Sou do tempo em que todos nós, brasileiros, queríamos o mesmo para o Brasil: progresso, educação, distribuição de renda. Isso foi antes de Lula nos dividir. Odeio Lula e o que ele fez pelo Brasil. Sempre pensei igual. Uma pena o que aconteceu com os idiotas. Eu defendo meu lado.
Após o primeiro gol da Inglaterra, baixou a adrenalina nos argentinos e eles passaram a acreditar em si mesmos — e o principal: os ingleses também passaram a acreditar na Argentina. E por isso se apavoraram. É como se os argentinos fossem os únicos a ler o Nelson Rodrigues:
'O time nacional tem que se achar o melhor do mundo' (Nelson Rodrigues)
Amigos, tenho conhecido o que os amigos chamam, com a maior naturalidade, de “a besta”. E ele tem um tal hábito de ser chamado assim que, certa vez, disca para a namorada e começa: — “Norminha? Aqui é ‘a besta’.” A própria namorada o apresentou: — “Papai, aqui é ‘a besta’.” O velho não estranhou. Achou normal ter, como genro, “uma besta”.
Dirão vocês: — “Isso é literatura!” E se o fosse, não seria demérito. Mas eu digo que esse rapaz não podia ser apontado, não como “um brasileiro”, mas como “o brasileiro”. Pois bem. Um dia, vou ver um colega em outra redação. E, lá, quem vejo eu, datilografando uma crônica sobre o escrete. Também os companheiros o chamavam de “a besta”.
“A besta” podia se considerar um brasileiro autêntico. No fundo, no fundo, somos assim. O brasileiro não acredita em si mesmo. Se o chamam de “a besta”, como tal se considera. Na minha crônica de ontem, escrevi: — “O brasileiro ou acredita em si mesmo ou cai de quatro.” Por isso, repito que o problema de Coutinho não é tático, nem técnico. É, se assim posso dizer, psicológico.
Para a seleção render cem por cento, ou mil por cento, precisa acreditar no Brasil. Essa é a primeira providência. Segunda: — acreditar em si mesmo. E mais: — o time nacional tem que se achar o melhor do mundo.
Bem sei que, em nossa época, o cronista-patriota causa um divertido horror. Quantas vezes nós, cronistas, falamos, com o maior desprezo, em patriotada. Sou um dos poucos que aceitam a patriotada com a maior satisfação. Outro dia, um cretino fundamental me chamou de patriota. E, realmente, quando se trata do time nacional, me sinto de esporas e penacho.
E, no entanto, os jogadores brasileiros já acreditaram no Brasil. Foi na minha pré-adolescência. Era o tempo de Luiz Vinhais, patriota de alto a baixo. Lembro-me de uma partida internacional que houve aqui.
Era o Brasil com não sei quem, provavelmente a Argentina. Ou seria Uruguai? Começa a batalha, e o Brasil estava jogando sem alma, sem paixão. O adversário fez um gol. Nem assim reagimos. Pouco depois, novo gol. Acabou o primeiro tempo, com o Brasil perdendo por 2 a 0. Eu, no meu canto, via aquilo como a progressão fulminante da catástrofe.
Mas, no vestiário, estava Luiz Vinhais, ventando fogo. Ergueu o gesto inspirado e apelou para o patriotismo. Era como se o escrete fosse o próprio Brasil. Abriu uma bandeira da pátria. Fez cada jogador beijar a bandeira. Um dos craques debulhou-se em lágrimas, como se dizia antigamente. E diz Luiz Vinhais, com o olhar vazando luz: — “Podem ir, porque vamos vencer.” Não deu outra coisa. Esmagamos o adversário. Cinco a dois foi o escore da nossa vitória. Os cretinos fundamentais poderão dizer: — “Ridículo.” E daí? Com um mínimo de ridículo não há herói, não há santo, não há profeta.
O Globo, 23/7/1977
#INGxARG
No dia em que o Theatro Municipal do Rio de Janeiro completa 117 anos, foi roubada a batuta da estátua de bronze do compositor Carlos Gomes.
