وانا اقول ليش فيتنام مافيها فيلة ونمور زي تايلاند والهند رغم انها جنبهم طلع السبب .. ان امريكا رشت الغابات عندهم بمركب اسمه العامل البرتقالي فيه مادة سامة اسمها الديوكسين ، المركب قضى ع الحيوانات والنباتات والانسان وتسبب بتشوهات خلقية وسرطانات لازالت تربة فيتنام تعاني منها لليوم
Madame Celeste Amarilla,
Vous êtes une femme méprisable et indigne de sa fonction.
Vous ne représentez pas le Paraguay, ce pays qui a transpiré la passion et l’honneur tout au long de la compétition. Par votre inconscience et votre racisme décomplexé, le monde entier a déjà oublié le parcours et l’effort historique que vos joueurs ont réalisés durant cette coupe du monde pour laisser place à une dame incompétente donnant la pire image possible de son pays.
Je ne laisserai jamais aux gens comme elle, la liberté de laisser propager leur haine et leur racisme à travers le monde.
É a cena mais patética, mais vergonhosa da história da maior seleção do mundo. Um zé nada, um merdinha desse. Um deboche com as cinco estrelas. Uma mancha na história da seleção brasileira. Pra ser apagado, ostracizado, escrotizado de todas as formas possíveis.
Incrível o senso de coletividade e o espírito de liderança do Neymar quando diz "comigo não" ao fazer um gol no goleiro que pegou o pênalti do colega Bruno Guimarães.
COMEMORA CAFU
SÃO MAIS QUATRO ANOS DE PRESENÇA VIP
MAIS QUATRO ANOS DE COMES E BEBÊS
MAIS QUATRO ANOS DE PETIT COMITÊ
MAIS QUATRO ANOS DE PROPAGANDA DE BET
COMEMORA CAFU
MAIS 4 ANOS DO CAFU DANDO PALESTRA, MAIS 4 ANOS DO VAMPETA CONTANDO A RESENHA DO ROMÁRIO NAS ELIMATORIAS, MAIS 4 ANOS DO DENILSON CONTRA OS TURCOS, MAIS 4 ANOS DO EDILSON CAPETINHA FALANDO QUE JOGOU MAIS QUE O MESSI EM PODCAST
Eu DESAFIO as Neymarzetes a adivinharem o que aconteceu AQUI!
Parabéns a Carlo Ancelotti e as PUTAS da imprensa que pediram esse APOSENTADO do caralho.
Agora assumam a paternidade!
Quando Neymar entrou no lugar de Rayan, estava 0-0. O placar final tem relação com essa infeliz substituição feita por Carlo Ancelotti - não foi a única. O Brasil deixou de competir, de pressionar. O jogo passou a acontecer no seu campo. Talvez, a estratégia fosse contra-atacar com Neymar lançando Vinícius. Não funcionou. Era bastante previsível que não funcionasse. Mal funciona no Brasileirão. O cartão amarelo e a ridícula comemoração do gol de um pênalti mal marcado selam o choque de realidade em quem viveu de ilusão por semanas a fio.
Não tem detalhe pra ficar reprisando nem vilão individual pra crucificar. É a derrota de um time normal, pra quem a vida continua normal amanhã. Saímos da Copa como o Equador sairia
Vexame histórico da seleção brasileira, eliminada da Copa do Mundo.
Carlo Ancelotti foi trágico. Fez uma seleção pentacampeã ter 30% de posse de bola contra a NORUEGA.
Matou o time com as entradas de NEYMAR e Danilo Santos, que desmontaram a defesa e deram espaço para Haaland ter apenas duas chances e converter em dois gols.
A maior vergonha desde o 7 a 1.
O maior artilheiro da história da Seleção Brasileira perdendo tempo pra provocar o goleiro da Noruega ao marcar um gol de penalti irrelevante nos acrescimos de uma eliminacão nas oitavas, um dos momentos mais patéticos já vividos por essa camisa
Si no eres Juan Fernando Quintero pasa este video…
Del Socorro. Comuna 13. Medellín, Antioquia.
Juan Fernando Quintero Paniagua para Colombia, para el mundo. 🇨🇴⚽️
A primeira foto é de 1956. Ela mostra uma mulher negra observando membros da Ku Klux Klan (organização terrorista, racista, de extrema-direita, focada em supremacia branca) caminhando por uma calçada em Montgomery, Alabama (EUA). Não encontrei o autor da foto, mas a maioria das fontes afirma que foi feita em 1956.
A segunda foto mostra membros do grupo Patriot Front (grupo supremacista branco e nacionalista, formado em 2017, que defende abertamente o que chamam de "Fascismo Americano") viajando no metrô durante o 250º aniversário da independência dos EUA em Washington D.C., enquanto uma mulher negra os observa. A foto é do fotógrafo Cheney Orr, feita em 4 de julho de 2026, 70 anos após a primeira foto.
