A extraordinária governance criada para assegurar a independência da televisão pública, quando o Dr Portas foi veemente na necessidade de uma RTP pública, é hoje macaqueada desta forma, à frente de todos (via @lobomedia_)
COMPLEXO TITANIC
A eloquência da banalidade
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Pedro Sánchez foi durante anos o espelho onde uma certa elite mediática europeia gostava de se contemplar. Agora que esse espelho se estilhaça sob o peso de escândalos, suspeitas e contradições, comentadores como Pedro Marques Lopes enfrentam um problema incómodo: a realidade deixou de colaborar com a narrativa.
@pedroml
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HISTÓRICO DO PSD: AVENÇA MENSAL DE 2.750 EUROS DE GUILHERME SILVA DURA ATÉ AOS 85 ANOS
19 milhões em cinco anos: contratos de ‘mão beijada’ a advogados dão rendas de favor a políticos e amigos
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Uma investigação do PÁGINA UM aos maiores beneficiários de contratos jurídicos adjudicados sem concorrência mostra como uma excepção prevista na lei se tornou, em muitos casos, um mecanismo regular de distribuição de rendas a amigos e relações políticas. Entre os nomes que mais receberam destaca-se, por exemplo, Guilherme Silva, histórico do PSD Madeira. Agora com 82 anos, garantiu uma avença de 2.750 euros mensais da Universidade da Madeira até perfazer 85 anos, tornando-se um dos paradigmas mais evidentes deste tipo de negócio assente na confiança e pago pelos contribuintes.
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O Hamas costuma hastear a bandeira LGBT?:
Tem graça: nenhum dos indignados com a proibição da bandeira “gay” em edifícios públicos reconhece que, com ou sem bandeiras, um homossexual vive sossegado em Portugal. E, mais engraçado ainda, nenhum dos indignados reconhece que os piores países do mundo para os homossexuais são, em boa parte, os muçulmanos, em particular os do Médio Oriente, e sobretudo os países e territórios que os indignados das bandeiras costumam apoiar: Gaza, a Palestina, agora o Irão, etc. É difícil imaginar hipocrisia maior, ou farsa tão grotesca, ou gente com menos vergonha.
https://t.co/ruWAAUeTzS via @observadorpt
FLAD (presidente: Durão Barroso), dá 100 mil euros de prémio ao Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, para o qual também trabalha.
O júri desse prémio também foi presidido por Durão Barroso.
Conflito de interesses? nada! idem relativamente à UE e Goldman Sachs.
There it is!
This is what the entire situation in Iran has always been about, cleaning up Obama’s mess.
Trump is reminding the world that it was the Obama administration who are responsible for Iran’s nuclear program, which they were going to use to start WW3.
The main objective of this entire military operation with Iran, is to neutralize this rogue nuclear threat, AND prove to the world that the Obama administration were responsible. This is why Trump wants the enriched uranium. Not just to get it out of Iran’s hands, but to trace the origins of the uranium.
Trump is preparing to show the world that Obama and the Dems were responsible for giving Iran nuclear weapons, and thus making them all “unlawful enemy combatants” and enemies of the United States.
TREASON!
Guterres transformou a ONU num pântano:
Habituado a desgraçar tudo por onde passa, o eng. Guterres agora queixa-se do “colapso financeiro” da ONU. Vieram-me as lágrimas aos olhos. Parece impossível que os EUA tenham reticências em patrocinar uma instituição empenhada no desprezo das democracias ocidentais e na proliferação do anti-semitismo. Ninguém como o eng. Guterres fez tanto para transformar a ONU num instrumento de propaganda da China, da Rússia e do Irão. Uma proeza, pois. E uma proeza consumada por um português, um português sem princípios, sem vergonha e sem moral. Mas um português. A falta dele – e, se Deus permitir, da ONU – será sentida. Por ditadores e terroristas.
https://t.co/ZUP1SvJJBn via @observadorpt
Os urbano-privilegiados que se autoproclamam defensores da democracia liberal revelam, afinal, uma profunda desconfiança da sociedade, do eleitor e até das próprias instituições que dizem proteger.
Do manifesto que por aí circula, subscrito por uma coligação ansiosa pela preservação da sua posição social dependente do consenso e da previsibilidade dos interesses instalados, retira-se uma conclusão simples: a ordem espontânea das escolhas eleitorais deve ser tutelada pela suposta superioridade moral de uma elite degradada e degradante.
Ao escreverem manifestos, tratam o eleitor como retardado e incapaz, a quem é preciso indicar o voto “responsável”.
O texto agrega o centrão sociológico e uma classe média-alta marcada por profissões reguladas pelo Estado, pouco representativo de eleitorados populares e periféricos. Duzentas e cinquenta “figuras”, diferem certamente entre si, mas as suas discordâncias ideológicas são facilmente esquecidas quando está em causa garantir o resultado eleitoral conveniente.
A democracia liberal é celebrada apenas enquanto não perturba o status quo e assegura a continuidade do sistema.
Incapazes de vencer no mercado das ideias, procuram excluir e excomungar adversários, classificando-os como moralmente impróprios, segregando e dividindo a sociedade do alto da sua falsa moderação.
A democracia que lhes convém é aquela que nega a política como escolha livre entre projectos alternativos.
A liberdade que apregoam é aquela que é condicionada e depende da sua outorga.
“Trata-se da ideia de que o jornalista-mediador é um “guardião da democracia” e que é segundo essa bitola que deve pautar a sua actividade enquanto jornalista. A resposta a esta perturbação da consciência jornalística é simples: não deve.”
https://t.co/LMNiSOAy8b