Os Bolsonaro são os maiores inimigos do Brasil. A vida toda se aproveitaram do dinheiro de nossos impostos pra se enriquecer e hoje trabalham pra prejudicar a todos - mas pra salvar sua pele!
Entendo que, à primeira vista, declarar criminosos como terroristas pode parecer a estratégia certa. Mas vale lembrar:
Segundo duas das maiores autoridades brasileiras no combate ao PCC e ao CV — o promotor Lincoln Gakiya e o ex-secretário nacional de Segurança Mário Sarrubbo — a decisão dos EUA pode acabar enfraquecendo, e não fortalecendo, a luta contra o crime organizado. Segue um resumo da matéria do @MarceloGodoy000 no Estadão:
O ponto central é que, ao classificar as facções como organizações terroristas, Washington deixa de tratá-las como um problema policial e passa a enquadrá-las como ameaça militar e de segurança nacional. Na prática, isso tira o tema da esfera da DEA e do FBI — com quem o Brasil mantém ampla cooperação cotidiana — e o transfere para a CIA e estruturas militares americanas.
Gakiya afirma trocar informações semanalmente com DEA e FBI e alerta que esse fluxo pode ser interrompido. Sarrubbo vai na mesma linha: segundo ele, a CIA “não conversa com ninguém”, o que deterioraria a cooperação internacional construída nos últimos anos entre Brasil, EUA e países vizinhos.
Isso pode ter consequências concretas. Foi justamente graças à cooperação entre autoridades brasileiras e a DEA que o traficante Fuminho, braço-direito de Marcola, foi preso em Moçambique em 2020.
Os dois também alertam para riscos jurídicos e diplomáticos. Pela legislação americana, a classificação pode abrir espaço para operações extraterritoriais dos EUA, inclusive em tese no Brasil, gerando preocupações sobre soberania nacional.
Além disso, Sarrubbo argumenta que a medida pode trazer insegurança econômica e dificuldades para empresas brasileiras operando nos EUA.
Ou seja: a medida pode soar dura no discurso, mas especialistas diretamente envolvidos no combate ao PCC temem que ela complique justamente aquilo que mais funciona hoje: a cooperação internacional policial.
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Explicando para quem não entendeu: Com uma mão, Vorcaro recebia quase R$ 1 BILHÃO dos aposentados do Rio de Janeiro, governado pelo PL, partido dos Bolsonaro. Com outra, entregava 11% desse valor para Flávio Bolsonaro. Maracutaia com dinheiro público!
Desmatamento, assim como excesso de velocidade dirigindo, são infrações que podem ser identificadas, com ~ 100% de certeza, por meio de sensores. No 1o caso, satélites
A bancada do agro quer aprovar lei q proíbe uso de satélite para fiscalizar desmatamento
A quem interessa?
@PedroRonchi2 O restaurante ta errado, temos q reconhecer. Ser contra os crimes do governo israelense não nos autoriza condenar todo cidadão israelense. Esse caminho é errado e ponto
No Direito Internacional Humanitário, violação do artigo 53 da Quarta Convenção de Genebra; quando extensa e praticada ilicitamente, como neste caso, constitui infração grave nos termos do artigo 147 do mesmo tratado. Também é crime de guerra. Estatuto de Roma, art. 8(2)(a)(iv).
Colonos israelenses mataram um agricultor palestino em sua própria terra, na frente de seu pai. Sim, de novo.
Foi a terceira vez em um mês, apenas os nomes e o local mudaram: um colono atirou e matou um agricultor palestino em suas terras familiares. Antes do ataque, o líder dos agressores disse: "Abraão deu a terra apenas aos judeus. Eu sou a lei e estou acima da lei." (Haaretz)
O Brasil deveria romper totalmente relações diplomáticas com um Estado racista como Israel. A atitude dos países decentes deve ser a mesma que houve com a Africa do Sul do apartheid
Ministro israelense de extrema direita usa broche de forca e estoura champagne após aprovação de lei sobre pena de morte a palestinos https://t.co/Kzi6cN1VM8 #g1
JK deu anistia aos militares que tentaram derruba-lo (levante de Jacareacanga). Resultado: golpe militar menos de 10 anos depois
Perdoar quem tentou virar a mesa é sempre cagada
Caiado sabe disso, mas é do partido do golpe
https://t.co/1ln0H10o0G
Todo o funcionamento da República — nos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e nos três níveis da federação (União, estados e municípios) — passou a exigir não manutenção nem ruptura, mas reforma institucional. Não apenas administrativa ou tributária: é preciso mexer na educação, na segurança pública, na própria organização federativa.
O problema é que o Planalto aposta demasiado no conservadorismo institucional: a democracia de 1988 lhes é eleitoralmente favorável, e por isso há aversão a qualquer política que ultrapasse a rotina das instituições. Não se trata apenas de fragilidade no Congresso, mas de incapacidade de pensar fora dos marcos dados. Daí a dificuldade histórica de enfrentar a questão da segurança pública, por exemplo. A política é não fazer marola.
