Em um tempo em que o valor das pessoas parece ser medido por curtidas, números e aplausos virtuais, é preciso lembrar de uma verdade simples, mas poderosa: fama não salva ninguém. Popularidade passa. Engajamento acaba. A aprovação das pessoas muda de um dia para o outro.
Mas Cristo permanece.
Vivemos a geração que mais busca ser vista… e ao mesmo tempo uma das que mais se sente vazia. Porque o mundo ensinou que sucesso é ter seguidores. Jesus ensinou que o verdadeiro propósito é segui-Lo.
Os algoritmos mudam todos os dias. A Palavra de Deus não muda nunca.
E no fim, quando tudo isso passar, não será perguntado quantos seguidores nós tivemos… mas quem nós escolhemos seguir.
🟥 Em 1978, Michel Foucault, o filósofo mais lido do mundo, foi até Khomeini num vilarejo perto de Paris e chamou a revolução iraniana de “espiritualidade política”.
Uma iraniana exilada escreveu uma carta avisando o que estava por vir. Foucault respondeu dizendo que o problema dela era o ódio.
Em 1979, as ex3cuções começaram. Mulheres que recusavam o véu eram presas.
Foucault ficou em silêncio. Nunca se retratou. M0rreu em 1984.
O homem que passou a vida estudando como o poder oprime as pessoas ajudou a legitimar um dos regimes mais opressivos do século.
🌍 [EN] In 1978, Foucault called the Iranian revolution a “political spirituality.” An Iranian exile warned what was coming. He told her the problem was her hatred. The executions began in 1979. Foucault went silent. Never recanted.
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Eu enterrei um filho.
E é exatamente por isso que eu não consigo fechar os olhos para o que está acontecendo no nosso país. Vou te contar o que está em jogo e o que você pode fazer nos próximos 17 dias.
Em março de 2024, o Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu o procedimento de assistolia fetal no Brasil. A medicina é clara: em gestações avançadas, estamos falando de um ser humano formado. Que sente dor. Que tem capacidade de viver fora do útero.
A recomendação do CFM foi cristalina: nesses casos, a alternativa deveria ser o parto antecipado e a entrega do bebê para adoção legal. Existem milhares de famílias na fila de adoção no Brasil esperando por isso.
No entanto, em 17 de maio de 2024, uma liminar monocrática do ministro Alexandre de Moraes derrubou essa resolução. E foi além: proibiu que os Conselhos de Medicina sequer fiscalizassem a prática desses abortos tardios nos hospitais.
Desde então, estima-se que mais de 2.000 bebês de 7, 8 e 9 meses de gestação — que poderiam ter nascidos vivos e entregues à adoção — já foram mortos.
O parecer jurídico oficial da Advocacia-Geral da União na ADPF 1141 — processo que deu base para essa liminar — foi assinado por Jorge Messias.
A posição dele documentada nos autos revela uma tese jurídica extremamente perigosa. Ele defendeu textualmente que a recomendação do CFM de salvar os bebês e encaminhá-los à adoção era absurda.
Segundo o documento assinado por ele, a mulher não tem apenas o direito de se ver livre de uma gestação indesejada, mas tem o direito de exigir a morte do bebê, independentemente do estágio da gravidez.
Nas palavras exatas do seu parecer, "a morte do feto é elemento indissociável" do procedimento. Ou seja: não basta retirar o bebê; o Estado tem o dever de garantir que a vida do nascituro seja eliminada.
No dia 31 de março de 2026, o presidente da República indicou formalmente o Sr. Jorge Messias para ocupar uma vaga no Supremo. Daqui a 17 dias, ele será sabatinado pelo Senado. Se aprovado, ele terá décadas de mandato. Décadas impondo essa visão sobre o direito à vida.
A esperança que temos veio agora em março de 2026, quando o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet Branco, emitiu um parecer histórico pedindo a restauração da resolução do CFM. O recado da PGR muda o jogo: o artigo 128 do Código Penal é uma excludente de punibilidade, não uma autorização.
A conduta continua sendo ilícita e não gera um direito subjetivo de exigir que o Estado realize o procedimento.
Eu luto pela vida porque eu sei o que significa o vazio quando ela acaba. E sei que nenhuma mulher precisa da morte de uma criança viável para ser livre.
A soberania feminina de verdade é a que protege. É a que constrói. É a que escolhe a vida quando o sistema quer te convencer de que a morte é a única saída.
