Não estou aqui para defender nem acusar. Mas chama atenção o volume de noticiário sobre Lulinha.
Pode ser inocente, pode não ser. O que existe até agora são investigações (que devem prosseguir) e suspeitas — não acusações comprovadas, nem condenação. Sequer há denúncia do Ministério Público.
Não sou petista, nem lulista, apesar de alinhados à extrema direita acharem que “petista” é adjetivo obrigatório para quem é de esquerda. E o PT não é partido de esquerda faz tempo.🤣
Como jornalista, cidadão e eleitor, me causa espécie essa cobertura tão feroz antes de existir acusação comprovada ou condenação definitiva. Parece desproporcional, especialmente em ano eleitoral.
Enfim.🤷♂️
TEM CAROÇO NESSE ANGU!
Acabo de ouvir o anúncio feito por Eduardo Moreira, nesta manhã, sobre a demissão de Leandro Demori do ICL. Para além de não ter ficado convencido com a justificativa de uma “reestruturação de custos”, achei a decisão profundamente covarde.
É evidente que toda empresa precisa ser financeiramente sustentável... e não serei eu a contestar a lógica da DRE. Só que salta os olhos o fato de terem saído, em uma só leva:
1. O CEO, responsável pela gestão do negócio
2. O Diretor de Marketing, responsável por um dos maiores custos da empresa e pela construção da marca
3. O Leandro Demori, Diretor de Jornalismo, à frente de um dos produtos com maior potencial de monetização, potencial que, até aqui, parece não ter sido explorado.
Em uma empresa que adotou uma estratégia agressiva de expansão e que, recentemente, passou a enfrentar dificuldades financeiras, essa movimentação me parece mais que uma simples reorganização, me soa como uma reação autoritária de acionistas controladores pouco dispostos a ver seu modelo de negócio questionado e, sobretudo, criticado.
Quando li que teria sido dada a Demori a missão de cortar 30% dos custos da vertical de jornalismo (não sei se é real), a primeira coisa que me veio à cabeça foi algo que sempre me pareceu intuitivo... o ICL cresceu demais para continuar sendo financiado quase exclusivamente pela venda de cursos e da revista. O curioso é que isso aparentemente não foi antecipado por quem dá a palavra final lá dentro.
O mais absurdo, para mim, é ver a mesma empresa que investe milhões em marketing nas grandes plataformas de tecnologia para vender cursos optar por cortar 30% da estrutura jornalística, seja demitindo sua principal liderança, seja reduzindo a equipe, em vez de desenvolver uma estratégia consistente de monetização para os produtos jornalísticos de altíssimo nível que produz e distribui justamente nessas plataformas.
A saída simultânea de três profissionais estratégicos reforça a impressão de que não sou o único a considerar indispensável explorar as fontes de receita que tem viabilidade imediata (anúncios), claro que criteriosamente e sem assumir compromissos que coloquem em risco a independência editorial.
O Leandro Demori abriu mão de contratos, como o Dando a Real, na TV Brasil, e de outras oportunidades para assumir, com exclusividade, a liderança do jornalismo do ICL. Agora, de maneira abrupta e às portas de uma eleição decisiva, retiram o alcance da voz de um dos jornalistas mais combativos e corajosos do país. É um enorme desserviço ao campo progressista, uma covardia com o profissional e um desrespeito com a história dele em prol da democracia brasileira.
Toda a minha solidariedade ao valoroso companheiro de luta Leandro Demori. Que encontre um espaço/formato que te ofereça a estrutura, a liberdade e o alcance necessários para continuar fazendo a diferença.
Se hoje sou assinante do ICL e da Liberta, foi, em grande parte, para apoiar o trabalho jornalístico comandado pelo Demori. Sua presença fará muita falta nas minhas manhãs.
PS: Não senti nenhuma transparência do lado do ICL, o que é decepcionante! Pareceu declaração de RH de banco/Big4!
@VoxLiberdade Essa gosta mesmo de "novinhos".
E o trauma q os coitadinhos levarão para o resto da vida? Isso ninguém fala, né?
P.S. para o(a)s néscio(a)s: contém ironia
Quem não quer ver Lula reeleito, já que não há mais Bolsonaro nem crise econômica ou alta do dólar para explorar, resolveu investir na nova pauta da vez: a segurança pública. Passaram a ecoar o discurso dos governadores de direita e a demonstrar uma inquietante simpatia pela carnificina que deixou 120 mortos no Rio. Para dar corpo à narrativa, forçam a barra para culpar o governo federal, atacam o STF e fingem ignorar que a Constituição atribui o combate ao crime aos estados. Fingem também esquecer que são esses mesmos governadores de direita que travam no Congresso a tramitação da PEC da segurança pública. Por que “esquecem”? Porque precisam fabricar uma culpa que não existe — deslocar para Brasília a responsabilidade que é deles, para desgastar o governo e dificultar a reeleição no ano que vem. No fundo, trata-se da velha tática da direita brasileira: explorar o medo, distorcer os fatos e transformar tragédia em palanque eleitoral.
🚨URGENTE! Senado ACABA de REJEITAR POR UNANIMIDADE e ENTERRA DE VEZ a PEC da Blindagem (PEC da Bandidagem).
Hoje o Nikolas e a extrema-direita ENTRAM EM PÂNICO TOTAL. VITÓRIA DAS RUAS = VITÓRIA DO POVO! 🇧🇷✊