Pessoal, fiz um vídeo apresentando o pacote {bacenR}.
Falo quais dados ele baixa e explico as funções.
O vídeo acabou ficando grande, depois gravo um mais direto.
Github: https://t.co/YPpK0emxJI
https://t.co/SdmLK0S9er
🚀ESTAMOS NO CRAN!🚀
Meu pacote para coletar dados do Bacen foi aceito no CRAN.
Agora a versão estável pode ser baixada com install.packages("bacenR")
Coletas de forma simples, com poucas linhas de código
https://t.co/YPpK0emxJI
#rstats#bacen#webscraping#pystats#ifdata
Pessoal que usa dados do Banco Central e programa em R:
Adicionei duas funções para pegar dados do #IFdata
Ainda estou testando e melhorando elas, mas já está usável.
https://t.co/YPpK0en5zg
#bacen#rstats#financialdata#banking
Imagine you're an investor in 1610.
You and your boys are proud owners of Dutch East India Co. stock, which was granted a monopoly on all Dutch trade in Asia by the government. Bullish.
And yet, even after raking in profits since its 1602 IPO, the company refuses to pay a dividend. Stingy.
The first activist investor, Isaac Le Maire, starts publicly calling out management for enriching themselves at shareholders' expense and shorts the stock.
As momentum builds, management finally agrees to pay out dividends to shareholders. Nice!
There's just one catch...
It was paid out in spices. Not cash.
Shareholders received "mace at a value of 75% of the nominal capital".
That's right, the first dividend in history was paid in spices. How far we've come!
O UBS publicou um livro com alguns dados muito interessantes sobre os mercados de capitais globais. Separei algumas informações que eu acho importantes e vou compartilhar com vocês.
Vamos lá!
Há 2023 anos ele nasceu, e desde então nós passamos a contar a passagem dos anos a partir desta data. Há o que existia antes dele. E há o que existe depois dele.
Nenhuma figura foi tão discutida desde que a espécie humana surgiu há centenas de milhares de anos no leste da África. Ninguém também foi tantas vezes retratado.
Ele é o líder incontestável – a quilômetros de distância do segundo colocado – de aparições na música, na literatura, na pintura e no cinema. Do Auto da Compadecida ao Senhor dos Anéis. Do Museu do Louvre aos varais da literatura de cordel. De Johann Sebastian Bach a Johnny Cash.
Ninguém foi tantas vezes lido, desenhado, cantado e homenageado – e nenhuma vida alcançou tanta gente: da dona de casa mais humilde de Roraima ao homem mais rico de Joanesburgo.
Sem esse sujeito, o mundo seria um lugar completamente diferente. Não haveria Capela Sistina, Notre-Dame, Catedral de São Basílio, Duomo de Milão, Cristo Redentor, Basílica de São Pedro, Sagrada Família ou Abadia de Westminster.
Este é um mundo sem "A Última Ceia", de da Vinci, o "Juízo Final", de Michelangelo, "O Chamado de São Mateus", de Caravaggio, a "Madona Sistina, de Rafael", ou "O Retorno do Filho Pródigo", de Rembrandt.
Há um vazio nas obras dos nossos maiores compositores: Vivaldi, Bach, Handel, Mozart, Beethoven, Verdi. Não há Amazing Grace, nem Noite Feliz.
De qualquer perspectiva, esse é inquestionavelmente o indivíduo mais relevante da humanidade. E seguindo todos os passos daquilo que, com qualquer outra pessoa, nós simplesmente ignoraríamos.
Você conhece a história, mas não custa relembrar.
Yeshua nasceu pobre, numa pequena aldeia no interior daquilo que hoje nós chamamos de Oriente Médio, filho de um carpinteiro. Seu nascimento é retratado como um fracasso retumbante: rejeitado por seus pares, sem nenhum glamour, sujo, num canto inóspito de uma estrebaria.