O episódio ocorre justamente na semana de estreia de Salvador Rosa, ópera do compositor que não era encenada havia mais de oito décadas.
Três países ricos em energia.
Três escolhas diferentes.
Noruega:
Descobriu petróleo → criou um fundo soberano → US$ 1,7 trilhão em riqueza.
Guiana:
Descobriu petróleo → abriu a exploração para várias companhias → maior crescimento do mundo nos últimos anos.
Brasil:
Descobriu petróleo → ONGs pressionam contra a exploração → estamos perdendo a janela de oportunidade.
Mesmo recurso.
Diferentes governos.
Resultados completamente diferentes.
Governar é fazer escolhas certas.
#Energia #Energia
Eu presto atenção no que eles FAZEM.
E o que eles FAZEM = fascismo puro.
Mas... e o que eles DIZEM?
O que eles DIZEM não tem nada a ver com o que eles FAZEM.
O que eles FAZEM é a prova de que tudo o que eles DIZEM, é mentira.
Dom Pedro II cometeu pelo menos dois erros graves durante seu reinado.
O primeiro foi ter inoculado o exército brasileiro com as ideias de Auguste Comte(positivismo), o delírio mais estúpido que o iluminismo já pariu, por uma caipirisse de comprar a mais nova modinha francesa em voga.
O segundo foi, similar ao "disse me disse" ocorrido na Operação Valquíria, ter acreditado que haveria um banho de sangue se lutasse, e HOJE se sabe que tudo teria sido resolvido executando literalmente meia-dúzia de militares por traição.
Quanto a possível volta ao Trono durante o período Militar, apesar de fazer total sentido partir dos militares desfazer a cagada de 1889, o que sustenta uma monarquia é a legitimidade.
O Rei é aclamado, não eleito.
E não havia nem mesmo o debate sobre essa possibilidade junto à população.
Julgo a decisão não só inteligente como nobre.
E tivemos a oportunidade de fazer da forma correta durante o plebiscito de 1993, mas como o Brasil nunca perde uma oportunidade de perder uma oportunidade, todo tipo de calúnia infantilóide foi massivamente ventilada, chegaram ao ponto de dizer que a escravidão voltaria(e acreditaram).
E o que a amaldiçoada elite financeira - já que infelizmente não temos uma elite intelectual desde o império - fez para normalizar as coisas e trazer finalmente estabilidade ao Brasil?
Olhou para Monarquias modernas como as do Reino Unido, Espanha(monarquia restaurada em 1975, inclusive), Países Baixos, Bélgica, Dinamarca, Suécia, Noruega, ou para os principados como Liechtenstein, Mônaco, Luxemburgo?
Porra nenhuma.
Não viu jeito de tirar vantagem imediata. Logo, tem nada com isso.
Mesma alta preferência temporal do brasileirinho médio, muda-se apenas detalhes contextuais.
Até mesmo para que a Monarquia funcione, é preciso de uma elite minimamente preparada(ou pelo menos que não tenha um espírito de porco), e a nossa é do tipo que quebra cano que leva água pro nordeste pra manter esquema de caminhão pipa.
O red pill e o feminismo woke são dois lados da mesma moeda. Ambos são fascistas e pregam ódio contra o sexo oposto. E um se alimenta do outro. A diferença é que o feminismo woke tem o apoio estatal pesado e o judiciário ao seu lado
Canetada. Muitos cursos de universidade poderiam ser cursos técnicos. O Brasil, ao adotar a agenda da ONU nos anos 2000 de forma indiscriminada, banalizou a formação em nível universitário. A universidade serve apenas para passar no filtro do mercado de trabalho, quando deveria ser o lugar para elevação interior, intelectual, e um espaço fértil para potencializar o Brasil como nação.
O Mito da Universidade para Todos
A universidade deveria ser um segregador espiritual e intelectual, não um espaço de inclusão indiscriminada. Universidade não é para todo mundo. Nunca foi.
