@MachadoDarlon@PedroJaymeOrte1 PREOCUPANTE!!
O governo Tarcísio de Freitas assinou uma parceria com a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS) para fortalecer o turismo muçulmano em São Paulo.
🚨⚠️/ Receber refugiados #muçulmanos no Brasil parece estratégia E ninguém fala do custo real. Cada pessoa que entra precisa de: • saúde pública • escola • assistência social • segurança • estrutura E tudo isso já está no limite. Enquanto isso, milhões de brasileiros: • esperam meses por atendimento no SUS • não têm vaga em creche • vivem com salário mínimo E a conta não desaparece… 👉 ela só muda de nome. O discurso é humanitário. Mas a execução é econômica. E alguém paga. Não existe almoço grátis. Se o país não tem estrutura nem pra quem já está dentro… abrir mais a porta sem planejamento não é solução — é pressão. 😤
➡️ via: #alexandredanilleoficial
#Brasil #imigração #palestina #islamismo
Você já ouviu falar da ANAJI? É a Associação Nacional de Juristas Islâmicos, uma entidade que reúne advogados e juristas muçulmanos no Brasil. Eles se apresentam como uma organização que defende os direitos da comunidade islâmica, mas têm atuado de forma bem organizada em temas políticos e jurídicos.
Recentemente, a ANAJI enviou um ofício ao presidente da Câmara, Hugo Motta, pedindo o arquivamento do PL 824/2026. Esse projeto, do deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança, busca impedir que a lei Sharia seja aplicada no Brasil quando for incompatível com a Constituição.
Na prática, eles estão trabalhando para barrar qualquer tentativa de limitar a influência de normas islâmicas por aqui. Isso mostra que existe uma estrutura montada para garantir espaço institucional para a Sharia no Brasil, mesmo quando ela conflitar com nossas leis.
O mais preocupante não é só a existência da ANAJI. É o fato de que ela está conseguindo atuar politicamente de forma aberta e organizada, enquanto o debate sobre os riscos dessa influência ainda é tratado como tabu por muita gente.