A Embrapa lança suas primeiras variedades de hortaliças Panc: a bertalha ‘BRS Tereverde’ e o caruru ‘BRS Ilekalu’. As novidades ampliam a oferta de alimentos nutritivos e resilientes no Brasil. #Panc#Hortaliças#AgriculturaFamiliar
https://t.co/9IgTWPiVo1
Paulo Paim voltou a defender a votação da proposta que reduz a jornada para 40 horas semanais sem redução salarial.
O senador afirmou que a matéria já conta com apoio popular e cobrou agilidade do Senado: "Não temos mais por que demorar".
Um editorial publicado na prestigiada revista Nature trouxe uma ótima notícia acompanhada de um alerta severo: a Amazônia tem uma resistência formidável contra o aquecimento global, mas a sua sobrevivência depende fundamentalmente de o Brasil frear a derrubada das árvores.
A boa notícia é que o desmatamento anual caiu mais de 50% desde 2023. Modelos climáticos mostram que, se a floresta for deixada intacta, ela possui uma capacidade incrível de reciclar água e conseguiria resistir a um aquecimento global de quase 4 °C antes de começar a secar.
O perigo extremo, no entanto, mora na combinação entre as motosserras e as mudanças climáticas. Os cientistas alertam para o chamado "ponto de não retorno":
- Se a floresta for mantida intacta (0% de desmatamento), ela aguenta até 3 °C de aquecimento global mantendo sua estrutura.
- Porém, se o desmatamento atingir entre 22% e 28% da área e o aquecimento global chegar a apenas 1,5 °C, a Amazônia sofrerá um colapso irreversível, transformando-se em savana.
- O alerta é urgente porque já perdemos cerca de 15% da cobertura original e o planeta se aproxima rapidamente dessa marca de aquecimento.
Se a floresta colapsar, bilhões de toneladas de carbono serão liberadas na atmosfera, agravando drasticamente a crise climática global.
Para evitar o desastre, os especialistas apontam que o Brasil precisa focar em combater o desmatamento de pequena escala (que é mais disperso), frear a degradação invisível (causada por extração ilegal e fogo) e conter ameaças políticas e de infraestrutura que aceleram a destruição.
A mensagem da ciência é clara: o Brasil precisa zerar o desmatamento ilegal e o garimpo até 2030, enquanto o resto do mundo precisa, com a mesma urgência, cortar suas emissões de combustíveis fósseis.
Saiba mais através do link: https://t.co/CGYi146n1w
#amazonia #meioambiente #mudancasclimaticas #sustentabilidade #nature
Como esperado, o plano do centrão para perdoar dívidas do agro ao custo de mais de 800 bilhões de reais não despertou a ira, ou sequer o interesse dos editoriais do Estadão. As novas isenções bilionárias para as igrejas, idem. Já o aumento de investimentos em educação... 👇
Vocês só podem estar malucos, Folha!
A mulher que não votou uma única pauta em benefício das mulheres em quatro anos, que tenta abertamente lutar contra nossos direitos e ainda se diz anti-feminista e prega a submissão ao homem.
Que desserviço divulgar esse tipo de mentira como manchete!
O Estadão conseguiu a proeza de, NO MESMO DIA, soltar um editorial criticando o Lula por investir demais em educação, e outro dizendo que o Brasil precisa de um presidente que seja obcecado pela educação.
A mensagem que fica é que Lula está, ao mesmo tempo, errado por "investir demais", e por investir "de menos" em educação. A que colar colou 👇
Inovação criada no Amazonas está transformando a bananicultura com baixo custo, eficiência e sustentabilidade. “Rabo de Jaraqui” une ciência e saber popular para realizar a desfolha das bananeiras. #AgriculturaFamiliar#Inovação#Sustentabilidade
https://t.co/jrKWRPtGpg
Tesla pegou empréstimo público federal antes do primeiro carro vender em massa.
Sem o Estado, falia.
Capitalismo americano funciona com Estado embutido.
Brasil ainda discute se pode ter BNDES.
Adalberto Luis Val, pesquisador do INPA há mais de quatro décadas, receberá em 30 de julho a Medalha Le Cren, concedida pela Fisheries Society of the British Isles em Southampton, Inglaterra. É a primeira vez que a premiação é entregue a um pesquisador brasileiro e de fora do eixo anglófono.  A honraria reconhece uma carreira construída no coração da Amazônia, dedicada a entender como os peixes do maior sistema fluvial do planeta respondem a um ambiente em transformação acelerada.
Adalberto lidera o Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular do INPA e acumula mais de 280 artigos científicos, 22 livros e mais de 10 mil citações acadêmicas. Seus estudos mostram que muitas espécies de peixes amazônicos já vivem próximas ao limite térmico de sobrevivência.  Esse dado, aparentemente técnico, carrega uma consequência prática e urgente: qualquer elevação adicional de temperatura pode empurrar essas espécies além do ponto de retorno. E os peixes amazônicos não são apenas biodiversidade — são a base da segurança alimentar de milhões de pessoas na região.
O próprio pesquisador é direto sobre o que está em jogo: “Essas espécies nos ajudam a entender não apenas a história evolutiva da Amazônia, mas também os riscos que as mudanças climáticas representam para a biodiversidade e para as populações humanas que dependem desses ecossistemas.” Ele alerta ainda que a elevação das temperaturas pode comprometer a disponibilidade de peixes e que secas intensas tornam os ambientes mais propícios a incêndios florestais que afetam diretamente os sistemas aquáticos. 
A ciência amazônica está sendo reconhecida no nível mais alto do mundo. O que ela diz precisa ser ouvido com a mesma seriedade com que foi premiada.
💬 Você conhecia o trabalho do INPA com a fauna aquática da Amazônia? O que mais te surpreendeu sobre a pesquisa de Adalberto Val? Comenta aqui!
📚 Fonte: Portal A Crítica, INPA Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.
SEGURANÇA | "Um motoboy que chegava a uma UPA ou a um hospital com sua bag, após sofrer um acidente, tinha o registro em seu prontuário como acidente comum. A partir de agora, o caso passará a ser registrado como acidente de trabalho", disse @GuilhermeBoulos, da @SGPresidencia.
O desmatamento na Amazônia Legal teve redução de 61,4% em maio deste ano, em relação ao mesmo mês de 2025. É a maior redução percentual de desmatamento já registrada na região.
Leia: https://t.co/kTHjU6L4Rq
#OPINIÃO
📝Hélio Schwartsman | Populismo penal custa caro. Não há apoio empírico à tese de que redução da maioridade penal diminui criminalidade.
https://t.co/5Rnx5Ibcjh