Da maior parte da sua existência, nós não temos acesso a qualquer detalhe. Do que sobrou, sabemos pouco além de que foi julgado criminoso, torturado e condenado à morte por pregar o amor e protestar contra a hipocrisia do sistema religioso de sua época.
Nas três décadas em que viveu – diferente de figuras como Ramsés II, Átila, Luís XIV ou Alexandre Magno – não conquistou territórios, não fez fortuna, nem foi coroado o líder político de qualquer governo. Pelo contrário: contrariando a lógica de como as pessoas entram para a História, viveu entregue à miséria e morreu ridicularizado.
Mesmo assim, ninguém jamais foi tão influente na maneira como nós encaramos a vida e a morte.
O livro que nos revela a sua trajetória permanece imbatível no posto de mais vendido de todos os tempos, a obra mais importante da história – mais de cem milhões de cópias dele são impressas todos os anos, em mais de dois mil idiomas.
O seu impacto é tão grande que está ligado aos nossos próprios nomes: dos incontáveis Josés às infindáveis Marias, passando por Lucas, Paulo, Ana, Mateus, Pedro, Marcos, Marta, João, Tiago, em incalculáveis traduções para quase todos os idiomas conhecidos.
O mesmo fenômeno acontece nos lugares em que vivemos. Do Espírito Santo a São Paulo. De San Francisco a Los Angeles. De Santiago a Saint-Étienne. Só na Europa, onde este homem jamais pisou, há quase 21 mil territórios que homenageiam figuras ligadas à sua história.
No Brasil, alguns de seus seguidores mais ilustres – como Paulo, João, Antônio e Francisco – dão o nome a 2.500 cidades, pouco menos da metade dos nossos municípios.
Parece altamente improvável, mas toda essa influência resiste ao tempo.
Há dois mil anos o mundo era um lugar completamente diferente – desde então, a humanidade testemunhou a ruína de crenças, impérios, línguas, culturas e sistemas econômicos.
Nada é como antes: moda, arte, ciência, filosofia. Nem nossa relação política com a religião é a mesma. Nem a Igreja Católica ou o protestantismo.
E ainda assim, a história desse sujeito permanece contada repetidas vezes todos os dias mundo afora, tomada como exemplo, celebrada das mais diferentes formas – mesmo seculares.
A essência do seu discurso – o amor, o perdão, a retidão e a compaixão – transcende ainda hoje barreiras culturais, políticas, temporais e geográficas, moldando profundamente como nós nos relacionamos com o mundo.
Seu legado é tão poderoso que impacta a Terra muito além da própria religião construída por seus seguidores.
E por isso a celebração em torno de seu nascimento é um evento tão importante, ainda hoje comemorado em todos os cantos da Terra – da Times Square ao agreste baiano, de Adis Abeba a Seul – capaz de reunir mesmo pessoas que não acreditam em seu status divino.
Já se passaram mais de dois mil anos daquela noite – e pouco importa se, no calendário, ela aconteceu exatamente nessa data: aquele menino permanece vivo, contrariando todas as probabilidades.
No mundo dos céticos ou do sobrenatural, tanto faz: Yeshua é um milagre.
Feliz Natal.
Só queria deixar registrado que o atendimento da @kabumcombr, @pichauinfo e @GKInfoStore é extremamente superior ao atendimento prestado @Terabyteshop, lento e burocrático. Espero nunca mais comprar nada na Terabyte depois dessa péssima experiência.
Isso aqui é bom demais! Tá muito massa ver essa evolução do overleaf!
Fora que agora da pra copiar direto do excel e colar em latex.
Antes eu usava o https://t.co/8dfzF2PCmw ou o chatGPT.
Vai poupar um tempo legal pra quem tá começando.
@pedroaccorsi_ Como por exemplo a Vanguard ter uma participação relevante tanto na Southwest quanto na Delta, hipoteticamente falando. Ao "representarem" os interesses dos milhões de acionistas dos ETFs de cada uma das empresas, como fariam para manter a imparcialidade?