Torcedores noruegueses sentados em fileiras, braços em sincronia, simulavam uma remada coletiva. Comemoração que chegou até o campo de jogo com os jogadores fazendo desse mesmo jeito, liderados pelo meia Martin Ødegaard. Mas a imagem abriu uma discussão maior. Por que outros países nórdicos não se utilizam tanto da estética viking como forma de orgulho nacional?
A chamada “remada viking” ganhou forma antes da Copa com Ole Frøystad, professor de ensino fundamental conhecido como Senhor Row Row. Inspirado na força do canto do Rosenborg no Estádio Lerkendal, ele levou a ideia à associação de torcedores noruegueses, que transformou o gesto em marca da seleção.
Para entender a tensão, é preciso começar pelo básico: “viking” não era uma nacionalidade. Não existia uma “nação viking”. O termo aparece ligado a atividades marítimas, como viajar, comerciar, pilhar, colonizar e guerrear fora da Escandinávia. Os vikings vinham de áreas hoje associadas principalmente à Noruega, Dinamarca e Suécia. Mas a Escandinávia medieval não era um bloco homogêneo. Havia chefes locais, agricultores, artesãos, comerciantes, navegadores, guerreiros, pessoas livres e pessoas escravizadas.
A imagem popular reduziu esse mundo a homens armados, loiros, violentos e com capacetes de chifres. A própria arqueologia desmonta parte desse clichê. O Museu Nacional da Dinamarca afirma que há apenas um capacete preservado da Era Viking, encontrado na Noruega, e ele não tinha chifres.
Ao mesmo tempo, a versão heroica também é incompleta. Os vikings não foram apenas aventureiros, exploradores ou ancestrais corajosos. Eles foram uma sociedade marítima sofisticada, mas também marcada por hierarquia, escravidão, pilhagem e violência.
O fascínio tem base histórica. Os navios vikings eram leves, rápidos e adaptados tanto ao mar aberto quanto a rios e águas rasas. Essa tecnologia ajudou a conectar regiões distantes e permitiu viagens, ataques, comércio e assentamentos em áreas muito diferentes. Vikings ligados ao espaço norueguês tiveram papel importante na expansão pelo Atlântico Norte, em áreas hoje da Islândia, Groenlândia, Ilhas Faroe, Escócia e Irlanda.
Um ensaio fotográfico da seleção também exemplifica como a Noruega exalta esse passado e o leva para além da remada, dos museus e do turismo. Ao vestir jogadores com roupas, escudos e machados inspirados no imaginário viking, a campanha misturou esporte, patrimônio, marketing e orgulho coletivo, aumentando a sensação de que ignoram o lado negativo dessa história.
Mas a violência não foi só um detalhe. O ataque ao mosteiro de Lindisfarne, em 793, é lembrado como um marco simbólico da Era Viking e causou choque na Europa cristã. Cerca de 100 homens invadiram o local, destruíram as estruturas, sequestraram e abusaram sexualmente de mulheres, além de causarem diversas mortes. O Museu Nacional da Dinamarca afirma que escravizados, chamados “thralls”, estavam entre as mercadorias mais importantes negociadas por vikings, capturados sobretudo em expedições à Europa Oriental e às Ilhas Britânicas.
A reação nos outros países nórdicos à “remada norueguesa” mostrou que o símbolo também produz ruídos regionalmente. Jogadores suecos, como o zagueiro Victor Lindelöf, trataram a remada com distância e ironia. Na Dinamarca, jornalistas classificaram a festa norueguesa como algo incômodo e reducionista para a cultura nórdica.
A diferença com a Suécia é central. A Suécia não apaga os vikings. A Suécia tem museus, objetos, pedras rúnicas, sítios arqueológicos e turismo histórico. Mas a Suécia costuma tratar esse passado de forma menos épica. A narrativa sueca também destaca conquistas de rotas comerciais, mas lida de forma mais crítica com o passado violento desses grupos. A Suécia tende a ser mais crítica com o passado violento desses grupos, não tratantando como um “mito fundador”.
Ainda há uma camada político-partidária nessa relação. Símbolos nórdicos, runas e referências vikings já foram usados por grupos supremacistas brancos e de direita.
Essa apropriação não significa que todo uso de símbolos vikings seja extremista. Uma torcida fazendo uma remada não é, por si só, um ato ultranacionalista. Mas a história recente mostra que imagens nórdicas podem ser deslocadas para discursos de pureza da raça, pureza do sangue, masculinidade guerreira e exclusão social e racial.
Por tudo isso, quem busca estudar o passado desses grupos, passa a tratar os vikings com mais cuidado. Portanto, a remada norueguesa não celebra diretamente saques, abusos sexuais, escravidão ou massacres. Mas ela se apoia em uma memória seletiva, como quase toda memória de formação nacional. O que torna compreensível que algumas pessoas se incomodem com isso.
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