Ela é o lugar reservado a quem renuncia à mediocridade e decide dedicar a própria vida à busca do conhecimento. Não à obtenção de um diploma. Mas penso que o problema começou quando a universidade deixou de formar o espírito e passou a funcionar como trampolim profissional. Abriu as portas a qualquer um, e suas disciplinas viraram técnica, seus cursos viraram instrumento, e por consequência seu ideal esvaziou. Convido você a olhar para qualquer "jurista" hoje em dia, por exemplo. Ele é nada mais nada menos do que um tecnicista que aplica leis de modo robótico, ignóbil na sua completude. Triste.
Isso não significa negar o mercado de trabalho, nem fingir que ele não existe. Significa separar as coisas. Quem busca formação profissional deveria ter seu lugar: institutos técnicos, escolas de ofício, cursos voltados diretamente à prática. Que existam, que prosperem, que formem bons profissionais. Mas que não usurpem o nome de universidade, nem se confundam com o estudo desinteressado e a pesquisa. São vocações diferentes, e merecem casas diferentes.
Boa parte dos estudantes entra na universidade por medo da miséria, não por amor ao saber. Buscam emprego. Sabedoria fica pra depois, se sobrar tempo... O resultado é a precarização total do sentido universitário: professores desinteressados, alunos alienados, um sistema que forma trabalhadores especializados e não seres pensantes.
A universidade deveria ser templo do espírito, frequentado só por quem suporta a solidão, a exigência, a disciplina que o conhecimento impõe. O saber não é direito universal. É vocação. E vocação é para poucos.
"O homem maduro — o spoudaios de que fala Aristóteles — é aquele que tornou sua alma dócil à razão, fazendo da aceitação da realidade o seu estado de ânimo habitual e capacitando-se, por esse meio, a orientar sua comunidade para o bem. Este ponto é crucial: ninguém pode guiar a comunidade no caminho do bem antes de tornar-se maduro no sentido de Aristóteles. Líderes revolucionários e intelectuais ativistas são apenas homens imaturos que projetam sobre a comunidade seus desejos subjetivos, seus temores e suas ilusões pueris, produzindo o mal com o nome de bem."
-Olavo de Carvalho (Jesus e a pomba de Stálin).
Pessoal, o caminho mais consistente para sair da pobreza passa por dois pilares: evolução espiritual e estudo.
A evolução espiritual fortalece o caráter, a disciplina, a resiliência e a capacidade de adiar recompensas. O estudo expande sua visão de mundo e desenvolve habilidades que geram valor para os outros.
Até quem enriqueceu sem educação formal domina profundamente algum ofício, mercado ou negócio. Riqueza é consequência de conhecimento aplicado e de um caráter capaz de persistir por anos.
Invista diariamente na mente e no espírito. O resto tende a ser consequência.
Filho proibido de visitar o próprio pai por 90 dias.
PCC e Comando Vermelho seguem ampliando seu domínio sobre comunidades e impondo medo a milhões de brasileiros.
As prioridades do Estado ficaram claras.
Dieta serve pra negar fast food corriqueiro, doces industrializados, álcool sem motivo e por aí vai, mas NUNCA pra vc deixar de comer a comida da sua avó, deixar de provar um doce que alguém fez só pra te agradar, deixar de brindar uma ocasião especial, comida não é só caloria!
O futebol italiano será restruturado por Maldini e Leonardo, seria o equivalente a CBF ser liderada pelo Ronaldo e Kaka. Mas o futebol brasileiro está nas mãos dos filhos do Gilmar Mendes e Sarney
Quero ver quando o dinheiro em espécie voltar a circular com volume altos nas cidades mais violentas do país, as saidinhas de banco e os sequestro relâmpagos vão bombar.
É bom a gente já começar a se preparar, pq os assaltos a casas e prédios vão subir muito.
@mateusduque Isso vai dar merda. O Fluminense é um time vendedor em sua essência, e tem um técnico que não usa a base. Ou o Zubeldia muda isso, ou logo o Fluminense vai entrar em crise financeira