Fynn Jackson is an origami artist that makes highly detailed paper sculptures, often shaping expressive faces and intricate forms
from a single sheet of paper.
Há 50 anos, a Fiel Torcida Corinthiana ia até o Rio de Janeiro para ver o Timão jogar. O resto é história.
Novas camisas do Corinthians. Inspiradas na invasão de 1976. Já disponível em https://t.co/5NePjItpcY.
#VaiCorinthians
Mostra JOHN WATERS - 80 anos
Ingressos já à venda no site do MIS. Serão 10 filmes com sessões entre os dias 21.04 e 26.04, em homenagem aos 80 anos do controverso cineasta da cena underground estadunidense.
O dia 31 de março marca uma das páginas mais tristes na história do Brasil.
Foram anos de chumbo, de ruptura institucional, de uma ditadura que impôs restrições às liberdades, censura, perseguições políticas e violações de direitos humanos, deixando marcas profundas na sociedade brasileira.
O Sport Club Corinthians Paulista, o Time do Povo, recorda esse momento não apenas para olhar o passado, mas para reafirmar o valor da democracia, do diálogo e do respeito às instituições e às diferenças.
A democracia é construída todos os dias, com memória, participação e responsabilidade.
DITADURA NUNCA MAIS! ✊🏽
#VaiCorinthians
#Memória
Itália e Bósnia e Herzegovina se enfrentam nesta terça (31), em busca de uma vaga na Copa do Mundo de 2026. Ambas as seleções tentam encerrar a marca de 12 anos sem disputar o Mundial - o que acaba pesando mais do lado da Azzurra. Mas, por trás desse embate dentro das quatro linhas, há uma história surreal dos tempos da Guerra da Bósnia que veio à tona apenas no fim de 2025.
Em outubro do ano passado, o Ministério Público de Milão abriu uma investigação sobre alegações de que, na década de 90, cidadãos italianos viajaram para a Bósnia para realizar uma espécie de "safári de atiradores" contra seres humanos durante a guerra, que durou de 1992 a 1995.
A denúncia formal foi levada à Promotoria de Milão pelo escritor e jornalista Ezio Gavazzeni. Segundo ele, durante a guerra, italianos e pessoas de outras nacionalidades pagaram, em uma espécie de “turismo do tiro”, para se posicionar como atiradores de elite nas colinas ao redor de Sarajevo e atirar, por mero esporte, contra civis na cidade.
Em uma entrevista ao Opera Mundi, Gavazzeni contou que ficou sabendo dessa história em 1995, quando viu algumas notícias em jornais italianos. Desde aquele momento, ele se perguntava por que esse caso não tinha se tornado uma denúncia formal na Justiça.
Depois de assistir ao documentário “Sarajevo Safari" (2022), dirigido pelo esloveno Miran Zupanic e no qual testemunhas contaram que viram grupos de turistas circulando pelas colinas de Sarajevo no período da guerra, ele decidiu investigar mais a fundo e descobrir como funcionava essa rede.
Na entrevista, ele contou que não podia dar o número exato de italianos envolvidos no caso, mas que não eram “algumas dezenas, eram muito mais”. “Posso dizer que um safári custava o equivalente a um apartamento de classe média em Milão — de 200 a 300 mil euros por pessoa”, disse.
“Eram pessoas ricas, empresários, profissionais bem inseridos, com alta reputação. O denominador comum é a paixão por armas e caça, inclusive safáris na África. O paralelo é o mesmo: assim como vou à África e atiro em leões, ia a Sarajevo e ‘caçava’ pessoas. O conceito é idêntico.”
Tudo isso teria acontecido na época do Cerco a Sarajevo, durante a Guerra da Bósnia. Forças sérvias cercaram a cidade de 1992 a 1996 e se aproveitaram das colinas ao redor da região para sitiar, bloquear, bombardear e controlar a cidade. Estima-se que mais de 11 mil pessoas tenham morrido e 60 mil tenham ficado feridas durante esse período.
Hoje, enquanto as seleções de Bósnia e Herzegovina e Itália estiverem em campo, a memória de um dos períodos mais sombrios da história europeia recente continuará rondando o continente.
#Itália #Bosnia #Repescagem #CopaDoMundo2026 #Saravejo