Nunca, absolutamente NUNCA contratem planos do @sempararoficial. 2026 e você não consegue fazer o cancelamento por meio eletrônico. 30 minutos de ligação e até agora não consegui efetivar o cancelamento da TAG do meu pai. Voltamos pra 2010 e eu não sabia.
A doméstica ficou 55 anos trabalhando sem salário. A família foi condenada a pagar R$ 50 mil e uma casa avaliada em R$ 150 mil como indenização.
Na prática, ter um escravo no Brasil custa cerca de R$ 300 por mês.
To our Brazilian community: thank you for letting us know of the price discrepancy for CONTROL Resonant on the Brazil PlayStation Store.
This has been corrected! PlayStation owners in Brazil can pre-order the game for R$230,90 (and the Digital Deluxe Edition for R$261,90).
#CONTROLResonant
Tava em busca de apto pra comprar e eu e a patroa encontramos um perfeito, bem localizado, reformado e num preço camarada. Ficamos sem entender qual seria a pegadinha. E aí descobrimos na visita: um elevador muito apertado, que mais parecia um caixão. Desistimos. Sem condições.
Uma vez em Paris, aluguei uma casa, mandei minha mala no elevador e subi as escadas. Não me cabia lá dentro com ela e olha que sou pequena. Alguém tem alguma explicação do porquê esses elevadores são assim? Queria entender.
Aos 33 anos descobri uma relação disfuncional com o álcool e agora terei que viver sem ele.
Me desejem força, mas é aquilo, antes eu ficar sem beber do que o álcool estragar toda a minha vida.
Sempre tive o sono muito leve. E se acordasse durante a madrugada, por qualquer motivo, dificilmente voltava a dormir. Aí tive filha. Meua migo, você aprende a dormir em qualquer lugar, de qualquer forma, a qualquer tempo. Privação de sono curando a insônia 😂
Só pensa assim quem nunca teve a felicidade de ser pai de uma menina. Esse tipo de conteúdo é misoginia travestida de humor, é a estética masculinista que enxerga a mulher como problema, custo ou ameaça à identidade masculina. A menina vira símbolo do que deve ser tolerado com resignação, enquanto o menino é tratado como prêmio. O desconforto não está no glitter ou nas bonecas, mas na masculinidade frágil, que só se sustenta desqualificando mulheres desde a infância.
2001. São Paulo.
Maurício Vargas comprou produto online.
Não chegou. Empresa sumiu.
PROCON demorava meses. Justiça era cara.
Maurício pensou: "Tem que existir um lugar público para reclamar."
Outubro de 2001.
Criou https://t.co/pKX3CMBEi2
Site simples. Formulário básico.
Consumidores postavam reclamações publicamente.
A vergonha pública forçava solução.
Início: zero empresas participavam.
Mas consumidores continuavam postando.
Google indexou tudo.
Busca "Empresa X problemas"? Reclame Aqui no topo.
As empresas perceberam:
Reclamação pública dói mais que processo.
Afeta reputação. Espanta clientes.
Começaram a responder. Voluntariamente.
2005.
100 mil reclamações registradas.
Empresas criavam contas para resolver problemas.
Mais rápido que PROCON. Mais barato que tribunal.
O modelo:
Maurício nunca cobrou dos consumidores.
Nunca vendeu dados. Nunca colocou paywall.
Empresas pagam por perfil premium.
Reclamar? Sempre gratuito.
2010.
5 milhões de reclamações.
Empresas criaram setores para monitorar Reclame Aqui.
SACs melhoraram com medo da exposição.
2015.
Investimento de R$ 20 milhões.
Expansão para América Latina.
Hoje:
40 milhões de acessos/mês.
20 milhões de reclamações registradas.
300 mil empresas cadastradas.
Taxa de solução: 75%+
Vale mais de R$ 500 milhões.
O impacto:
Mudou relação empresa-consumidor no Brasil.
Democratizou reclamação.
Qualquer um pode expor problema. Rico ou pobre. Mesma voz.
SACs melhoraram porque reclamação ficou pública.
A Lição:
Maurício não criou tecnologia complexa. Criou transparência.
Não inventou novo mercado. Expôs mercado existente.
O poder estava em tornar público o que era privado.
Empresas sempre souberam dos problemas.
Só resolviam quando virava vergonha pública.
Um consumidor revoltado criou ferramenta para 40 milhões.
Sem cobrar nada deles.
E construiu império de meio bilhão.
Porque resolver problema real sempre gera valor.