Reportagem de hoje no @Estadao revela que o estudo piloto sobre a polilaminina foi rejeitado por três publicações científicas.
“De acordo com a pesquisadora da UFRJ, as principais críticas feitas pelos revisores das publicações foram: 1) os autores não souberam explicar o mecanismo de ação da polilaminina na medula, e 2) os dados aparentavam ser um “artefato”, termo usado na ciência para descrever quando os resultados ou efeitos parecem reais, mas são obtidos por falhas do método da pesquisa ou outros erros no desenvolvimento do trabalho”, informa a repórter Fabiana @Cambricoli.
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A informação sobre a negativa à publicação do estudo não quer dizer que a pesquisa sobre a polilaminina não tenha valor, mas reforça o que as pessoas de bom senso têm dito: ainda há um longo caminho de testes clínicos até que se confirme ou descarte os benefícios da molécula em tratamentos de lesão na medula.