A espetacular história do navio de guerra da Marinha do Brasil, o mais antigo do mundo ainda na ativa e q participou da Segunda Guerra contra os submarinos alemães e escoltou um porta aviões americano! C vcs, a incrível odisseia do bravo Jaú do Pantanal! https://t.co/KdCd5kUjmj
‼️The House just voted to clear the way for a vote on the Ukraine Support Act. As @RepGregoryMeeks said, this vote is not a procedural vote; it is a statement on whether this Congress and its members stand with the people of Ukraine and their fight for freedom and liberty. 🇺🇸🤝🇺🇦
Apesar de toda a preocupação de Lula com “nossos criminosos”, o efeito prático imediato é dificultar lavagem de dinheiro e o financiamento internacional dessas organizações criminosas.
Lula e PT vivem de mentiras.
@MarcamLivros@hoje_no Nenhum ser humano é santo. A Ucrânia foi invadida e teve sua soberania desafiada e a Rússia achou que seria um passeio. Putin mexeu com o cara errado e enfiou a mão numa cumbuca. Pessoas como vc são fanáticos q acreditam q Putin é um santo como pensavam d Hitler. Perdem tempo…
🚨🇧🇷🇨🇳🇺🇸
A Câmara dos EUA publicou um relatório classificando o Brasil como peça de uma rede global de espionagem militar chinesa. O governo Lula fez silêncio. Você precisa saber o que está em jogo.
O documento se chama Pulling Latin America into China's Orbit e foi produzido pelo Comitê Especial da Câmara dos Representantes dos EUA sobre o Partido Comunista Chinês. Data: 26 de fevereiro de 2026. Não é especulação. É um relatório oficial do Congresso americano, com fontes primárias, imagens de satélite e documentos governamentais chineses.
A tese central é esta: a China construiu, ao longo de décadas, uma rede de 11 instalações espaciais na América Latina — apresentadas como projetos científicos ou comerciais — que formam, na prática, uma infraestrutura militar de duplo uso integrada ao Exército de Libertação Popular (PLA). O Brasil aparece nominalmente como hospedeiro de duas dessas instalações.
Por que a América Latina?
Porque a China tem um problema geométrico. Estações terrestres só se comunicam com satélites quando estes estão na linha de visão direta. Sem bases no hemisfério ocidental, o PLA teria pontos cegos enormes nas órbitas de seus satélites militares — incluindo os de reconhecimento e os de guia terminal para mísseis hipersônicos e ICBMs. A América Latina resolve esse problema. O Brasil, especificamente, resolve o ponto cego equatorial.
O que está no Brasil
Duas instalações são detalhadas no relatório:
A primeira é a Tucano Ground Station, na Bahia — fruto de um acordo de 2020 entre a startup brasileira Ayla Nanosatellites e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology, empresa vinculada à China Academy of Space Technology e à China Aerospace Science and Technology Corporation, ambas com ligações diretas ao PLA. O acordo prevê armazenamento e troca de dados operacionais entre as redes de antenas das duas empresas. O relatório aponta que esse arranjo pode, na prática, aprimorar precisão de rastreamento, consciência situacional espacial e resiliência de comando em ativos civis e militares.
O detalhe que mais deveria incomodar qualquer brasileiro: a Ayla assinou também um memorando com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Força Aérea Brasileira, incluindo treinamento de militares em simulação orbital e uso de antenas da FAB como estrutura de backup da estação de Tucano. O comitê americano conclui que esse arranjo fornece à China um canal para observar e influenciar a doutrina espacial militar brasileira — enquanto estabelece presença permanente numa região que os EUA consideram vital para sua segurança nacional.
A segunda instalação é o China-Brazil Joint Laboratory for Radio Astronomy Technology, na Serra do Urubu, na Paraíba — formalizado em 2025 entre o CESTNCRI (20º Instituto de Pesquisa do CETC, profundamente integrado à base industrial de defesa da China) e as universidades federais da Paraíba e de Campina Grande. O projeto ancora-se no telescópio BINGO, atualmente em construção em São Paulo. O relatório aponta que os algoritmos de filtragem de interferência de radiofrequência do sistema — usados pelos astrônomos para "limpar" o sinal do cosmos — poderiam ser capazes de interceptar, classificar e isolar pulsos de radar militares, telemetria de satélites e atividade de guerra eletrônica com extrema sensibilidade.
