Em pleno ano eleitoral, a narrativa ganhou um novo roteiro nos bastidores do G7. Esqueça a bandeira vermelha: a nova versão oficial é que ele nunca foi esquerdista, apenas um sindicalista pragmático.
Para completar, soltou no microfone uma verdade incômoda: "O mundo não é de esquerda." E não é mesmo. O trabalhador cansou de ideologia que não entrega resultado.
Estratégia calculada para posar de moderado ou um deslize de bastidor? Depois de décadas de discursos inflamados, a tentativa de virar "centro" é, no mínimo, curiosa.
O que você acha: gafe ou marketing político orquestrado? Comenta aí!
Pinóquio
A turma da comunicação de Lula se desdobra para colar a fantasiosa versão de que o petista deu gelo em Trump, no G7. Na verdade, a diplomacia brasileira que nem mesmo conseguiu um papo de corredor.
GloboNews metendo o pau no Gilmar Mendes
Octavio Guedes: “Se depender da vontade de Gilmar Mendes, o caso Master vai acabar em pizza antes de ir pro forno.”
Merval: “O próprio Gilmar, quando quis, usou provas ilegais para anular a Lava Jato.”
🚨O povo brasileiro não merece passar por mais essa vergonha internacional. Democracia não se constrói perseguindo adversários.
Estamos falando de um homem que dedicou anos à vida pública e que, em 2018, recebeu mais de 1 milhão e 800 mil votos, tornando-se o deputado federal mais votado da história do Brasil até então.
Estamos juntos, @BolsonaroSP
O Banco Central reduziu a taxa Selic. No vídeo, explico por que, por mais paradoxal que pareça, essa decisão tende a aumentar o custo do crédito para famílias e empresas.
O problema central é o evidente descasamento entre as políticas fiscal e monetária. Quando a política fiscal segue expansionista enquanto a política monetária busca estimular ainda mais a economia, o resultado pode ser exatamente o oposto do desejado.
As consequências tendem a ser claras: aumento das taxas de juros dos títulos do Tesouro, mudança na composição da dívida pública — com menor participação de títulos indexados à Selic e maior peso de outros indexadores —, encarecimento do crédito para empresas e famílias e aumento das pressões inflacionárias. O Banco Central entrou na campanha eleitoral para tentar reeleger Lula. E a conta dessa irresponsabilidade quem vai pagar é o povo.