@NatliaDourado7@AzevedoKelvia Olha a reação de todas as redes, colocou Carlos em evidência nacional na reta final. A postagem é estratégica só meu ver. O assunto de hoje é Bolsonaro. Isso que importa.
Eleitor de Zema, Caiado e Cury:
Você escolheu quem escolheu por critério, não por impulso. Por isso o recado é curto.
O que decide o Brasil agora é o STF. Quem indica os próximos ministros muda a Corte. Zema, Caiado e Cury não indicam. Flávio indica.
A decisão de hoje do Dino, manter no ar as mentiras sobre Flávio e Nossa Senhora, não é detalhe. É o método: perseguição de um lado, proteção do outro.
Quem odeia injustiça já entendeu. Diluir o voto no primeiro turno é fortalecer quem segura a caneta. Concentrar em Flávio é o cálculo de quem pensa além de outubro.
Primeiro turno. Flávio.
Flávia foi presa no dia 9 de janeiro de 2023, no acampamento do QG, e posteriormente condenada pelo STF por organização criminosa e incitação ao crime.
Em 5 de setembro de 2025, passou a cumprir execução penal, sendo que desde janeiro de 2023 usava tornozeleira eletrônica e vivia com diversas restrições.
Flávia sofria de problemas cardíacos graves e precisava realizar exames, consultas e tratamentos contínuos. No entanto, segundo relatos, as autorizações judiciais demoravam, impedindo que ela desse continuidade aos cuidados necessários com a sua saúde. A tornozeleira também dificultava deslocamentos, procedimentos médicos e até internações.
Com o passar dos meses, o quadro cardíaco de Flávia se agravou. O estresse da condenação, a vigilância constante, a burocracia para acessar cuidados médicos e a pressão psicológica contribuíram para o declínio acelerado de sua saúde.
Ela faleceu em 27 de fevereiro de 2026, no Hospital Pró‑Cardíaco, em Botafogo, Rio de Janeiro — antes mesmo de conseguir retirar a tornozeleira eletrônica. A certidão de óbito registrou diversas comorbidades que, somadas, levaram ao óbito.
Caso encerrado: o ministro Alexandre de Moraes extinguiu a punibilidade de Flávia de Medeiros Ardovino Rosa que hoje teria 46 anos.
Flávia morreu sem ver qualquer revisão de sua condenação, sem ter acesso pleno ao tratamento médico necessário e sem conseguir exercer a sua defesa de forma adequada.