O desenvolvedor brasileiro Bruno César desenvolveu uma ferramenta inovadora que utiliza inteligência artificial para examinar dados de fontes oficiais, como TSE, IBGE e Banco Central. O objetivo é identificar possíveis atos de corrupção, conectando o CPF de agentes públicos a laços familiares, empresas e contratos, revelando potenciais conflitos de interesse ou irregularidades.
Conforme postagens do criador na plataforma X (antigo Twitter), a tecnologia já ajudou a expor situações de funcionários fantasmas e direcionamento indevido de emendas. O sistema integra diversas camadas de IA: o Codex da OpenAI foi usado para planejar os scripts de normalização, enquanto o Claude Opus 4.6 auxiliou na execução. Um servidor potente, com 128 GB de memória, garante o processamento de grandes volumes de informações. Os dados são organizados no Neo4j, um banco de dados gráfico que facilita a visualização de relações entre indivíduos, empresas e acordos.
Essa iniciativa faz parte do projeto Brazilian Accelerationism, idealizado por Bruno e inspirado no movimento americano “effective accelerationism”, que propõe a aplicação da tecnologia para solucionar desafios institucionais. Atualmente, a ferramenta opera no computador pessoal de César, que planeja aprimorar a organização e o cruzamento das informações em rede.
O próximo passo é lançar uma versão beta para jornalistas, ONGs e órgãos de fiscalização, permitindo que utilizem a tecnologia para intensificar investigações e monitoramento. O desenvolvedor também considera a possibilidade de disponibilizar o projeto como código aberto.
Então, aparentemente se você conectar todas as bases de dados abertas do Brasil, da para detectar corrupção com base no CPF de políticos
Construí um negócio e não sei o que fazer com isso, não tô querendo ir de vala
A cada dia que passa, fica evidente que Jones Manoel nunca leu nada sobre Karl Marx. Dentro da própria lógica marxista, o que define o capitalismo não é só a exploração da força de trabalho, mas a relação social de produção mediada pelo capital. E é exatamente aí que o PCC e o CV ficam fora do enquadramento marxista.
Marx define o capital como uma relação social de produção, não como qualquer acúmulo de dinheiro. Ou seja, capital não é só ter dinheiro e investir, mas um sistema em que o valor se valoriza pela exploração do trabalho assalariado, produzindo mais-valia. Isso exige produção de mercadorias e mercado de trabalho livre, o trabalhador vende sua força de trabalho em troca de salário. No crime organizado, nada disso existe. O PCC e o CV não produzem mercadorias que contêm valor-trabalho. Eles traficam bens ilegais e operam via renda e monopólio, não via produção de valor. É uma economia de extração parasitária, não produtiva. A relação deles é de extorsão, violência e domínio territorial, não de compra e venda de força de trabalho no sentido marxista.
O tráfico não reinveste mais-valia no ciclo produtivo para expandir a produção. Ele lava o lucro, não reinveste em produção de valor. Isso quebra o circuito do capital (D–M–D’). O que o PCC faz é D–D’, ou seja, dinheiro que gera mais dinheiro por vias ilícitas, fora da forma mercadoria. Marx chama isso de capital usurário ou comercial improdutivo, algo que ele distingue do capital industrial. Esse tipo de “acumulação” é parasita sobre a economia produtiva, exatamente o oposto do que ele via como o motor do capitalismo.
O conceito de mais-valia é específico da relação entre o capitalista e o trabalhador livre, não entre o bandido e o subordinado. No PCC, por exemplo, há hierarquia, mas não há contrato de trabalho nem força de trabalho vendida no mercado. O soldado do tráfico não é trabalhador assalariado, é partícipe forçado de uma estrutura de poder violento. Marx chamaria isso de dominação pessoal pré-capitalista, mais próxima de feudalismo que de capitalismo. Ou seja, mesmo dentro da lógica marxista, o PCC e o CV não são capitalistas; são formas parasitárias e extrativas que vivem às margens do capital, se alimentando dele, mas sem produzir valor. Marx diria que o crime organizado é um resíduo lumpenproletário, uma camada sem função produtiva que vive de pilhagem e desordem social, não de exploração no sentido técnico do termo.
Principalmente um senado acovardado que deveria ser a casa que não deveria permitir o abuso judiciário!
ACORDA POVO BRASILEIRO
O SENADO É A CASA QUE PODE RESOLVER TODAS ESTAS INTERFERÊNCIAS DO PODER JUDICIÁRIO!
🚨 GALVÃO NA BAND!
Galvão Bueno será o títular das transmissões da Fórmula 1 na Band em 2025. Sérgio Maurício passará a ser comentarista.
Galvão Bueno também ganhará um programa às segundas-feiras nos mesmos moldes do Bem, Amigos
🗞️ Flávio Ricco
Nossa, uma coisa boa na Folha. Pena que os jornalistas, em sua maioria, há muito tempo não fazem jornalismo.
Eles vivem de narrativas justamente porque viraram militantes, de jornalistas só restou o diploma.
Ontem fui na primeira consulta com a psicóloga, coisa que já protelava a um bom tempo. Saí de lá super bem ela já não sei, nada que um TARJA PRETA não resolva.