É AMANHÃ! 🇧🇷
Santa Catarina, chegou a hora! Na urna, são DOIS votos para o Senado:
2️⃣2️⃣1️⃣ Carol De Toni — Senadora
2️⃣2️⃣2️⃣ Carlos Bolsonaro — Senador
2️⃣2️⃣ Jorginho Mello — Governador
2️⃣2️⃣ Flávio Bolsonaro — Presidente
Agora é mobilização até o último voto. Compartilhe, chame a família, os amigos e não deixe ninguém esquecer!
VAMO QUE VAMO! É 22! 🚀🇧🇷
A censura não irá vencer!
Em respeito a todos que se prepararam e aguardavam um debate livre e democrático, @FlavioBolsonaro fará uma live em seu canal do YouTube, na TV Celular Flávio Bolsonaro, a partir de 21h30. E hoje quem vai perguntar é você!
Queremos te ouvir, responder e debater o Brasil com você: venha para live e mande a sua pergunta.
🔗 Link do canal: https://t.co/nXEkcuYR6O
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Mooska.
O TOQUE INFANTIL DE BELÉM.
A propaganda eleitoral de estúdio gasta fortunas para vender a imagem de um protetor bondoso da infância e das famílias.
Mas a verdade sobre quem governa um país não está nos comerciais maquiados.
Ela escapa no palanque aberto, quando o filtro cai.
Nesta segunda feira, 28 de setembro, no comício oficial de Belém do Pará, o Brasil assistiu a uma das declarações mais perturbadoras da história política recente.
Ao tentar constranger os homens a fazerem o exame preventivo de próstata, Lula disparou com o microfone na mão no minuto 13:06:
"Sabe, as mulheres aprendem a tomar toque desde manhã quando é pequena. O homem não."
Pare um minuto e releia essa frase com calma.
A afirmação causou choque imediato na comunidade médica por uma razão óbvia: crian��a não faz exame ginecológico de toque.
Isso é uma impossibilidade pediátrica e clínica elementar.
A pediatria protege com rigor absoluto a intimidade física da infância.
O exame de toque vaginal ou retal em meninas pequenas é restrito a casos raríssimos de trauma cirúrgico severo sob anestesia hospitalar.
Dizer diante de uma multidão que meninas aprendem a "tomar toque desde pequenas" expõe uma mente que naturalizou de forma grotesca a invasão da inocência infantil e confunde barbaramente a prevenção ginecológica da mulher adulta com a infância.
Não se engane: isso não foi uma gafe de palanque.
É a manifestação de um padrão de meio século que sempre tratou a dignidade feminina com desprezo nos bastidores.
A linha do tempo não mente:
Em 1979, na entrevista às páginas da revista Playboy, ele contava como abordava viúvas que buscavam benefícios no sindicato antes de conhecer Marisa Letícia, afirmando que ia "papar a nora do velho".
Em 2016, no grampo oficial da Lava Jato com Paulo Vannuchi, cobrava a tropa de choque do partido perguntando: "Cadê as mulher de grelo duro lá do nosso partido?".
Em 2025, ao anunciar Gleisi Hoffmann para a articulação política, justificou a escolha em público por ela ser "mulher bonita para amaciar o Congresso", rebaixando a deputada a mero atrativo de balcão.
E em Belém, no mesmo discurso do toque, completou a agressão contra as famílias humildes no minuto 23:56, ao afirmar que a mulher sem diploma universitário só vive com o marido "a troco de um prato de comida ou de aluguel".
Para ele, a dona de casa brasileira que batalha ao lado do marido não tem amor ou caráter, seria apenas alguém que se vende por comida até que o Estado venha resgatá la.
E quando o palanque esquenta, o restante do verniz se desfaz:
No minuto 18:18, destilou um preconceito cruel contra os trabalhadores que perderam dentes, dizendo que quem não tem dente não sorri, não arruma namorado e nem beija.
O pobre humilhado como alguém incapaz de amar.
No minuto 4:44, ajoelhou se diante do coronelismo mais arcaico do país, exaltando a "dinastia" e a "sanguinidade" de Jader Barbalho, chamando o clã que manda no Pará há 40 anos de orgulho nacional.
E no minuto 10:36, confessou o verdadeiro pânico que tira o sono do Planalto: disse que não pode deixar a oposição eleger senadores porque eles vão "infernizar a minha vida".
Agora o país inteiro entende por que Flávio Dino correu no STF em regime de urgência nesta manhã para tentar sufocar a candidatura de Bia Kicis ao Senado.
O chefe confessou o desespero no Pará e o ministro cumpriu a ordem em Brasília.
O marketing oficial vende um salvador da pátria.
O microfone sem filtro entrega o deboche com a intimidade das crianças, o insulto às donas de casa e o pânico de ser cobrado pelas urnas.
No próximo domingo, você estará sozinho diante da tela da urna.
Zumm...
#ProtejamAsCriancas #Eleicoes2026