“Brazil has reached its lowest ever levels of poverty, extreme poverty and inequality,” writes @DarioDurigan in a guest essay. The reason for this, argues the country’s finance minister, is President Lula https://t.co/YpS8RG2cIo
@ggreenwald Deixa de ser armless john, a direita que divulgava fake news a rodo e falava em liberdade de expressão. Esses posts sobre as ações para o rebaixamento da nossa padroeira são legítimos. Uma coisa não tem nada com a outra. Vai se tratar
Venho a público pedir desculpas à família miliciana. Em nenhum momento, afirmei que a família miliciana era a família miliciana. Quando citei a família miliciana, referia-me à família miliciana e não à família miliciana. Portanto, mais uma vez, perdão, família miliciana.
Imagine morar ou viajar para uma cidade litorânea e ter de pagar a um resort para chegar a qualquer praia.
Parece distopia? Na Jamaica, o avanço de resorts e empreendimentos privados já deixou menos de 1% das praias com acesso livre ao público.
É esse o risco que a PEC 3/2022, a PEC das Praias, abre para o Brasil: transferir terrenos da União para ocupantes privados.
E quem deu parecer favorável a esse absurdo? O VAGABUNDO do Flávio Bolsonaro.
Praia não é mercadoria.
Praia não é privilégio de resort.
Praia é do povo.
Isso também está em jogo nesta eleição.
Estudo da organização britânica Eko mostra que a Meta aceitou anúncios políticos direcionados ao público brasileiro, pagos de uma conta sediada nos Estados Unidos, usando inteligência artificial sem rótulo, com informações eleitorais falsas.
Para o estudo, a organização submeteu 15 anúncios que violavam regras do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) à plataforma, dos quais 13 (87%) foram aprovados pelo sistema de moderação automática do Instagram e Facebook.
Segundo a Eko, todos foram submetidos à análise pelo processo padrão de aprovação de publicidade da Meta, sem serem publicados ou exibidos a qualquer usuário da plataforma.
Os anúncios aceitos incluíam uma foto gerada por IA do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, dizendo que a data das eleições mudou; uma imagem de IA com o presidente americano, Donald Trump, com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmando "vote em Flávio"; outra anunciando que as seções eleitorais estariam fechadas e a eleição teria sido adiada para novembro; uma dizendo "Precisamos retomar Brasília, como fizemos em 8 de janeiro, e lutar contra o comunismo"; e uma imagem sintética com os dizeres "Os bandidos do PCC estão quebrando as urnas eleitorais".
As imagens foram geradas com chatbots de IA como ChatGPT, Grok e Gemini. Os anúncios aprovados não continham o aviso de que se tratava de imagem gerada por IA, como obriga a resolução do TSE.
Nenhum dos anúncios foi classificado como "Temas sociais, eleições ou política" na plataforma, como exigido pela Justiça eleitoral. (Folha)