Os políticos, que nós pagamos, não têm obrigatoriedade de irem a um debate serem confrontados pra dar explicação de seus atos ou debater suas propostas com opositores.
Mas nós, que elegemos os cobradores de impostos, temos obrigatoriedade de ir votar no dia da eleição.
Ou seja, pros dondocos direitos, pro povo, obrigações. 🤡
E vai ter gente defendendo, dizendo que estão certos, aguarde pra ver.
@KallelOficial01@thairizard Isso não faz o minimo sentido kkkkk
Poderia ter 99 candidatos concorrendo contra o lula, isso nao iria fazer ele vencer no primeiro turno
A foto do Centrão de Arthur Lira se lavando na piscina do amigo de Flávio Bolsonaro e advogado agora alvo da PF, Willer Tomaz, com a presença alegre do lulista Weverton Rocha e do bolsonarista Alexandre Ramagem, retrata o Brasil.
Eles se lavam juntos, enquanto o povo se divide.
A 2 meses da eleição:
- Flávio não tem vice na chapa nem equipe consolidada, não detalhou propostas, não demonstrou capacidade de articulação, foi atingido por escândalos como o Master, não prestou contas do filme “Dark Horse” nem de seu escritório de advocacia, trocou de marqueteiros duas vezes, o último convidado a assumir o posto ainda não conseguiu reunir profissionais da confiança dele, e o que faz o bolsonarismo?
- Requenta narrativas falsas contra as mesmas urnas eletrônicas pelas quais Flávio foi eleito senador e o PL fez a maior bancada da Câmara dos Deputados;
- Desvirtua os pontos de debate americano sobre os elos do imunologista Antony Fauci com laboratórios chineses e a origem do vírus da Covid-19, para então requentar a propaganda antivacina e tentar legitimar a conduta aloprada de Jair Bolsonaro na pandemia, embora ambas tenham colaborado para a derrota do ex-presidente em 2022 e o próprio relatório divulgado pelo governo dos EUA reconheça que as vacinas “sem dúvida salvaram milhões de vidas ao diminuir a probabilidade de doenças graves e morte”;
- Apela, por fim, a um discurso dinástico de “sangue Bolsonaro”, que só ilustra o vazio de substância da campanha de Flávio e a necessidade de colocar a pretensa família real acima dos interesses do país.
Com Lulinha e Jaques Wagner investigados, o gabinete presidencial sob suspeitas, Lula tomando cafezinho com Moraes, enrolando sobre sigilo de 100 anos e ainda aloprando em seus discursos e pedidos antecipados de votos, o natural - se houvesse consenso em torno de um opositor sem rabo preso e com alguma capacidade cognitiva - seria o lulismo estar na defensiva, e não o contrário.
Mas se algo dá esperança a cada lado desse mesmo populismo sistêmico, é justamente a combinação de sujeira e asneira do outro.
Rapaz, que lapada o Flávio Bolsonaro levou da Adriana Araújo na Band depois de tentar interrompê-la enquanto ela terminava uma pergunta. E ela ainda lembrou, na frente de todo mundo, que a família Bolsonaro teve responsabilidade, sim, no tarifaço dos EUA.