue em malas, devido ao seu volume. Um desses envios de recursos foi destinado ao fundo dos Estados Unidos usado para financiar "Dark Horse", filme sobre o ex-presidente Bolsonaro (PL)
Vorcaro:
- Deu 2 milhões para Tarcísio
- Deu 3 milhões para Bolsonaro
- Deu mesada de 500 mil para Ciro Nogueira
- Deu 130 milhões para Flávio Bolsonaro
- Bancou vôos do Nikolas Ferreira
...
Vorcaro quer delatar o governo Lula 😂😂😂
@SamPancher@Gleiki2 O cara ignora completamente que o "senador" é candidato à presidência da oposição com mais chances de ir ao segundo turno e foi visitar o banqueiro e recebeu dinheiro dele depois deste estar com tornozeleira eletrônica
@FriedHardt Rsrs, PT foi eleito 5 vezes, governou até o fim em 4, nunca questionaram resultado de eleições. Bolsonaro, no primeiro é único mandato, fez o caos no processo eleitoral. Mas em quem o liberalzinho vota pra GaRantIR qUE teNHa eleições: bolsonaro...
Vorcaro é preso em um governo comandado pelo PT.
Flavio Bolsonaro é flagrado, via fone, achacando milhões do banqueiro.
Vorcaro confessa que deu propina pra Bolsonaro & Tarcísio.
Direitista de internet: vou votar em qualquer um contra Lula porque num aguento mais a CORRUPISSAUM.
@bea_aguillar Pense no contrafactual: bolsonaro foi reeleito, havia mais chance de estourar o escândalo ou o FCG? Lembrando q dep e senador que apresentaram a emenda Master são/foram, respectivamente, do PL e ministro do bolsonaro, pra não falar de RCN e diretores...
Guardem esses nomes que traíram o povo .
Divulguem esses canalhas
FIM DA ESCALA 6X1 JÁ
VOTA ALCOLUMBRE
👉Lembrem dos partidos também
PL 22 . PP 11 . PR 10 não votem nesses partidos INIMIGOS DO POVO
Compreendam a urgência de conquistarmos as duas vagas para o Senado este ano! Não podemos ficar reféns daqueles que lutam contra o povo brasileiro e são contra o direito dos trabalhadores e trabalhadoras passarem mais tempo com seus filhos, de terem mais tempo para o estudo e o descanso, de terem vida além do trabalho!
@LeiteAdam@Haddad_Fernando Porque a política não é gerir a própria casa. Foram taxadas, criou-se app para pessoas bloquearem autonomamente o próprio cpf, criaram-se restrições pra quem ganha benefício do governo e deram-se declarações claras que se é contra levando o debate ao público
@LeiteAdam@Haddad_Fernando Pra taxar foi um chororo do congresso, um monte de manobra pra evitar taxaçao, pra evitar percebtuais altos, um lobby pesado sobretudo com os partidos de direita e centrao. Vc acha mesmo que dava pra proibir?
@odanielscott Sério que além de ser contra pagarem pensão tb não sabe usar porcentagem? Vê quanto dá essa conta em relação ao salário mínimo de hoje e surpreenda-se. Só pra lembrar que não houve aumento real do mínimo no governo passado
1996 - Adriano da Nóbrega ingressa na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Dez/1998 - Adriano se torna aspirante a oficial
1999 - Flávio Bolsonaro tem 18 anos e começa a fazer faculdade de direito.
Ago/2000 - Adriano é promovido a 1º tenente e começa a fazer treinamento de elite no BOPE.
2002 - Flávio se elege deputado estadual e Jair federal, com votação massiva da zona oeste.
2003 - Adriano da Nóbrega é dispensado do BOPE, por má conduta, e vai para o 18º Batalhão da PM, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio do Janeiro, onde conheceu e se tornou amigo do então sargento Fabrício Queiroz, que havia saído junto com Bolsonaro do exército.
Lá em Jacarepaguá eles formaram o Bonde do Madruga, equipe da PM que aterrorizou os moradores da Cidade de Deus, por vários anos.
2003 - Flávio Bolsonaro toma posse como deputado estadual, aos 21 anos. Nesse mesmo ano, ele consegue aprovar menção honrosa, moção de louvor e congratulações pela Alerj, ao Adriano da Nóbrega. Que nessa época, já extorquia e torturava trabalhadores junto com o Queiroz.
Nessa época, o Adriano não estava mais no BOPE. Mas, Flávio Bolsonaro diz que conheceu o Adriano treinando tiro no BOPE, pois eles fazem treinamento de autoridades lá nos stands de tiro do batalhão. Porém, Flávio só veio a ser deputado em 2003, quando Adriano já não estava mais no BOPE. Flávio ainda diz em diversas entrevistas que o Adriano foi seu instrutor de tiro nesses treinamentos. Isso é um buraco gigantesco na história que o Senador conta.
No início de 2004, Adriano foi detido pela primeira vez acusado pelo homicídio do flanelinha Leandro dos Santos Silva, que foi morto a tiros dentro da favela de Parada de Lucas, zona norte do Rio do Janeiro, após ter denunciado um esquema de extorsão praticado por PMs.
Em setembro de 2005, ainda enquanto estava na cadeia e aguardava seu julgamento, Adriano da Nóbrega recebeu a Medalha Tiradentes.
Em outubro de 2005, o então tenente acabou condenado em primeira instância a uma pena de 19 anos e seis meses de prisão pela morte de Leandro dos Santos Silva.
Dias depois, o então deputado federal Jair Messias Bolsonaro fez um pronunciamento no plenário da Câmara dos Deputados condenando o julgamento do PM, o qual o próprio parlamentar afirmou ter comparecido, e defendendo que Adriano era um “brilhante oficial” e merecia um novo júri. Após a defesa do tenente entrar com um recurso, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou a sentença de Adriano, que acabou absolvido no ano seguinte.
A partir de 2006, começou a atuar como segurança para familiares do contraventor Valdomiro Paes Garcia, conhecido como Maninho, assassinado em 2004. Na função, o matador Adriano teria participado de pelo menos oito homicídios entre os anos de 2006 e 2009, a mando do contraventor da máfia dos caça-níqueis José Luiz de Barros Lopes, conhecido como Zé Personal e casado com uma filha de Maninho.
Em 2008, Adriano foi preso pela tentativa de assassinato do pecuarista Rogério Mesquita, que disputava com Shanna e Zé Personal o controle dos negócios de Maninho. Solto após o fim do prazo da prisão temporária, o policial voltou a ser preso por esse crime no final de 2011, durante a "Operação Tempestade no Deserto".
No ano seguinte, 2012, Adriano da Nóbrega acabou inocentado por falta de provas, pois as testemunhas que serviram como base para a denúncia não confirmaram os depoimentos à Justiça.
Entretanto, um processo administrativo disciplinar conduzido pela Polícia Militar fluminense concluiu que o capitão Adriano atuava como segurança do contraventor Zé Personal, o que levou a ser exonerado da corporação em janeiro de 2014.
Embora tenha sido expulso da PM, Danielle Mendonça da Costa, mulher de Adriano, continuou empregada no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj, ocupando desde 2007 o cargo de assessora.
Em 2016, Raimunda Veras Magalhães, a mãe de Adriano, foi também nomeada oficialmente como assessora do gabinete de Flávio.
2018 - Flávio eleito
2020 - Adriano morto