Tarifaço no palanque e o risco à economia.
Espuma política à parte, dois processos em andamento colocam a atividade econômica em risco e demandam atenção.
O governo do americano Donald Trump deu de presente a Lula da Silva a oportunidade de reviver um momento de grande popularidade.
👉Ao indicar que poderá adotar tarifas de 25% sobre um conjunto de produtos brasileiros, abriu a porta para a volta do discurso da soberania nacional que tantos dividendos políticos rendeu, após o tarifaço de agosto do ano passado. Em nota 🗒️ , o Planalto usou os termos “indignação”, “conspirar” e “sabotado”, e acusou a família Bolsonaro de haver provocado a investigação que pode desaguar em restrições às exportações brasileiras.
Coloca na mira o Pix, o comércio na rua 25 de Março em São Paulo, o desmatamento, entre outros.
Como que para não deixar dúvidas, Trump publicou ontem, horas depois de indicar a nova taxação, a foto em que aparece ao lado do pré-candidato senador Flávio Bolsonaro, no Salão Oval da Casa Branca. Foi justo no momento em que o senador tentava se descolar do risco de um novo tarifaço.
Já em relação às facções, é esperada nesta sexta-feira a divulgação de detalhes sobre como a designação será aplicada no Brasil. Se for seguido o padrão adotado em outros países, será conhecida uma lista de pessoas físicas e jurídicas que o Departamento de Estado entende estar relacionadas com CV e PCC. Também será dito quantos círculos de relacionamento serão considerados para determinar se há ou não apoio financeiro indireto às organizações criminosas. Por @luaiko@valoreconomico leitura hoje @jrfariajr@EconomicsArtBRL@andrei__roman@mzoeramos@Solangesrour@Seneguini@elenalandau2@elida_graziane@RaquelATeixeira@CDPP_SP@rvitoria@AlexSchwartsman
Na avaliação do cientista político da @FGV, Eduardo Grin, o caso recoloca em evidência a narrativa da defesa da soberania, já explorada pelo Planalto na crise comercial com Trump no ano passado. Desta vez, a inclusão do Pix no debate pode aumentar o apelo.
“Esse recurso da soberania, quando envolve interesse nacional, sentimento de patriotismo e defesa do Brasil como nação independente, sobretudo em relação aos Estados Unidos, tem apelo popular”, afirma Grin, lembrando que pesquisas mostraram apoio à postura do governo brasileiro e rejeição a tentativas de interferência dos EUA.
👉 O professor diz que “vai ser muito difícil essa conta não ser debitada no colo do Flávio Bolsonaro”. Para ele, o senador acabou surpreendido pela proposta tarifária ao concentrar esforços em outras pautas na agenda com autoridades americanas. “Pelo jeito, esqueceu de combinar a história toda com os ‘russos’, pois Trump já estava com essa análise muito bem encaminhada.”
“Quem está sentado na cadeira de presidente é o @LulaOficial. Se houver algum recuo [na taxação] ou qualquer benefício, o Lula sai tendo um lucro maior. Entrevista a Guilherme Carvalho e Joelmir Tavares.
A Nova Indústria Brasil (NIB) e seus avanços e desafios
Nessa entrevista com a @luaiko e @giordannaneves , abordo vários temas como a escala 6x1, Minerais Críticos e Estratégicos, Programa Move Motorista, e o foco da Nova Indústria Brasil sustentada no Sistema Setorial de Inovação.
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Qual é o repórter de economia que não quer entrevistar o ministro da Fazenda? E eu ainda tive a felicidade de estar acompanhada por @giordannaneves e @j_santana06, dois jovens talentos que arrasam!
Na sua coluna semanal, no Valor, a repórter especial Lu Aiko Otta, fala da profunda transformação feita na gestão de pessoas no governo do presidente Lula desde 2023.
Agradeço à @luaiko pela clareza com que relatou, aos seus leitores, a conversa que tivemos.
No final, ela aponta que “há ainda muito a fazer, mas achar que nada aconteceu não é correto”. Quero dizer que concordo com ela. Fizemos a maior transformação na área de gestão de pessoas em um único mandato presidencial. Acredito, contudo, que, sempre em diálogo com os servidores e servidoras e com o Congresso Nacional, vamos avançar mais na gestão de pessoas sempre com o objetivo de entregar mais e melhores serviços públicos para nossa população.
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Guerra nunca é sempre um horror, mas trouxe algum conforto para as contas públicas. Conversei com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron.
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Atritos no início da reforma tributária. Penduricalhos inseridos na regulamentação pós-reforma inviabiliza o drawback, regime que vinha funcionando bem desde 196. Por @luaiko recomendo a leitura @MelinaSRocha@reztirps@elida_graziane
Problemas na decolagem da reforma tributária: regras ainda frouxas para créditos e muitas exigências para acessar o drawback suspensão. Coluna de hoje no @valoreconomico
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Encontro Lula-Trump: tem a ameaça de tarifaço, mas tem as terras raras. Qual a nossa política pra isso? Ainda estamos discutindo, e o tema subiu nos palanques. Minha coluna de hoje no @valoreconomico
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Chamada de capa para a entrevista que eu, @giordannaneves, @j_santana06 e @gui_piment fizemos com Rogério Ceron, secretário-executivo do Ministério da Fazenda.