O que o relatório revela sobre a doutrina chinesa
A China opera sob Military-Civil Fusion (MCF): empresas aeroespaciais são legalmente obrigadas a incluir estruturas do PCCh com autoridade de supervisão. A distinção civil/militar simplesmente não existe no direito chinês da forma que existe no ocidental. Toda cooperação espacial com entidades chinesas é, por definição legal, potencialmente acessível ao PLA.
O objetivo estratégico é a Space Domain Awareness (SDA): detectar, rastrear e caracterizar todos os objetos em órbita — satélites adversários, detritos, sistemas de armas — para alimentar o que o PLA chama de "guerra informacionalizada". O órgão que centraliza esses dados é a PLA Base 37, que recebe informações de toda a rede global, inclusive da América Latina.
O que outros países fizeram
Argentina encerrou o projeto CART de radiotelescópio chinês em 2025, sob pressão da administração Trump e do governo Milei. Chile cancelou o data center sino-chileno no Atacama após o embaixador americano levantar formalmente o tema. Suécia encerrou contratos de compartilhamento de antenas com a China em 2020, após sua agência de defesa concluir que o acesso poderia ser usado para inteligência militar.
O Brasil não fez nada.
O silêncio que fala
O relatório foi publicado em fevereiro. A imprensa brasileira só o repercutiu em junho — e de forma fragmentada. O governo Lula não emitiu nota. A FAB não se pronunciou. O Itamaraty ficou em silêncio.
Enquanto isso, o mesmo Congresso americano cita decisões do ministro Toffoli como justificativa para tarifar o Brasil. A percepção em Washington não é a de um aliado confiável — é a de um país cuja soberania foi progressivamente alugada a Pequim, com ou sem o conhecimento de suas próprias instituições militares.
A pergunta que ninguém no governo quer responder é simples: a FAB sabia que as antenas que cedeu à Ayla podiam servir de nó de uma rede de espionagem militar chinesa? E se sabia, quem autorizou?
Soberania não se proclama em discurso. Ela se defende — ou se perde em silêncio.
Leia o relatório no link: (https://t.co/1jVtegWLqq)
En 1984, un homme assis face à une caméra a décrit notre époque avec une précision qui glace.
Yuri Bezmenov n'était pas un espion de roman. Journaliste soviétique, homme de l'agence Novosti et du KGB, il avait passé sa carrière à fabriquer de l'influence avant de faire défection en 1970. Ce qu'il est venu dire à l'Ouest tient en une phrase : la vraie guerre que menait l'URSS n'avait presque rien à voir avec les missiles ou les espions. C'était une guerre psychologique, lente, patiente — la « subversion idéologique ». Selon lui, l'essentiel de l'effort des services y était consacré. Pas pour voler des secrets. Pour modifier la perception du réel de tout un peuple, au point qu'il ne puisse plus, même face aux faits, défendre sa propre survie.
Il décrivait quatre phases.
1️⃣ La démoralisation. La plus longue : 15 à 20 ans, le temps d'éduquer une génération. On ne détruit pas un pays par la force, on le retourne contre lui-même. On travaille l'école, l'université, les médias, la culture, jusqu'à ce qu'une génération entière grandisse en méprisant son histoire, sa nation, son héritage, ses pères. Le détail terrifiant : une fois la chose accomplie, elle est irréversible. Ces gens sont « programmés ». Exposez-les à des faits authentiques, des preuves : ils refuseront de les voir. Ils continueront à se croire vertueux en démontant ce qui les protège.
2️⃣ La déstabilisation. 2 à 5 ans. On attaque les fondations : l'économie, l'autorité, les rapports sociaux, la défense. Tout ce qui tenait devient « négociable ».
3️⃣ La crise. Quelques semaines. Un choc, un point de bascule, et une société désorientée réclame elle-même qu'on la « sauve ».
4️⃣ La normalisation. On installe un nouvel ordre, présenté comme une libération. Le mot est emprunté, avec ironie, à la « normalisation » de la Tchécoslovaquie écrasée après 1968.
