A gestapo tem 20 dias para promover um escândalo... mas oh, nem assim o Flavio perde.
O sistema ta agonizando, mas deixará vítimas no percurso final.
Força aí galera, ta acabando! 🙏🏻👊🏻
Lula e Alexandre de Moraes são faces da mesma moeda e envergonham o Brasil com suas ações. Agora que a bomba estourou, Lula quer largar a mão do parceiro. Isso é covardia. A união tem que ser nos momentos bons e na derrocada. Votar em Lula é votar em Alexandre de Moraes.
A Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino nesta quinta-feira, 10 de setembro, ganhou um elemento comprometedor para o próprio ministro.
Segundo a Veja, a PF apreendeu na casa de Karina Gama, produtora de “Dark Horse”, uma declaração juramentada de quatro páginas em que ela relata três abordagens para que fizesse delação premiada contra Flávio Bolsonaro.
Karina afirma que Fernando Sarney a procurou em maio, ofereceu apoio jurídico, disse ter “grande proximidade” com Flávio Dino e que poderia ajudá-la caso tivesse interesse em delatar. Sarney nega o episódio. A própria Karina ressalva que não tem elementos para afirmar que Dino soubesse ou participasse daquele contato.
Mas o relato seguinte é ainda mais grave. Em 27 de agosto, um pastor, segundo ela próximo de integrantes do governo federal e ministros do STF, teria transmitido um recado: se fizesse delação, “nada ocorreria” e ela não seria alvo de operação policial. Um jornalista também teria sugerido que, sem colaboração, ela poderia sofrer medidas judiciais.
Karina registrou por escrito o temor de sofrer uma operação como “retaliação política”. E então veio a sequência: em 3 de setembro, Flávio Dino assinou, sob sigilo, a decisão que autorizou buscas contra ela. A ordem determinava que o sigilo só fosse levantado após o cumprimento das diligências.
27 de agosto: “delate e você não será alvo de operação”.
3 de setembro: Dino autoriza secretamente a busca.
10 de setembro: a operação acontece.
Agora STF e PF precisam responder: quem sabia antecipadamente que Karina seria alvo? Quem tinha acesso a uma ordem sigilosa? E por que, depois de ela rejeitar a delação, aconteceu exatamente aquilo que lhe disseram que poderia acontecer?
A assinatura da operação é de Flávio Dino. O que falta descobrir é quem sabia antes - e quem usou esse conhecimento para pressionar uma investigada.
O vale-tudo para não perder o poder está em curso no Brasil. Moraes, Dino, Lula e Andrei estão fazendo o diabo para o Brasil não vencer. Flávio Bolsonaro corre sério risco com a instrumentalização dos Poderes e da PF. Deus salve o Brasil!
PARTIDO LIBERAL - PL -68.581.907/0001-25
Um peso, duas medidas
Hoje a tropa de choque do Regime foi atrás do irmão de André Mendonça. Acusam o ministro de ter votado a favor da Prefeitura de São Paulo na ADPF 1196 — a ação sobre a concessão dos serviços funerários — e, em troca, ter visto o irmão, Alexandre de Almeida Mendonça, promovido a secretário-executivo da SP Regula.
Nenhuma irregularidade foi comprovada. Correlação não é causalidade. Alexandre entrou na agência em fevereiro de 2024 e virou superintendente em julho daquele ano — antes do voto. Só foi a secretário-executivo em junho de 2026, mais de um ano depois. O voto de Mendonça, em março/abril de 2025, foi para não referendar as cautelares de Flávio Dino. Gilmar pediu destaque e zerou os votos. Fux pediu vista. Não houve favor a Ricardo Nunes.
A nota da Prefeitura acerta o ponto que derruba a tese: quem representa o Município no STF é a Procuradoria Geral do Município, não a SP Regula. A agência não litiga a ADPF. Sem esse canal, some a engrenagem da “promoção como moeda de voto”. A Prefeitura também diz que Alexandre exerceu gestão administrativa, sem comando direto dos contratos de concessão.
Mas olha que interessante. E se aplicarmos a mesma regra contra Flávio Dino?
Hoje é ele quem relata esta ADPF 1196, ajuizada pelo PCdoB. Dino foi militante do PCdoB por 15 anos e se elegeu duas vezes governador do Maranhão pela legenda. Sua esposa, Daniela Dino Farias Lima, é secretária parlamentar do gabinete de Márcio Jerry — presidente estadual do PCdoB no Maranhão. Jerry foi secretário de Dino. A mulher de Jerry foi chefe de gabinete de Dino no Palácio dos Leões.
E tem mais. Na ADI 7780, sobre o Tribunal de Contas do Maranhão, a Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV — impugnou o ingresso isolado do PCdoB como amicus curiae. Dino rejeitou a impugnação e admitiu o ex-partido no processo do Estado que ele governou. Dino foi ministro da Justiça de Lula, do PT, o maior partido dessa mesma federação.
Foi Dino quem, ontem, reintegrou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, depois de Mendonça tê-lo afastado. Andrei não pediu a Fachin, presidente do STF: peticionou direto a Dino, no processo do Dark Horse. Andrei foi indicado à PF por Dino, quando Dino era ministro da Justiça, e comandou a segurança da campanha e da transição de Lula. Fachin depois suspendeu as duas decisões.