O Senado tem o poder de barrar essa indicação. Ligue para o gabinete dos senadores. Fale com educação, mas com firmeza e fatos. Exija a reprovação desta indicação. Os contatos estão no site do Senado Federal.
Não fique em silêncio.
‘Entenda isto: Os filmes e séries sobre a crucificação foram brandos quando comparados ao que Ele realmente sofreu.
Até mesmo *A Paixão de Cristo* foi obrigado a conter um pouco para evitar a classificação X (para maiores de 18 anos).
A crucificação foi, e ainda é, possivelmente a morte mais excruciante que alguém pode experimentar.
Na noite anterior, no Getsêmani, Ele suava sangue. Isso é conhecido como hematidrose. Isso teria deixado Sua pele extremamente sensível, tornando os espancamentos que viriam ainda piores.
O medo que Ele sentiu foi o início de carregar o peso de nossas iniquidades sobre Si.
No entanto, nesse momento, Ele não exigiu que o Pai tirasse aquilo Dele. Apenas pediu que o cálice passasse Dele, se estivesse dentro da vontade do Pai.
Em seguida veio o Chicote de Nove Caudas, ou o Flagrum romano. Era uma arma com longas “caudas” de couro, cada uma com pedaços afiados de osso e metal embutidos.
Ele foi açoitado 39 vezes, conforme a lei judaica determinava “40 menos um”, porque 40 chicotadas eram consideradas suficientes para matar um homem.
Esse açoite não foi como ser punido com o cinto de couro do seu pai.
Cada golpe rasgava a carne, cada golpe expunha o músculo. Cada golpe expunha terminações nervosas. Cada golpe rasgava a carne até o osso.
Isso seria como ser atingido repetidamente por lâminas de barbear, levando ao choque hipovolêmico por perda de sangue.
Ah, e a coroa de espinhos? Não eram espinhos de rosas. Eram espinhos de 5 a 7 centímetros de comprimento. Foram batidos no Seu crânio.
Esses espinhos perfuraram Seu crânio, atingindo o nervo trigêmeo, causando uma dor inimaginável e ainda mais perda de sangue por causa das dezenas de ferimentos na cabeça.
Nesse ponto, náuseas extremas e tontura começaram a se instalar.
O que veio depois? Carregar a cruz. Que pesava cerca de 136 kg (300 libras). Isso seria como carregar dois barris cheios de cerveja nas costas.
Estilhaços e madeira raspando contra a carne aberta das Suas costas. E Ele teve que carregá-la por 600 metros, ou quase meio quilômetro.
Imagine carregar um tronco nas costas depois de ter sido esfolado vivo.
Em seguida? Ele foi pregado na cruz com pregos de 13 a 18 cm de comprimento. Perfuração nos pulsos — isso certamente atingiu o nervo mediano, causando sensações extremas de queimação subindo e descendo pelos braços.
Um prego foi cravado pelos tornozelos — cortando nervos e tendões. Isso deve ter sido como pisar em cacos de vidro toda vez que Ele se erguia para conseguir respirar.
Ele sofreu por 6 horas.
Seus músculos peitorais colapsando, tornando cada respiração uma luta pela vida.
Seus ombros foram deslocados, Seus braços esticados de forma antinatural.
Seu coração lutava para bombear o sangue.
Ele estava extremamente desidratado, com os lábios rachados.
Seu coração muito provavelmente literalmente se rompeu por causa do estresse.
E, além de tudo isso, Ele teve que sentir a separação do Pai por um período de tempo, para REALMENTE carregar o peso do nosso pecado.
Ele tomou sobre Si esse fardo por TODOS os pecados que vieram antes Dele e por TODOS os pecados que viriam depois.
ELE FEZ TUDO ISSO POR NÓS.
Para nos libertar. Para derrotar o pecado. Para nos dar um caminho para o Reino.
Cada pecado que cometemos é exatamente o motivo pelo qual Ele precisou fazer isso.
E o que realmente marca? Ele sabia o que O esperava quando entrou em Jerusalém… e não deu meia-volta. Ele continuou.
Por nós.’
Pierce Brosnan: “A oração me ajudou a lidar com a perda da minha esposa para o câncer e com um filho que havia passado por momentos difíceis. Agora, a oração me ajuda a ser pai, a ser ator e a ser homem.”
“No fim do dia, você precisa ter algo e, para mim, esse algo é Jesus.”