A ideia do Substack é legal, mas enfrenta um problema, como gosta de adjetivar o ChatGPT e o Claude, <<<intransponível>>>: por qual motivo eu leria um longo texto de um desconhecido em vez de ler um livro, um artigo ou uma revista conhecidos?
Já defendi a ideia em várias mesas de bar: enquanto o Messi não parar, qualquer prêmio individual de melhor do mundo não tem sentido de existir. Ele continua sendo o melhor até quando quiser jogar.
Incomparável.
Essas referências, feitas sem abdicar do melodrama de novelas (a mocinha injustiçada, a vilã histriônica) que as identificam enquanto esse grande produto cultural tipicamente brasileiro, fazem dessa 1a fase um acerto e uma candidata a ser uma das grandes representantes do gênero.
Às vezes, até um closes de personagens reagindo a flashbacks lembram a interpretação das Ladys with an atitude e dos Fellas that were in the mood dessa época de Hollywood.
E não sei se estou forçando a barra, mas até a relação da Brigitte com a Pilar é algo meio Norman Bates.