No Maranhão o padrão se repete em estado puro. Dino relata as ADIs 7603, 7605 e 7780 sobre o TCE do Estado que governou, trava nomeações por liminar e deixa o tribunal incompleto — enquanto casos iguais em outros Estados já foram julgados. Em agosto, afastou Daniel Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão, ex-vice e hoje desafeto. No lugar subiu Marcelo Tavares, que foi chefe da Casa Civil de Dino e entrou no TCE ainda no ciclo do grupo. Três cadeiras travadas, a mesma assinatura. Pedidos de impedimento de Brandão e de Raimundo Cutrim estão com Fachin. Dino não se declarou impedido.
Isso porque estou falando só do Dino. Se for para falar de certos outros ministros… Toffoli suspendeu a multa de R$ 10,3 bilhões do acordo de leniência da J&F — grupo para o qual a então esposa, a advogada Roberta Rangel, prestava serviços. Depois arquivou a apuração correlata. Não vou nem falar de Moraes...
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O Brasil está sem presidente, virou várzea.
Ministro Fachin tem que resolver isso, IMEDIATAMENTE, em sessão pública.
Não é sobre esquerda ou direita, é sobre resgatar o Brasil do cativeiro.
O início do fim de Alexandre de Moraes
Lula largou a mão do Alexandre de Moraes e Edson Fachin tenta equilibrar os pratos dentro do Supremo. Há vários aspectos a serem considerados aqui, mas já posso adiantar que André Mendonça vê saldo positivo na crise e agora vai se preparar para o dia 15, quando o plenário julgará a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes por sua relação promíscua com Daniel Vorcaro.
A declaração de Lula sobre abrir "os sigilos do caso Master" serve como senha para seus aliados no STF seguirem em frente na fritura do colega. A explicação para esse movimento está nas pesquisas de intenção de voto, que mostram o petista sendo arrastado para a vala do Master junto ao ministro, enquanto Flávio Bolsonaro se descola do Dark Horse.
Vendo Lula desidratando e editoriais de jornais e empresários pedindo providências para estancar a crise no STF, Fachin também se sentiu autorizado a fazer o gesto mais importante de sua gestão: revogou a designação de Moraes como relator do ignóbil inquérito das Fake News, assumindo a tarefa de encerrá-lo após 7 anos.
Não é um mero ato administrativo, mas um soco no estômago do atual vice-presidente da Corte. Quando arquivar definitivamente o AI-5 do STF, Fachin encerrará também milhares de PETs que foram brotando de sua matriz -- alguns calculam em 10 mil mini-inquéritos. Não é pouca coisa.
É o início do fim das injustiças contra milhares de cidadãos, incluindo parlamentares, ativistas, jornalistas e empresários. É a antessala da dosimetria. O início do fim do tirano de toga e do capítulo mais sombrio da histórica recente da República.
Sobre o Andrei Rodrigues, é preciso também cautela. Fachin deu 48h para ele explicar o dossiê sobre Mendonça e nada impede que decida, por fim, afastá-lo do cargo. Trata-se de uma necessidade imperiosa, considerando as seguidas tentativas de obstrução das investigações do Master pela PF Paralela e também de ações de fishing expedition contra Flávio.
Ao anular a reintegração decidida por Flávio Dino e seu endosso às práticas ilícitas de Andrei, Fachin indicou que pretende fechar a fábrica de dossiês - da qual provavelmente foi alvo. Não é possível, afinal, permitir investigações clandestinas sobre ministros do Supremo ou qualquer outro cidadão, autoridade ou não.
É o caminho para impedir novas operações de fishing expedition contra Flávio Bolsonaro, garantindo assim um mínimo de equilíbrio na disputa eleitoral. Talvez, Fachin compreenda que uma eventual vitória de Lula, maculada pela interferência judicial, não será reconhecida pelos EUA e pela maioria dos vizinhos latino-americanos.
Naturalmente, em meio a tantas notícias boas, tem quem enxergue na anulação da decisão de Mendonça sobre Andrei um desrespeito ao ministro e à Segunda Turma, mas vale frisar que o resultado não chegou a ser formalizado, pois o julgamento já estava paralisado por um pedido de vista de Gilmar Mendes quando Luiz Fux e Nunes Marques anteciparam seus votos.
Enquanto muitos sentem cheiro de pizza, eu sinto cheiro de sangue em Brasília.
A rapidez de Lula para resgatar Andrei e a sem vergonhice de Dino, dando decisão monocrática que atropela a 2ª turma, levantam muitas suspeitas. O que será que o Andrei tem em mãos que eles tanto temem?
Mas imagine se a situação vira moda e um ministro da 2ª turma resolve atropelar toda a 1ª turma? Por exemplo, daria para soltar todos os condenados do 8JAN numa tacada só. E Dino, Moraes e cia. não poderiam falar nada, afinal, foram eles que inauguraram esta maneira apelativa de dar decisões no STF.
Fora a desmoralização em cima do presidente da corte, min. Fachin, entendem o grau de zona que está esta bagaça?
🚨 Podem esperar que até a eleição esta turma abusará das suas canetas (mais uma vez) buscando ganhos eleitorais, pois não são juízes, são militantes com a missão de manter este establishment como está, foram postos lá única e exclusivamente para isto.
O filho do Sarney tentou "ajudar" a produtora do Dark Horse a delatar.
- Vou repetir: o filho do SARNEY.
Ele disse possuir trânsito com Flavio Dino, do STF.
Além disso, Fernando Sarney é dirigente da CBF, ou seja, da turma do Gilmar Mendes.
É fácil entender.