O problema é que essa máquina já não funciona. Há mais de uma década ela dá sinais de esgotamento — emperra, vaza, perde capacidade de coordenação. Se a democracia quiser sobreviver, terá de se reformar; e essa reforma não pode vir de fora, mas dos próprios democratas.
O bolsonarismo, por sua vez, é ainda mais prisioneiro desse universo mental. Diante da mudança republicana e igualitária promovida nos últimos anos, quer aproveitar a crise do modelo de 88, não para reformá-lo conforme as necessidades do presente: quer destruí-lo para voltar a 1964. Não há projeto de país, apenas roubalheira, intimidação e cooptação das instituições de controle — em suma, degradação e retrocesso.
Essa disposição é também geracional. Trata-se aqui e ali de uma elite política cujo imaginário político se sedimentou há quarenta anos. Nesse universo mental, a ultradireita cai no reacionarismo fascistóide, e a esquerda cai no conservadorismo institucional. Enquanto isso, os profissionais do centrão, para a qual a política se reduz ao ciclo eleitoral quadrienal, ampliam privilégios. E o mesmo faz o judiciário, arbitrando as contendas.
É claro, que, limitadas as alternativas a esses dois campos, qualquer democratas têm que se agarrar ao governo que aí está. Mas eu estou querendo pensar para além disso. Pensar as condições de continuidade do regime, que precisa se adaptar para sobreviver.
A sobrevivência da democracia requer ir além. Essa superação exige ousadia — e a ousadia dificilmente virá da geração que construiu e se acomodou ao arranjo atual. Ela tende a vir de uma nova camada, ainda não inteiramente profissionalizada pela política, que não viveu a Constituinte nem a Nova República e que, por isso mesmo, não se sente obrigada a preservá-las intactas nem tentada a destruí-las por meio de golpes.
É dessa distância que pode surgir a capacidade de pensar fora do repertório estabelecido, de enfrentar problemas novos com criatividade, sem as limitações impostas pela experiência recente. Porque o que está em causa já não é gerir o existente, mas reinventá-lo.
Ele acabou de oferecer nossas terras raras aos EUA em troca de apoio político. Pediu interferência dos estadunidenses na segurança pública do Brasil, fez lobby junto à Trump para o aumento de taxas sobre produtos brasileiros… E ainda se intitula “patriota”.
#nempainemfilho #bolsonaronuncamais
#entreguista
#lesapatria
#brasilsoberano
Flavio Bolsonaro promete vender o Brasil a Trump se ele puser sua força e a Internacional Reacionária em favor dele, interferindo na próxima eleição contra Lula.
ESTE É O CANDIDATO EXTREMISTA QUE SE VENDE COMO MODERADO
@DepSostenes vcs destruíram uma investigação necessária pra tentar lacrar eleitoralmente, inventando suspeitos e protegendo os bandidos reais. Não têm a mínima preocupação com o país, só em voltar ao poder a qualquer custo. Vergonha
Aliya Rahman, cidadã americana, de Minneapolis, comparece a uma audiência conjunta do Congresso dos EUA para relatar o que viveu.
Autista, com lesão cerebral traumática, Aliya foi arrastada, agredida e presa pela ICE enquanto ia ao hospital para tratamento.
Ela não participava de protesto, não estava em manifestação, não cometia crime algum.
Ela era, acima de tudo, uma mulher negra. E por isso, a violência veio sem hesitação.
A audiência no Congresso discute os abusos cometidos pelas forças federais, mas, na prática, se mostra sem poder real de conter a escalada da violência. Enquanto falam, a repressão aumenta.
O que acontece hoje nos Estados Unidos já deixou de ser sobre migração.
Trata-se de uso político da violência, com um objetivo claro: interferir no processo eleitoral que se aproxima. Esse sempre foi o plano. Não começou agora.
Escolhe-se um grupo. Testa-se o limite. Normaliza-se a brutalidade.
E é preciso dizer com todas as letras: isso é um horror.
No Brasil, ninguém pode assistir a isso como espectador distante.
Existe uma rede internacional organizada da extrema direita, com articulação real, encontros, estratégia e financiamento — Lideranças como Steve Bannon atuam em conexão com grupos na Itália, Alemanha, Inglaterra e outros países.
O Brasil não está fora desse mapa.
Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Nikolas fazem parte dessa engrenagem.
Por isso seguimos atentos.
Seguimos denunciando.
Seguimos observando.
O que fazem lá fora, farão aqui, se chegarem ao poder.
Usaram a caminhada do Nikolas para vender pornografi@ na internet, criaram uma menina gótica como garota propaganda, mesma tática usada para doutrinar militante da extrema-direita. Olha esse vídeo.