boas @vitorm94 , podes me dar uma analise no sentido de ver se as fases estao bem identificadas? Parece que vamos ter um novo impulso na alab... Abraço e bons negócios!
#CVS CVS HEALTH CORPORATION
Boas Grande mestre @vitorm94 que te parece ? ja e o 2º padrao continuacao tendencia bullish e ultimos resultados bons e volume a melhorar deste ponto minimo ! se puderes da tua opiniao
https://t.co/5YtDjAYWhH
Sobre Inteligência Artificial e despedimentos:
Não há mesmo maneira mais simples de iluminar as mentes do público do que com a analogia de Milton Friedman.
Em tempos viajou até à China Comunista.
Nos campos trabalhavam de sol a sol sobre as ordens do ditador.
De pá na mão milhares de trabalhadores escavavam o dia todo.
Milton perguntou ao ditador:
'Porque não trazem uma máquina para escavar? Utilizamos nos Estados Unidos, o trabalho é muito mais rápido e precisaria de menos pessoas'
O ditador respondeu:
'Acha? Nunca faria isso, assim o povo deixaria de ter trabalho'
Milton questionou-o:
'Sendo assim porque não escavam com colheres de chá em vez de pás?'
Por muito cruel que pareça os despedimentos são um processo normal neste caminho.
Devemos todos enquanto sociedade procurar trabalhar menos.
É a procura da eficiência que te permite hoje ter bens e serviços mais baratos do que tinhas há 40 anos atrás.
Um pacote a chegar a casa em 24 horas, uma viagem para outro país a menos de um décimo do teu ordenado, um apartamento n... não esqueçam esta.
A produtividade nunca deve ser reduzida em prol de mais emprego.
Vão-se uns empregos surgem outros.
Ou pergunta a alguém há 20 anos atrás se previa que ser influencer ia ser uma profissão corrente que pagaria 20k mês a algumas pessoas em Portugal.
Pergunta à tua mãe se ela com 30 anos sabia o que era um podcaster, um project manager ou uma start up.
O mesmo tema surgiu contra a automatização/industrialização no século passado, e no entanto hoje faltam pessoas para trabalhar nas fábricas.
E mesmo que de facto esta mudança de paradigma traga pela primeira vez desemprego generalizado, está tudo bem.
Os problemas que daí chegarem são para resolver depois.
Universal basic income, comunismo global, anarco-capitalismo, ninguém sabe.
Mas nunca limitar a eficiência em prol de gerar emprego.
Por muito que seja difícil de interiorizar nas nossas cabeças trabalhadoras o objetivo do capitalismo é mesmo este:
Desenvolvemos tanto a eficiência durante décadas que agora cada vez estamos mais perto de não trabalhar.
E está tudo bem.
Por vezes, os mercados falam mais claramente quando deixam de obedecer às regras tradicionais…
Neste final de ano, o comportamento dos mercados financeiros está a enviar uma mensagem que muitos preferem ignorar. A descida das taxas de juro, o regresso implícito a políticas monetárias expansionistas, a fraqueza do dólar e a disfunção visível no mercado obrigacionista não são fenómenos isolados. São sintomas de um sistema que começa a revelar as suas fragilidades estruturais.
Durante décadas, os investidores confiaram numa lógica relativamente estável, quando os juros descem, os títulos sobem, quando a inflação abranda, a moeda fortalece, quando o risco aumenta, o capital procura refúgio temporário antes de regressar aos ativos produtivos.
Em 2025, essa lógica está a falhar( pelo menos para já)
Apesar das expectativas de cortes de juros, os títulos de longo prazo não oferecem a proteção que outrora garantiam. ETFs como o TLT têm dificuldade em sustentar recuperações, sugerindo que o mercado não acredita que a inflação esteja verdadeiramente “domada”.
O problema não são as taxas nominais, mas as taxas reais. E estas continuam comprimidas, quando não francamente negativas.
Neste contexto, a fraqueza do dólar deve ser lida menos como um movimento cambial e mais como um sinal de perda de confiança. Uma moeda que depende estruturalmente de défices elevados, expansão monetária recorrente e credibilidade política cada vez mais frágil deixa de ser âncora e passa a ser reflexo. O dólar está a dizer-nos aquilo que os discursos oficiais evitam: o dinheiro fiduciário está a perder qualidade.
É neste vazio de confiança que o ouro e a prata regressam ao centro do palco. O seu desempenho em 2025 não é apenas impressionante em termos numéricos, é revelador em termos simbólicos. A prata, em particular, destaca-se não apenas como reserva de valor, mas como ativo estratégico, combinando procura monetária e industrial. Oito meses consecutivos de subidas e ganhos históricos não são coincidência. São uma resposta.
