The Humblest Fruit - How an expensive delicacy from the tropics became a staple part of American life. By Berton Roueché, September 24, 1973: https://t.co/yr0BGcPLxm
"I hope these templates can be filled with stories celebrating moments of joy, your histories and cultural practices, and your own experiences that can get passed down generations or act as a space for healing"
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💥🇧🇷 JUST IN: President Lula just said what every Global South nation should be saying: critical minerals are ours. If you want them, come set up here. Produce here. Generate development here. We are no longer colonized countries. We will not give up our sovereignty.
The West has spent centuries extracting Africa's minerals, Latin America's lithium, Asia's rare earths. Taking. Exploiting. Leaving nothing but poverty and pollution. Now the world needs these resources for the green transition, and they think the old model still works.
No. Not anymore.
The era of extraction without development is over. The era of sovereignty without compromise has begun. Lula said it. The people feel it. And the world better listen.
O impacto da transferência da capital do Rio de Janeiro para Brasília sobre os costumes da república brasileira constitui um problema histórico ainda insuficientemente explorado. Para compreendê-lo, é preciso ordenar os fatores que concorreram para a formação de uma nova cultura política, marcada pelo distanciamento entre Estado e sociedade.
Em primeiro lugar, a mudança deslocou a alta política e a burocracia do principal centro demográfico, social e comunicacional do país. No Rio de Janeiro, o poder estava imerso na vida urbana: cercado pela imprensa, pela opinião pública e por uma sociedade civil densa e vigilante. Ao transferi-lo para o Planalto Central — então desprovido de tecido social consolidado —, criou-se um vazio em torno do poder, reduzindo drasticamente sua exposição cotidiana ao escrutínio social.
Em segundo lugar, Brasília foi concebida, desde a origem, como uma cidade administrativa desprovida de base social autônoma. A ausência deliberada de indústria visava evitar a formação de um operariado; a inexistência inicial de universidades — limitadas, na concepção de Juscelino Kubitschek, a uma eventual instituição confessional — retardava a emergência de um meio estudantil crítico. A criação da Universidade de Brasília, já no governo João Goulart, não altera o fato de que o projeto original buscava restringir a presença de grupos sociais potencialmente contestatórios.
Em terceiro lugar, a consolidação da nova capital exigiu a construção de incentivos materiais capazes de atrair e fixar a elite política e administrativa. Governos sucessivos, desde JK até o regime militar, promoveram a elevação de salários, a multiplicação de cargos de assessoramento e a criação de uma infraestrutura de privilégios — palácios oficiais, apartamentos funcionais, automóveis de serviço — que não existia na antiga capital. A transferência do poder implicou, assim, a institucionalização de um padrão de remuneração indireta e de benefícios patrimoniais que redefiniu as expectativas da classe dirigente.
Em quarto lugar, o próprio desenho urbanístico de Brasília reforçou essa separação. O plano de Lúcio Costa concentrou a “república” no Plano Piloto, concebido para uma população restrita, e a isolou do restante do território por amplas áreas de separação. Posteriormente, o tombamento do Plano Piloto contribuiu para cristalizar esse arranjo espacial, convertendo-o em estrutura permanente.
O resultado foi a formação de uma nova normalidade política. Em uma ou duas gerações, consolidou-se um modelo no qual o poder se exerce em ambientes fisicamente apartados, socialmente homogêneos e arquitetonicamente monumentalizados. Esse padrão foi progressivamente reproduzido em outras capitais — de forma paradigmática em Palmas, e em graus variados em diversas cidades brasileiras —, difundindo a ideia de que a sede do poder deve ser isolada do espaço urbano comum, dotada de edifícios grandiosos, amplos gabinetes, numeroso corpo de assessores e acesso protegido.
Mesmo no Rio de Janeiro, antiga capital, esse ethos se impôs: a ocupação de palácios históricos acessíveis foi sendo substituída pela construção de complexos administrativos modernos, frequentemente afastados do convívio direto com a população. A separação entre governantes e governados passou a ser percebida como traço natural da vida republicana. Não por acaso, até hoje há quem, formado social e politicamente em Brasília, tenha dificuldade em conceber que uma capital possa funcionar de outra maneira — isto é, como funcionava o Rio de Janeiro e como ainda funcionam, em maior ou menor medida, outras capitais do mundo, como Buenos Aires, Santiago, Paris, Londres ou Roma, onde o poder permanece inscrito no tecido vivo da cidade.
O Poder Judiciário, inicialmente mais resistente a essa transformação, acabou por aderir a esse padrão, completando o processo de generalização dessa cultura política fundada no distanciamento espacial e social do Estado em relação à sociedade.
JORNALISMO - assim mesmo, em maiúsculo - é isso aqui. A reportagem que desvendou quem é Banksy, um mistério de décadas. A investigação, os detalhes, a apuração. Histórico. Esse momento será sempre lembrado na história da arte.
Então, aparentemente se você conectar todas as bases de dados abertas do Brasil, da para detectar corrupção com base no CPF de políticos
Construí um negócio e não sei o que fazer com isso, não tô querendo ir de vala
utilidade pública: a UERJ disponibiliza, em seu site, o acervo iconográfico rosa magalhães, composto por cerca de 5.500 croquis de figurinos e alegorias doados pela carnavalesca. é possível realizar consultas ao catálogo e fazer download dos croquis: https://t.co/5qsx21oXxU
Portela: 5.
Um compilado épico de todos os jurados que acharam as escolas uma merda, provocaram a fúria dos bicheiros e fizeram história na #ApuraçãoRJ. Provavelmente todos tiveram seus porta-retratos quebrados no spin-off de Vale o Escrito. Queridos!