Puis 1991 est arrivé. L'URSS s'est effondrée, l'Occident a fêté sa victoire, et on a rangé tout ça au rayon des vieilles peurs.
Mais on confond le lanceur et la charge. Ce qui est tombé en 1991, c'est l'État soviétique — la fusée. L'arme idéologique, elle, avait déjà été tirée des décennies plus tôt. Et une arme de démoralisation a cette propriété diabolique : une fois la première génération retournée, elle n'a plus besoin de Moscou. Elle s'auto-réplique. Le commanditaire peut mourir, le programme tourne tout seul.
Regardez où nous en sommes.
Le wokisme n'est pas une lubie d'étudiants. C'est la phase terminale du processus que Bezmenov décrivait. Une civilisation qui enseigne à ses propres enfants que son héritage est une honte. Qui transforme ses universités en tribunaux permanents contre elle-même. Qui réécrit son histoire en réquisitoire et culpabilise jusqu'à sa propre existence. La démoralisation devenue religion d'État. Le réflexe de survie d'un peuple — sa fierté, sa continuité, son droit à se transmettre — requalifié en crime.
C'est exactement le symptôme qu'il annonçait : des sociétés incapables d'évaluer un fait évident dès qu'il contredit le dogme. Montrez-leur les chiffres, les conséquences, le mur qui approche : elles applaudiront leur propre dissolution en la prenant pour du progrès.
Or une civilisation qui se déteste ne se défend plus. Elle s'excuse d'exister. Et un organisme qui a désappris à vouloir vivre est déjà à moitié mort.
Voilà pourquoi ce combat n'est pas « culturel » au sens décoratif. Il est vital, au sens propre. Réapprendre à aimer ce qu'on est, transmettre sans honte, défendre une continuité plutôt qu'organiser son repentir perpétuel — ce n'est pas de la nostalgie, c'est une condition de survie. Une civilisation vivante est une civilisation qui ne se hait pas. Le reste, c'est la mort, en version rassurante.
Bezmenov terminait sur un avertissement simple : il reste très peu de temps avant que le processus ne devienne irréversible.
O Departamento de Estado dos EUA designou o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como Terroristas Globais Especialmente Designados e pretende designar ambos os grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras, a partir de 5 de junho de 2026.
Veja algumas das medidas adotadas desde a designação de organizações criminosas transnacionais como Organizações Terroristas Estrangeiras.
Os EUA estão mobilizando recursos, aplicando sanções e trabalhando com parceiros internacionais para proteger comunidades, restaurar a estabilidade e apoiar o Estado de Direito, tanto nos EUA quanto em países de todo o hemisfério.
@MarcamLivros@hoje_no Estavam aí onde? A URSS caiu sem q se precisasse disparar um só tiro e da noite p o dia perderam 15 republicas e hj a Rússia tem um PIB menor q o da Itália: 2 trilhões! O PIB dos EUA é de 30 trilhões e o da Europa é 21 trilhões. A Rússia é um país pobre! Quem vc acha q tem poder?
@MarcamLivros@hoje_no Ué! Quem precisa de ajuda é a Ucrânia mesmo. Caras como vc sempre vomitaram q a Rússia é mais q a Europa então tem q se fuder mesmo. E outra: mesmo sendo “poderosa” precisa da China, Coreia do Norte, Irã e tropas do terceiro mundo. Muito fracos demais. País pobre!
@MarcamLivros@hoje_no É só o começo, a festa está só no aperitivo ainda. A Rússia vai apanhar mais do que apanhou no Afeganistão, Japão, Finlândia, segunda guerra e Guerra da Crimeia no XIX. Eles nunca aprendem, mesmo sempre apanhando.
Foto de satélite mostrando o estado em que ficou a corveta russa Boikiy, atingida esta noite por drones ucranianos em uma doca seca em uma base naval russa no Báltico. Os drones voaram por mais de 1000 km, atingindo a embarcação com grande precisão. Pelas imagens vemos que a ponte e o mastro eletrônico, onde estão sistemas críticos como o radar, sensores e antenas de comunicação, ficaram destruídos.
#hojenomundomilitar