As compras agressivas por bancos centrais, sobretudo asiáticos, as restrições à exportação de prata pela China e os fluxos recorde para fundos de metais indicam que este movimento não é especulativo. É institucional. É estrutural. É uma mudança de posicionamento perante um mundo onde a dívida cresce mais rápido do que a credibilidade.
Ao mesmo tempo, observa-se uma divergência clara entre os metais preciosos e outros ativos. As ações sobem de forma seletiva e dependente de narrativas, as obrigações falham na sua função defensiva, as criptomoedas, apesar da promessa de alternativa monetária, mostram fragilidades quando a aversão ao risco se instala. Em contraste, os metais físicos comportam-se como aquilo que sempre foram, instrumentos de confiança sistémica.
A leitura é incómoda, mas difícil de ignorar. O mercado não está apenas a antecipar um abrandamento económico. Está a antecipar um ajustamento monetário mais profundo, onde os bancos centrais terão cada vez menos margem para escolher entre estabilidade financeira, crescimento e preservação do poder de compra, ainda que mantenham ferramentas como controlo da curva de yields ou reversões de quantitative tightening.
Terão de sacrificar algo e os investidores sabem disso.
O brilho do ouro e da prata em 2025 não é euforia irracional. É prudência racional.
É um voto silencioso de desconfiança.
Quando ativos que não geram rendimento superam aqueles que prometem segurança, o problema já não é a rentabilidade do capital. É a sua sobrevivência em termos reais.
Os metais não estão a subir por acaso. Estão a responder a uma pergunta que poucos querem fazer em voz alta: quanto vale, hoje, a confiança numa moeda?
@b_goncalvesb e porque tu nao trabalhas tanto como ele trabalhou, fazes por ganhar tanto como ele ganhou e distribuis? pois... este pessoal acha que as pessoas recebem dinheiro porque sim... chama-se entrega de valor... estuda um bocadinho
US Government Shutdown Final Stats:
1. 5 million airline passengers delayed or cancelled
2. $619 billion in new federal debt
3. Federal statistical system "permanently damaged"
4. October jobs & inflation data may never be released
5. 43 days of economic data currently delayed
6. 750,000 federal workers furloughed
The current funding bill only reopens the government through January 30th.
Round 2 awaits.
Anda tudo distraído com as burkas enquanto o país arde em silêncio.
Enquanto se discute o acessório, o essencial escapa-nos entre os dedos. A carga fiscal volta a subir neste Orçamento de Estado, sobe a despesa, sobe a receita, sobe tudo, menos a esperança.
O número de pobres em idade de reforma cresce novamente: um em cada cinco vive com menos de 632 euros por mês, contando trocos para escolher entre o pão e os medicamentos.
Mas o debate nacional centra-se nas burkas, nas polémicas estéreis, no ruído fácil que distrai. O povo entretido, dividido e cansado. É a velha receita: pão e vinho para adormecer consciências, enquanto o país se afunda em burocracia, impostos e desigualdade.
Por vezes, começo a achar que temos mesmo o que merecemos, ou pior ainda, o que aceitamos calados.
Porque enquanto discutimos símbolos, esquecemos valores.
Enquanto nos distraem com cortinas de fumo, o Estado engorda, a classe média definha e os que trabalham continuam a pagar a conta de todos os outros…
E no fim, o povo suspira… mas não reage….
É o que é…
Bom fim de semana 😘
Engraçado como hoje basta apontar um “erro” para te rotularem. Criticas o Estado? És de Direita. Criticas o capitalismo? És de Esquerda. Criticas os dois? És “confuso”.
A verdade é que muita gente já não analisa, reage. Já não lê, interpreta o que quer ler, colocam a lente que melhor se adapta ao seu pensamento…
O post que escrevi não tem cor partidária. Tem consciência. O problema é que vivemos num país onde pensar por “conta própria” é quase um ato de rebeldia. Onde se confunde lucidez com ideologia e onde cada opinião é logo metida numa gaveta.
Podemos ser de Direita e reconhecer os abusos do mercado. Podemos ser de Esquerda e admitir que o Estado falha, e muito. O que não podemos é continuar a olhar o país com filtros ideológicos que nos impedem de ver o essencial….
Não se trata de Esquerda ou Direita. Trata-se de abrir os olhos, de não engolir a narrativa pronta e de perceber que enquanto discutimos rótulos, o Poder continua a fazer o que sempre fez, sobreviver à custa da distração de todos nós.
Apenas mais uma nota, bastava uma breve leitura a alguns posts, para se perceber isso mesmo, mas caem sem no erro do facilitismo…
@jcaetanodias Usando o valor na tabela, o empregado leva para casa num ano 27.454,00€
A empresa gasta com esse empregado num ano 52.807,00€
Ou seja, o estado português leva para impostos e pagar reformas aos outros: 25.353,00€.
Como é que comemos isto calados é que me ultrapassa...