@Defence_Index It can be offered with the Eurojet EJ200, developed by Rolls-Royce, MTU, Avio Aero, and ITP. This is the same engine that powers the Typhoon, provided that the integration is funded by the customer.
@Defence_Index Ele pode ser oferecido com o Eurojet EJ200, desenvolvido pela Rolls-Royce, MTU, Avio Aero e ITP. É o mesmo que equipa o Typhoon, desde que a integração seja financiada pelo comprador.
@eciocosta Seria interessante, neste caso, colocar no gráfico os gastos do governo… isso faria (possivelmente) sentido para explicar o aumento da taxa real.
Quer entender por que Israel – e o Mossad em especial – viraram sinônimo de “não mexe com a gente”? Pensa num povo que passou dois milênios levando pontapé: contribui com medicina, ciência, música, e logo depois vem um rei fanático ou uma turba enlouquecida para saquear, expulsar, queimar. Sem exército, sem bandeira, sem como revidar. Aí, depois de incontáveis pogroms e cortes de cabeça, surge o “chega”. Em 1948 nasce o Estado de Israel – autodeterminação ligada no máximo, olhos abertos e dedo no gatilho da própria história.
Foi tarde, mas foi decisivo. Se Hitler tentasse hoje repetir Auschwitz, o Mossad localizaria o covil, a IDF faria a faxina e, em questão de horas, a cúpula nazista viraria nota de rodapé. Na Conferência de Évian, 1938, o mundo inteiro debateu o “que fazer com os judeus” e ninguém abriu as portas. Golda Meir, então simples observadora, escreveu que o silêncio daquela sala gelou sua alma. Pois bem: agora ninguém mais debate o futuro dos judeus sem que os judeus falem – e façam.
Desde então, cada inimigo que surge – nazista reciclado, jihadista em transe, comunista alucinado – descobre o mesmo fato: existe um país disposto a impedir, a qualquer custo, um novo 1939. Israel não delega sua sobrevivência. E o segredo não é só espionagem de filme ou pilotos em caça; é uma rede viva de milhões de judeus espalhados pelo planeta, distintos em sotaque, cultura e teologia, mas conectados à mesma tomada histórica. Amam os países onde nasceram, pagam impostos, torcem pelo time local, mas no fundo sabem: Jerusalém é o plano B que impede qualquer “solução final” versão 2.0.
Isso incomoda muita gente. Dói ver um povo perseguido por séculos hoje lançar satélite, ganhar Nobel, virar hub de start-ups – tudo enquanto reza em hebraico, a lingua milenar da Bíblia sagrada. Então surgem as meias verdades, as mentiras inteiras, a inveja disfarçada de moralismo. Azar o deles. Porque o jogo mudou: quem antes fugia, agora caça; quem antes pedia permissão, agora traça o próprio destino. E, gostem ou não, isso é simplesmente… foda.
@levisback Se o Brasil declarasse a intenção, há décadas, de destruir a Argentina, inclusive fomentando e financiando grupos terroristas que atacassem a Argentina mais de uma vez ao ano por muitos anos… sim, a Argentina estaria certa, caso contrário, o Brasil, de posse da bomba, a atacaria